[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]
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sábado, 5 de janeiro de 2019

[2007.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO E JANUÁRIO BARRETO || 1902

* CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO | JANUÁRIO BARRETO *

[1902 || Gala do 5.º ano do Curso Médico-Cirúrgico de Lisboa]

Pormenor de fotografia gentilmente disponibilizada em Dezembro de 2017 pelo Dr. Manuel Mendes Silva, neto de Jorge Marçal da Silva, a quem muito reconhecidamente agradecemos.

NOTA: Fotografia com direitos reservados do autor e editor.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

[2006.] JORGE MARÇAL DA SILVA [III] || FOTOGRAFIAS COM CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO

* JORGE MARÇAL DA SILVA (1878-1929) || CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO (1878-1911) *

As fotografias que aqui se reproduzem constam do livro Jorge Marçal da Silva. Mais cem fotografias de Portugal há cem anos, editado pela Ordem dos Médicos em 2016, e foram gentilmente disponibilizadas em Dezembro de 2017 pelo Dr. Manuel Mendes Silva, neto de Jorge Marçal da Silva, a quem muito reconhecidamente agradecemos.

Fotografias com direitos reservados do autor e editor!
[Fotografia datada de 14 de Março de 1899 || Curso do 2.º Ano da Escola Médico-Cirúrgica da Lisboa (1898-1899)]

[Carolina Beatriz Ângelo || Pormenor]

[Curso do 4.º Ano da Escola Médico-Cirúrgica da Lisboa (1900-1901)]

[Carolina Beatriz Ângelo || Pormenor]

[Fotografia datada de 26 de Outubro de 1900 || Curso do 4.º Ano da Escola Médico-Cirúrgica da Lisboa (1900-1901)]

[Carolina Beatriz Ângelo || Pormenor]

[Fotografia datada de 9 de Julho de 1902 || Curso do 5.º Ano da Escola Médico-Cirúrgica da Lisboa (1901-1902)]

[Carolina Beatriz Ângelo e Januário Barreto || Pormenor]

[1902 || Gala do 5.º ano do Curso Médico-Cirúrgico de Lisboa]

[Carolina Beatriz Ângelo || Pormenor]

[Carolina Beatriz Ângelo e Januário Barreto || Pormenor]

NOTA: Fotografias com direitos reservados do autor e editor!

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

[1860.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO

* CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO *

Notícia do seu falecimento no Diário de Notícias de 4 de Outubro de 1911.

[Diário de Notícias || 4 de Outubro de 1911]

[1859.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO

* CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO *

Declaração escrita de Carolina Beatriz Ângelo, datada de 16 de Julho de 1910, para ter um enterro civil e democrata aquando do seu falecimento.

[Diário de Notícias || 4 de Outubro de 1911]

segunda-feira, 28 de maio de 2018

[1822.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO

* CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO NA ASSEMBLEIA DE VOTO DE S. JORGE DE ARROIOS || 28 DE MAIO DE 1911 *

[O Tempo || 29/05/1911]

[1821.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO

* O VOTO DE CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO EM 28 DE MAIO DE 1911 *

[A Vanguarda || 31 de Maio de 1911]

[1820.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO

* CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO || O VOTO HÁ 107 ANOS *

FOTOGRAFIA DE "O SÉCULO" DE 29/05/1911 || CBA É A TERCEIRA A CONTAR DA ESQUERDA, LOGO A SEGUIR A ANA DE CASTRO OSÓRIO 

[O Século || 29 de Maio de 1911]

segunda-feira, 16 de abril de 2018

[1792.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO || 16/04/1878

* CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO (1878 - 1911) || NASCIDA HÁ 140 ANOS, EM 16 DE ABRIL DE 1878 *

[Fotografia restaurada por João Pena Fonseca para o Museu da Guarda aquando da Exposição de 2010 || Cedida por Dulce Helena Pires Borges]


Filha de Viriato António Ângelo, de 26 anos de idade, proprietário de uma Tipografia, e de Emília Clementina de Castro Barreto, de 27 anos, Carolina Beatriz Ângelo nasceu na cidade da Guarda em 16 de Abril de 1878.

Em 20 de Maio de 1878, foi baptizada na Igreja de São Vicente, tendo por padrinhos o Dr. Afonso Barreto Pereira de Campos, autor de Classes das penas - sua graduação e diferentes espécies de aplicação ou mapa de classificação, e graduação dúplice correlativa das penas do código penal português... (1875), e sua esposa Carolina Cândida Barreto.

ASSENTO DE BAPTISMO 
 
[Arquivo Distrital da Guarda || Assento de Baptismo n.º 37 da Paróquia de São Vicente]

"Segundo filho de quatro de Viriato António Ângelo  (n. 22/10/1850), proprietário da tipografia que imprimia o Distrito da Guarda, e de Emília Clementina de Castro Barreto  (n. 20/05/1849), naturais da Freguesia de São Vicente, Guarda, cujo casamento se realizou em casa a 7 de Abril de 1877 mediante “especial licença do Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Governador deste Bispado”, Carolina Beatriz Ângelo nasceu às sete horas da noite de 16 de Abril de 1878 e foi baptizada a 20 de Maio, sendo padrinhos o Dr. Afonso Barreto Pereira de Campos  (1819/1820-25.04.1879) e a esposa Carolina Cândida de Campos Barreto, os quais assinaram o respectivo assento. 

Dos quatro irmãos, dois rapazes e duas raparigas, todos nascidos na Freguesia de São Vicente e baptizados na Igreja Paroquial pelo Padre António Bernardo Castelo, sobreviveram três: Carolina tornou-se a mais velha por Viriato, nascido a 28 de Agosto de 1876, baptizado a 24 de Setembro e tendo por padrinhos o escrivão e tabelião do Juízo de Direito da Comarca da Guarda João Teles da Cunha Valente e Emídio Augusto da Rocha Macedo, empregado das Obra Públicas, ter morrido muito novo, já depois do enlace dos pais a cujo acto assistiu quando tinha sete meses; Viriato Ângelo (01/08/1881-19/05/1940) recebeu o nome do pai e do primogénito, os padrinhos foram os avós maternos Pedro Augusto Pereira Barreto (1817/1818-26/11/1890), amanuense de Administração do Concelho e responsável pela publicação do periódico Distrito da Guarda, órgão do Partido Progressista, e Firmina Augusta de Mello e Castro Barreto (1828/1829-09/05/1891); e Corina Ângelo [do Couto] (07/01/1884-17/07/1933), sacramentada no mesmo dia em que a irmã completava seis anos, contou por padrinhos esta, referenciada como Dona Carolina Beatriz Barreto Ângelo, e Manuel Ângelo Paz e Cruz, solteiro. 

Os caminhos dos três cruzar-se-iam na capital, para onde toda a família se terá deslocado na última década de novecentos, com as raparigas a desposarem dois notáveis casapianos, futebolistas eméritos dos principais clubes e profissionais distintos, um na área da medicina e o outro enquanto arquitecto; e o irmão, funcionário público, a casar com uma cunhada de Carolina, Maria José Barreto Duarte. Aliás, da seriação dos percursos e vivências da sua numerosa família pressente-se, a par de uma verdadeira irmandade entre irmãos, cunhados e cunhadas, uma teia complexa de enlaces, ligações, ramificações e contradições ainda por destrinçar.
[...]"

[Dulce Helena Pires Borges / João Esteves, "Carolina Beatriz Ângelo: origens, famílias, parentescos, teias, afinidades...", in Catálogo da Exposição "Carolina Beatriz Ângelo - Intersecções dos sentidos, palavras, actos e imagens", organizada pelo Museu da Guarda em 2010]

[João Esteves]

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

terça-feira, 3 de outubro de 2017

[1661.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO || A VANGUARDA (1911)

* A MORTE AOS 33 ANOS || A VANGUARDA *

[A Vanguarda || 04/10/1911]


[1660.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO || A CAPITAL (1911)

* A MORTE AOS 33 ANOS || A CAPITAL *

[A Capital || 03/10/1911]

[1659.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO || DIÁRIO DE NOTÍCIAS (1911)

* A MORTE AOS 33 ANOS || DIÁRIO DE NOTÍCIAS *

[Diário de Notícias || 04/10/1911]

[1658.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO ||

* A MORTE AOS 33 ANOS DE IDADE *


[Painéis da Exposição organizada pelo Museu da Guarda em 2010 || Fotografias cedida por Dulce Helena Pires Borges]


[Fotografia restaurada por João Pena Fonseca para o Museu da Guarda aquando da Exposição por si organizada no segundo semestre de 2010 || Cedida por Dulce Helena Pires Borges]

[1657.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO || O MUNDO (1911)

* FALECIMENTO DE CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO EM 3 DE OUTUBRO DE 1911 *

[Fotografia restaurada por João Pena Fonseca para o Museu da Guarda aquando da Exposição por si organizada no segundo semestre de 2010 || Cedida por Dulce Helena Pires Borges]

Em 3 de Outubro de 1911, com 33 anos de idade, faleceu em Lisboa a médica e sufragista Carolina Beatriz Ângelo. 


Notícia do óbito pelo jornal O Mundo de 4 de Outubro. 

[O Mundo || 4 de Outubro de 1911]

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

[1566.] JORGE MARÇAL DA SILVA [II] || CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO

* JORGE MARÇAL DA SILVA (1878-1929) E CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO (1878-1911) *

|| CURSO DO 2.º ANO DA ESCOLA MÉDICO-CIRÚRGICA DE LISBOA (1898-1899) ||

A fotografia que aqui se reproduz consta do livro Jorge Marçal da Silva. Mais cem fotografias de Portugal há cem anos, editado pela Ordem dos Médicos em 2016, e foi gentilmente disponibilizada pelo Dr. Manuel Mendes Silva, neto de Jorge Marçal da Silva, a quem muito reconhecidamente agradecemos.

Datado de 14 de Março de 1899, é um documento histórico ímpar por nele constar Carolina Beatriz Ângelo, então com 20 anos, a única mulher entre quase cinco dezenas de colegas.

[Jorge Marçal da Silva é o quinto, de pé, a contar da esquerda || Fotografia com direitos reservados do autor e editor]

[Pormenor da fotografia || Carolina a um mês de completar 21 anos || Fotografia com direitos reservados do autor e editor]

[Ordem dos Médicos, 2016 || Projecto de Manuel Mendes Silva]

Este livro dá continuidade a um primeiro intitulado Cem fotografias de Portugal há cem anos, ambos publicados pela Ordem dos Médicas na Colecção História da Medicina e cujos direitos revertem a favor da Acreditar, Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro.

 Vale o empenho adquiri-los na Ordem dos Médicos!

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

[1533.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO POR JOSÉ RUY [I]

* CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO - PIONEIRA NA CIRURGIA E NO VOTO || POR JOSÉ RUY *

|| 5 DE NOVEMBRO || 16 H || FÓRUM LUÍS DE CAMÕES || 


Concluído há já cinco longos anos, quando do centenário do voto e do seu falecimento, eis que a Âncora Editora, com o apoio da Seção Regional do Sul da Ordem dos Médicos, edita o álbum de Banda Desenhada "Carolina Beatriz Ângelo - Pioneira na Cirurgia e no Voto", da autoria de José Ruy.

Com rigor histórico e factual, reconstrói de forma criativa e apelativa o percurso daquela médica em defesa dos direitos das mulheres, da República e do sufrágio feminino, a par da dedicação à profissão e à família, culminando no precoce falecimento em 3 de Outubro de 1911.

Lê-lo é reflectir sobre a condição feminina na transição da Monarquia para a República, acompanhar os primórdios das lutas pela sua emancipação e pressentir as emoções, angústias, alegrias, vitórias e insucessos de uma médica feminista, pacifista, maçónica, republicana, sufragista e cidadã. Sempre cidadã!

Deste encontro de José Ruy, Mestre José Ruy, com Carolina Beatriz Ângelo resultou um álbum de enorme sensibilidade e afectividade, proporcionando, ainda, uma viagem à Lisboa de há 100 anos.

José Ruy nunca desistiu deste projecto, tal como Carolina batalhou pelo voto, "pois o importante é termos a história, porque de repente pode abrir-se uma porta" [Junho de 1911]. Finalmente, abriu-se!


sábado, 28 de maio de 2016

[1487.] O VOTO DE CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO || 28 DE MAIO DE 1911

HÁ 105 ANOS || O NÃO ACASO DO VOTO DE CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO *


[Peças de design de Maria Borges e de Artur Madeira para a Exposição dedicada a Carolina Beatriz Ângelo organizada pelo Museu da Guarda em 2010]

Carolina Beatriz Ângelo votou há 105 anos para as eleições para a Assembleia Nacional Constituinte.

Foi a primeira mulher a votar em Portugal e uma das primeiras a fazê-lo em todo o mundo. E não foi um acaso ou uma benesse (como se ambos fossem possíveis numa sociedade tão atrasada e conservadora como a portuguesa).

O seu voto só foi possível na sequência de uma Revolução e quando o país ainda estava sob o efeito das suas consequências mais imediatas.

Não por acaso, aconteceu com o Governo Provisório saído do 5 de Outubro e quando os novos poderes ainda não estavam definitivamente instituídos.

E só foi possível o voto porque um grupo de mulheres há alguns anos funcionava como grupo de pressão e muitas delas pertenciam à mesma geração dos políticos republicanos.

Considerar o sucedido a 28 de Maio de 1911 um acaso é não valorizar a intensa e persistente campanha que mobilizou, entre 1906 e 1911, cerca de dois milhares de mulheres em torno do reconhecimento de alguns dos seus direitos.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

[1460.] O QUE O TEMPO NÃO APAGOU [III] || CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO

* ANTENA 1 || PROGRAMA DE ANA ARANHA || CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO *

8.º Episódio: A vida e a obra de Carolina Beatriz Ângelo. Médica, republicana e sufragista, foi a primeira mulher a votar em Portugal. 

Neste programa de Ana Aranha, participam: Maria João Fagundes (bisneta), Vasco Ferreira (trineto) e o investigador João Esteves | 29 Abr, 2016.



sexta-feira, 29 de abril de 2016

[1457.] O QUE O TEMPO NÃO APAGOU [II] || CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO

* O QUE O TEMPO NÃO APAGOU || ANTENA 1 || PROGRAMA DE ANA ARANHA *

|| CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO || 29 DE ABRIL || 23 HORAS ||



A propósito deste programa de Ana Aranha, reproduz-se um excerto do texto escrito aquando do centenário do voto de CBA, em maio de 2011, celebrado na Universidade Nova de Lisboa

"Carolina Beatriz Ângelo e o Voto – Um não acaso

Apesar do voto de Carolina Beatriz Ângelo ser considerado como fortuito e, como tal, sistematicamente desvalorizado no contexto da I República, ele deve ser antes entendido no contexto de um processo iniciado nos últimos anos da Monarquia e que levou a esse desfecho não tão imprevisível como isso.

Embora se possa sempre invocar que se tratou de um acto isolado, sem consequências outras que não uma vitória individual, a que não seria alheio o facto do juiz que autorizou o recenseamento eleitoral de Carolina ser o pai da amiga Ana de Castro Osório, também não é menos verdade que o sufrágio feminino era o culminar de uma estratégia mobilizadora das militantes republicanas e que vinha sendo delineada antes do triunfo da República.

O voto, mais do que um acaso, só foi tornado possível porque a elite das republicanas funcionara, ainda durante a Monarquia, como um verdadeiro grupo de pressão junto dos dirigentes republicanos, por pertencerem à mesma geração e frequentarem meios e terem objectivos comuns.

A força da sua capacidade reivindicativa e mobilizadora foi potenciada pelo 5 de Outubro de 1910 e o sufrágio feminino restrito, ao ter adeptos importantes na nova governação, chega a ser encarado como uma possibilidade real, disso dando conta a jornalista e feminista francesa Madeleine Pelletier que se deslocara a Portugal para se inteirar do que se passava.

O seu voto só foi possível na sequência de uma revolução e quando o país ainda estava sob o efeito das suas consequências mais imediatas. Não por acaso, aconteceu sob a governação do Governo Provisório saído do 5 de Outubro e a sua aspiração seria definitivamente afastada com o triunfo do republicanismo mais conservador, patente nos governos subsequentes. Com ele, Carolina ganhou notoriedade em Portugal, reforçou a mobilização em torno da reivindicação do sufrágio feminino e contribuiu, de forma decisiva, para a internacionalização do feminismo português.

Considerar o sucedido a 28 de Maio de 1911 um acaso é não valorizar a intensa e persistente campanha que mobilizou, entre 1906 e 1911, cerca de dois milhares de mulheres em torno do reconhecimento de alguns dos seus direitos."

[João Esteves, Maio de 2011]