[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

[0886.] ELISA AMADO BACELAR [II]

* ASSOCIAÇÃO FEMININA PORTUGUESA PARA A PAZ *

|| COIMBRA || PORTO ||

* ELISA AMADO BACELAR *

Filha de Augusto Amado e de Maria da Luz Sá Amado, nasceu em Coimbra e faleceu no Porto. 

Irmã de Maria de Lourdes [n. 05/03/1906], de Eva [n. 21/01/1908] e de Abílio Amado [n. 29/12/1912].

Casou com Armando Filipe Cerejeira Pereira Bacelar [25/09/1918-02/09/1998], advogado e militante comunista na década de 40. 

Para além de ter sido impulsionadora do núcleo de Coimbra da Associação Feminina Portuguesa para a Paz, juntamente com Madalena Coelho Marques de Almeida, também pertenceu à Delegação do Porto, sendo a sócia nº 102, com residência em Vila Nova de Famalicão. 

Em 1942, viveu em Braga, cidade onde o marido estava a prestar um ano de serviço militar como oficial miliciano e em cuja casa, na Rua da Cónega, se realizaram várias reuniões políticas, nomeadamente com o casal Lino Carvalho de Lima [1917-06/01/1999] e Júlia Aguiar Lima. 

Subscreveu, no período a seguir à Guerra, as listas para a constituição do Movimento de Unidade Democrática (MUD).

Em 1949, aquando da prisão de Álvaro Cunhal [1913-2005] e de Militão Bessa Ribeiro [13/08/1896-02/01/1950] no Luso e sua transferência para a sede da PIDE do Porto, foi uma das pessoas que contribuiu para a divulgação da detenção daqueles e evitou que ela passasse despercebida aos familiares e à opinião pública. 

Em junho de 1958 participou, juntamente com Maria das Dores Cabrita e Cecília Areosa Feio, no 4º Congresso da Federação Democrática Internacional de Mulheres realizado em Viena.

Segundo investigação do Dr. Amadeu Gonçalves, assinou, em 1938, diversos textos no periódico O Trabalho, de Viseu. Colaborou na Vértice, revista de arte e cultura fundada em Coimbra em maio de 1942. Traduziu vários livros de história e de filosofia.

As duas irmãs - Maria de Lourdes e Eva - integraram a Delegação de Coimbra da AFPP e Eva e Abílio Amado foram presos pela PIDE em 1962.  

Feminae - Dicionário Contemporâneo [Lisboa, CIG, 2013], inseriu a biografia possível de Elisa Amado.

O livro de Jaime Alberto do Couto Ferreira dedicado a Joaquim Namorado – O herói do “Neo-realismo mágico” contém uma fotografia de grupo onde se pode ver, entre outros, Elisa Amado e Armando Bacelar e o casal Lino Lima e Júlia Lima.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

[0612.] CECÍLIA SIMÕES AREOSA FEIO [VI]


* CECÍLIA SIMÕES AREOSA FEIO *

[05/12/1921-08/02/1980]

EXTRATOS DA ENTREVISTA DADA A GINA DE FREITAS E PUBLICADA EM A FORÇA IGNORADA DAS COMPANHEIRAS [1975]

 
[...]

[Gina de Freitas, A força ignorada das companheiras, Plátano, 1975]

domingo, 20 de abril de 2014

[0597.] SILÊNCIOS... JOSÉ MANUEL TENGARRINHA [I]

* HISTÓRIA E HISTÓRIAS DAS OPOSIÇÕES *

01. Reescrevendo, a História das Oposições e da Resistência à Ditadura não é só uma listagem de nomes, embora também o seja.

02. Há nomes, sobretudo de mulheres, que importa redescobrir, tarefa tanto mais difícil por muitas destas não terem sido presas ou não constarem, directamente, de processos da polícia política.

03. Será possível continuar a silenciar na historiografia nomes como Maria Helena Magro, que viveu e morreu na clandestinidade sem nunca ter sido identificada, ou Cecília Simões Areosa Feio, cujo papel no seio da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos não é demais salientar? 

04. O que se aplica às mulheres, muito mais silenciadas, ignoradas ou menosprezadas pela historiografia, também se estende aos homens. Não se pode reduzir a notas de rodapé o papel oposicionista desempenhado por José Manuel Tengarrinha, um dos presos políticos libertados a 27 de Abril de 1974, nos anos sessenta e setenta, nomeadamente no âmbito da CDE/Comissão Democrática Eleitoral.

05. A História é sempre uma reconstrução de quem a escreve. E, como tal, depende de opções de quem a faz.

[0596.] Cecília Areosa Feio [V]



- Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos -
[11.12.1970]


sexta-feira, 18 de abril de 2014

quinta-feira, 17 de abril de 2014

[0587.] HELENA CABRITA [I] || CECÍLIA SIMÕES

* HELENA CABRITA *

* EXTRACTOS DA ENTREVISTA DE CECÍLIA AREOSA FEIO A GINA DE FREITAS *

[Gina de Freitas || A força ignoradas das companheiras || 1975]

quinta-feira, 10 de abril de 2014

quarta-feira, 9 de abril de 2014

[0581.] CECÍLIA SIMÕES AREOSA FEIO [III]


* CECÍLIA SIMÕES AREOSA FEIO *

** EXTRATOS DA ENTREVISTA A GINA DE FREITAS **

[Gina de Freitas, A força ignorada das companheiras, Plátano, 1975]

[0580.] CECÍLIA SIMÕES AREOSA FEIO [II] || 1921 - 1980

* CECÍLIA SIMÕES AREOSA FEIO *
[1921 - 1980]

Porque a reconstrução da História reflecte os pressupostos e opções do Historiador, bem como a natureza das fontes e bibliografia consultadas, há sempre omissões, por vezes involuntárias, outras deliberadas.

Talvez pela sua discrição ou por ter falecido há já bastantes anos, o papel interveniente de Cecília Simões Areosa Feio tem sido esquecido ou silenciado.

No entanto, ainda só como Cecília Simões, teve um papel activo na última fase do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas e integrou a Associação Feminina Portuguesa para a Paz.

Enfileirou, por altura da II Guerra, na oposição à Ditadura e, durante mais de 30 anos, foi um dos suportes de apoio aos presos políticos e suas famílias e um dos rostos da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, criada em 1969.

A 26 de Abril de 1974, juntamente com Maria Eugénia Varela Gomes e Rogério Paulo, discutiu com a Junta de Salvação Nacional, em nome da CNSPP, a situação dos presos políticos.
Pessoa muito discreta, suave, bondosa, enérgica e corajosa merece, nestes 40 anos sobre o 25 de Abril, ser condignamente recordada.

A oposição à Ditadura não teria sido possível sem estes nomes e rostos que importa redescobrir e divulgar.

Faleceu nova, com apenas 58 anos.

[João Esteves]

sábado, 22 de março de 2014

[0553.] FEMINAE [XVII] - Letra C

- ENTRADAS -


- LETRA C -

0173. Cacilda Machado 
0174. Camila Ávila de Castro
0175. Camila Simões
0176. Cândida de Lacerda
0177. Cândida Ribeiro Gaspar Caraça
0178. Carlota Fonseca 
0179. Carlota Mafra
Carlota Talassi - v. Carlota Talassi da Silva 
0180. Carlota Talassi da Silva
0181. Carlota Porfíria Veloso
0182. Carlota Rosa Lobato Pimentel Alegria
Carlota Veloso 
v. Carlota Porfíria Veloso
0183. Carmen Cardoso
0184. Carmen Martins
0185. Carmen Oliveira
0186. Carmen Osório
0187. Carmen Vaz Figueiredo
0188. Carolina Augusta de Almeida
0189. Carolina Augusta de Castro
0190. Carolina Corneta
0191. Carolina da Assunção Lima
0192. Carolina de Oliveira
0193. Carolina Emília
0194. Carolina Falco de Lacerda
0195. Carolina Felgas 
0196. Carolina Loff da Fonseca
 
0197. Carolina Matilde Esmeraldo
0198. Carolina Noémia Abranches de Sousa
0199. Carolina Santos
0200. Carolina Silva
0201. Carolina Tavares de Lemos
Casa de Abrigo - v. Instituto Monsenhor Airosa
Casa do Retiro - v. Instituto Monsenhor Airosa
0202. Casimira da Conceição Silva [Martins]
0203. Catarina Fontory
0204. Catarina José Baião da Lança Pereira de Sande Salema
Catarina Rafael - v. Catarina Ramos Machado Rafael
0206. Catarina Talassi
Cecília Areosa Feio - v. Cecília Simões Areosa Feio
0207. Cecília das Neves
0208. Cecília Machado
0210. Celeste Leitão
0211. Celestina Paladini
0212. Centro Espiritualista Luz e Amor
0213. Cesaltina das Dores
0214. Cesina Borges Adães Bermudes
0215. Cinira Alzira Polónio
Cinira Polónio - v. Cinira Alzira Polónio
0216. Clara Ermelinda Vieira
0217. Clara Lima
0218. Claudina Laborrière
0219. Claudina Rosa Botelho
0220. Clementina do Céu
0221. Clementina Santos
0222. Clotilde Augusta da Luz Xavier
0223. Clube Lisboeta de Senhoras
0224. Coeducação em Portugal
Colégio de Regeneração - v. Instituto Monsenhor Airosa
0225. Comendadeiras
0226. Comissão da Condição Feminina
0227. Comissão para a Política Social Relativa à Mulher
0228. Conceição de Almeida
0229. Conceição Mota Soares
0230. Conceição Vitória Marques
Condessa da Ega (2.ª) - v. Juliana Maria Luisa Carolina Sofia de Oeynhausen e Almeida
Condessa d’Edla - v. Elisa Frederica Hensler
0231. Condessa de Alto Marim
Condessa de Burnay (1.ª) - v. Maria Amélia de Carvalho Burnay
Condessa de Ficalho (5.ª) - v. Maria Josefa de Melo
Condessa de Mafra (4.ª) - v. Sofia Burnay de Melo Breyner
Condessa de Proença-a-Velha (1.ª) - v. Ludovina Augusta da Cunha Castro Meneses Pita
Condessa de Stroganoff - v. Juliana Maria Luísa Carolina Sofia de Oeynhausen e Almeida
Condessa de Tomar (1.ª) - v. Luísa Meredith Read
0232. Convento de Nossa Senhora do Bom Sucesso 
Cooperativa Editorial de Mulheres/IDM - v. Associações de Mulheres nas décadas de 70 e 80 do século XX
Coordenadora Nacional de Mulheres - v. Associações de Mulheres nas décadas de 70 e 80 do século XX
0233. Cremilda Torres
0234. Cruzada das Mulheres Portuguesas

[Edição da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) / 2013]

domingo, 12 de janeiro de 2014

[0468.] CECÍLIA SIMÕES AREOSA FEIO [I]


* CECÍLIA SIMÕES AREOSA FEIO *
[05/12/1921-08/02/1980]

[Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas / Associação Feminina Portuguesa para a Paz / Movimento de Unidade Democrática / Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos]


[pp. 185-190]

Nasceu a 5 de Dezembro de 1921 e faleceu a 8 de Fevereiro de 1980, com apenas 58 anos.   

Talvez pela sua discrição ou por ter falecido há já bastantes anos, o papel interveniente de Cecília Simões Areosa Feio continua esquecido ou silenciado na luta contra a Ditadura, no apoio aos Presos Políticos e seus familiares e na defesa dos direitos das mulheres.

Fez parte do grupo de jovens mulheres que aderiram ao Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas quando este passou a ser liderado por Maria Lamas.

Destacou-se como uma das mais assíduas intervenientes nas reuniões realizadas entre Novembro de 1945 e Junho de 1947, sendo então conhecida apenas por Cecília Simões. 

Eleita 2.ª Secretária da Direção (1945), integrou também a Comissão de Propaganda (1945 e 1946). 

Militou na Associação Feminina Portuguesa para a Paz, constando nos processos da PIDE o respetivo boletim de inscrição [Vanda Gorjão, Mulheres em tempos sombrios]. 

Assinou as listas, em 1945, para a constituição do Movimento de Unidade Democrática (MUD). 

Trabalhou até 1949, segundo Maria Alda Barbosa Nogueira, com esta e Maria das Dores Cabrita no sector de Mobilização e Organização das Mulheres Comunistas.  

Presa na vaga de prisões de 17 de Dezembro de 1949, ficou na mesma cela do Forte de Caxias com Georgette Ferreira, Maria Lamas e Virgínia Moura, sendo libertada sob caução. 

Participou, com Maria da Piedade Morgadinho, Maria José Ribeiro, Maria Luísa Costa Dias e Sofia Ferreira, no Congresso Mundial de Mulheres realizado em Helsínquia, em 1969. 

Entre 1969 e Abril de 1974, tornou-se um dos nomes mais ativos da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos (CNSPP). 

Teve, ainda, “uma atuação decisiva no acompanhamento aos filhos dos presos, organizando colónias de férias no norte do país para crianças e adolescentes de famílias afetadas pela repressão política” [Vanda Gorjão]. 

Foi entrevistada, em 1974, por Gina de Freitas e o depoimento encerra o livro A Força Ignorada das Companheiras, esclarecendo que desde meados da década de 40 que se preocupava com o auxílio aos presos e que colaborara no auxílio aos detidos no Tarrafal.

Em 1947, “quando grande número de jovens do MUD Juvenil estiveram presos, nas Faculdades organizávamos brigadas que iam a Caxias levar lanches e outros géneros de auxílio” [A Força Ignorada das Companheiras, pp. 186-187]. 

A 26 de Abril de 1974, juntamente com Maria Eugénia Varela Gomes e Rogério Paulo, discutiu com a Junta de Salvação Nacional, em nome da CNSPP, a situação dos presos políticos.

Viveu intensamente o período subsequente à revolução de 25 de abril de 1974, mantendo a militância política de sempre. 

Membro da União dos Resistentes Antifascistas Portugueses.

Feminae - Dicionário Contemporâneo, editado em 2013 pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, incluiu dados biográficos de Cecília Simões Areosa Feio.
  
[João Esteves]

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

[0112.] ALBINA FERNANDES [PATO] [I]

* ALBINA FERNANDES [PATO] *
[05/01/1929 - 02/10/1970]

 
[in Rose Nery Nobre de Melo, Mulheres Portuguesas na Resistência, Lisboa, Seara Nova, 1975, p. 216]

Apresentada como combatente da Resistência Francesa, apesar de ser demasiado jovem para tal, e activista comunista, a quem a PIDE infligiu violentas torturas psíquicas, Albina Fernandes foi julgada no dia 17 de Novembro de 1962, na sequência da prisão em 15 de Dezembro de 1961, no mesmo dia que o companheiro Octávio Pato, embora em locais diferentes.

Sem ter a quem os confiar, levou os filhos Isabel e Rui, de seis e dois anos, e manteve-os junto de si em Caxias: deitava-os no único divã e “descansava de joelhos no chão e com as mãos agarradas aos pulsos deles, para que não lhos tirassem” [A Forças Ignorada das Companheiras, p. 30], segundo descrição da própria a Maria Rodrigues Pato, a quem entregou os netos.

Condenada “na pena de prisão maior, na variável de 3 anos, na fixa de suspensão de direitos políticos durante quinze anos e no mínimo de Imposto de Justiça e na medida de segurança de internamento de seis meses a três anos prorrogável” [“Biografia Prisional”], acabou por permanecer seis anos e sete meses na Cadeia de Caxias.

Em Novembro de 1966, numerosos cidadãos assinaram uma petição a solicitar a sua libertação, atendendo a ter já cumprido a pena a que tinha sido condenada e ao debilitado estado de saúde em que se encontrava.

Só lhe foi concedida a liberdade condicional a 9 de Julho de 1968 e solta a 11, depois de devidamente fotografada.


Suicidou-se em 2 de Outubro de 1970, com apenas 41 anos de idade, situação denunciada pela Circular n.º 6, de 23 de Outubro de 1970, da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos.





A mesma Comissão, em telegrama enviado ao Presidente do Conselho Marcelo Caetano e subscrito, entre outros, por Cecília Areosa Feio, Maria Eugénia Varela Gomes e Sophia de Mello Breyner Andresen, responsabi­lizou directamente o Governo pelo “trágico acontecimento consequência não só longa prisão sofrida condições desumanas como cruel expec­tativa quanto à situação seu marido Octávio Rodrigues Pato preso há nove anos cumprindo agora medidas de segurança” [Presos Políticos – Documentos 1970-1971, pp. 65-66].

Segundo notícia publicada no jornal Avante! de Novembro de 1970, o seu funeral “incorporou cerca de 1.500 pessoas” [Avante!, n.º 422, p. 4, col. 3].

Escassos meses após o 25 de Abril de 1974, Cecília Areosa Feio sublinhou, em depoimento a Gina de Freitas, a importância de recordar Albina Fer­nandes, que “foi uma combatente da Resistência francesa, foi uma militante activa no Partido Comunista Português, lutou na clandestinidade, foi presa, sofreu seis anos de prisão, foi libertada, lutou corajosamente pela libertação do seu marido e contudo não conseguiu resistir às tortu­ras que sofreu e que lhe causaram perturbações graves no sistema nervoso” [A Força Ignorada das Companheiras, pp. 188-189].

Sofia Fer­reira [1922-2010] responsabilizou o conhecido médico da PIDE José Godinho Gama Barata pelo falecimento precoce, por não lhe ter prestado “nenhuma assistência, apesar de ter sido testemunha visual de inúmeras crises nervosas e psíquicas que ela teve na prisão” [testemunho a Rose Nery Nobre de Melo, p. 56]; e Maria Eugénia Varela Gomes, sua companheira de cela, em conversa com Manuela Cruzeiro, referiu a forma impiedosa como os filhos pequenos e a mãe foram tratados na cadeia.

Rosa Nery insere a “Biografia Prisio­nal” no livro Mulheres Portuguesas na Resistên­cia.

Também conhecida por Albina Pato ou Albina Fernandes Pato, usou o pseudónimo “Rosália”.

[João Esteves]