[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]

quinta-feira, 2 de junho de 2022

quarta-feira, 1 de junho de 2022

[2827.] LIGA REPUBLICANA DAS MULHERES PORTUGUESAS || NÚCLEO DE SETÚBAL - FEVEREIRO DE 1911

 * LIGA REPUBLICANA DAS MULHERES PORTUGUESAS *

NÚCLEO DE SETÚBAL || FEVEREIRO DE 1911

O jornal O Radical dá conta da constituição do núcleo de Setúbal da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas.

[O Radical || 19/02/1911]

[João Esteves]

[2826.] LIGA REPUBLICANA DAS MULHERES PORTUGUESAS || REPRESENTAÇÃO DE 03/02/1911

 * LIGA REPUBLICANA DAS MULHERES PORTUGUESAS *

REPRESENTAÇÃO || 03/02/1911

Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo e Maria Laura Monteiro Torres, em nome da Comissão de Propaganda Feminista da LRMP, entregam uma representação a Teófilo Braga, Presidente do Governo Provisório, onde se reclama o direito de voto para a mulher economicamente independente. É assinada por toda a comissão de propaganda feminista e sufragista e Teófilo Braga «comprometeu-se a apresentá-la na primeira reunião de ministros, pois que as reivindicações que nela se fazem são de justiça e estão em harmonia com as suas ideias» [“Propaganda feminista e sufragista”, O Mundo, 04/02/1911, p. 2, col. 4].

[O Radical || 12/02/1911]

«Reclamações 
A Comissão de propaganda feminista da «Liga Republicana das Mulheres Portuguesas» foi no dia 3 recebida pelo sr. Dr. Teófilo Braga, digno presidente do Governo Provisório, apresentando-lhe a representação que a seguir publicamos.
O ilustre homem de ciência, depois de ouvir ler a representação, cumprimentou as senhoras presentes pelo trabalho apresentado, dizendo-lhes que de todo o seu coração advogaria uma causa tão justa e que tão claramente corresponde à evolução da sociedade moderna. O sr. Dr. Teófilo Braga disse, numa verdadeira e interessante conferência sobre o feminismo, palavras de tanta lucidez e tanta verdade, que bom seria fossem escutadas por aqueles que sem ciência nem consciência falam levianamente de coisas que nem sabem explicar e muito menos compreender.
 
Representação
 
Ao Ex.mo Sr. Dr. Teófilo Braga e mais membros do Governo Provisório da República
 
Cidadãos:
 
A «Liga Republicana das Mulheres Portuguesas», tendo muitos e variados assuntos a tratar dentro do seu vasto plano de orientação e auxílio moral da mulher, delegou, na comissão que assina a presente, o especial encargo da propaganda feminista e do estudo e reclamações a fazer sobre as leis existentes e as que o Governo venha a promulgar sob o ponto de vista de interesse feminino. 
Cumprindo pois o mandato que nos foi concedido, nós vimos ainda uma vez mais reclamar para o nosso sexo o sufrágio nas condições modestíssimas em que julgamos de nosso dever fazê-lo, para não pôr o Governo Provisório na contingência desagradável de recusar o que constitui uma das mais nobres afirmações do Partido Republicano – a igualdade de direitos da mulher.
Nós desejamos que a República nascente, para a qual trabalhámos com o entusiasmo da nossa propaganda, e que já tem legislado tão larga e nobremente, não cometa o erro imperdoável que a grande revolução francesa cometeu, negando à mulher todos os direitos políticos, tendo-se aliás servido dela para a sua propaganda na oposição.
Nós não vimos reclamar, porque isso seria pedir por agora um impossível social, o sufrágio universal, como  à luz da razão e da ciência seria justo, mas vimos reclamar o que temos feito desde o princípio: o direito de voto para as mulheres que pela sua posição especial devem poder exercê-lo; isto é – as que contribuam para a colectividade com o dinheiro das suas contribuições directas, as que exerçam uma profissão científica ou literária, as que sendo independentes moral e economicamente não podem, por uma imposição do preconceito e da rotina, continuar na República a viver no regímen vexante dos tutelados, fora da sociedade como os cretinos.
O voto como o pedimos é apenas o estabelecimento dum princípio de justiça, o qual, honrando o Governo da República, auxiliará a nossa propaganda, pois que a mulher tratará de trabalhar e se elevar para obter o direito que hoje apenas a uma minoria pequena aproveitará.
Vimos também reclamar para as mulheres o direito de serem votadas e nomeadas para todas as comissões pedagógicas de higiene e assistência, como para as juntas paroquiais e municipais, onde por certo farão bons serviços, por isso que a mulher é, talvez mais do que o homem, amante do seu torrão, agarrada à sua pequenina pátria – quer dizer à sua localidade – que desejará ver aumentada e melhorada. Assim, aproveitando a tendência regionalista da mulher, a República poderá encontrar no seu trabalho um bom auxílio para a renovação pátria.
A terra portuguesa, tão baixo caída pela criminosa incúria da monarquia, necessita para se erguer à altura que lhe compete do concurso de todos os cidadãos, e a mulher é um factor que não pode nem deve desprezar neste momento único de renovação social. Por isso, cidadãos, nós vimos requerer parta a mulher o direito de trabalhar pelo ressurgimento duma Pátria que também julga pertencer-lhe.
Em todos os países civilizados a mulher é hoje ouvida e chamada, especialmente nas questões pedagógicas, desempenhando cargos nos altos conselhos da instrução. Em Portugal, onde há mulheres da competência de Carolina Michaëlis de Vasconcelos, as reformas do ensino serão feitas sem que se chame a dar a sua opinião esta senhora, ou qualquer outra que do assunto tenha largo conhecimento?
Terminando por agora, não podemos deixar de vir reclamar contra o limite de idade, que é sempre vexante e injusto, e para a mulher muito mais ainda porque no nosso país onde a sua educação é tão descurada, só tarde ela pensa em adquirir uma posição que a torne independente, e que a incúria das famílias lhe não deu em moça.
Assim, nós pedimos que seja abolido o limite de idade para a admissão nas Escolas Normais, nas Juntas do Crédito Público e outras, como já conseguimos que fosse abolido para as estudantes de enfermagem, por pedido directamente feito pelas signatárias D.ra Carolina Beatriz Ângelo e Ana de Castro Osório ao actual enfermeiro-môr do hospital de S. José, o sr. Dr. Augusto de Vasconcelos.
Finalizando, não podemos deixar de cumprimentar o sr. Ministro do Interior pelo seu decreto que garante às professoras dois meses de descanso, com vencimento, no último período de gravidez e no primeiro depois do parto.
É uma medida de salvação pública que desejaríamos ver estender-se com força de lei a todos os empregos exercidos pelas mulheres, principalmente nos trabalhos violentos da indústria, sendo os patrões obrigados ao mesmo que o Governo se obriga hoje para as professoras, e amanhã fará a todas as suas empregadas.
A maternidade é a dolorosa e difícil contribuição de sangue que a mulher paga à sociedade; portanto é justo que a República, que olha carinhosamente pelos seus soldados, não despreze as mães, que mais ainda necessitam de protecção e amparo.
Não podemos terminar sem muito especialmente saudar, na nova legislação portuguesa, em que a mulher começa a ser considerada um indivíduo consciente e autónomo, a obra grandiosa do sr. Dr. Afonso Costa.
Saúde e fraternidade
Lisboa, 3 de Fevereiro de 1911
(a.a.) D.ra  Carolina Beatriz Ângelo
         Joana de Almeida Nogueira
         Virgínia da Fonseca
         Rita Dantas Machado
         Laura Monteiro Torres
         Adelaide da Cunha Barradas
         Constança Dias
         Ana de Castro Osório
[O Radical, 12/2/1911]

[João Esteves]

[2825.] MARIA CLARA CORREIA ALVES || LEI DO REGISTO CIVIL - 09/02/1911

 * MARIA CLARA CORREIA ALVES *

CARTA AO JORNAL O MUNDO || 09/02/1911

O Mundo publica uma carta de Maria Clara Correia Alves, onde a Livre Pensadora se pronuncia sobre a lei do Registo Civil.

[O Mundo || 09/02/1911]

[João Esteves]

[2824.] AQUILINO RIBEIRO || ASPECTOS FEMINISTAS - 08/02/1911

 * AQUILINO RIBEIRO *

"ASPECTOS FEMINISTAS" 

A CAPITAL || 08/02/1911

[A Capital || 08/02/1911]

[João Esteves]

quinta-feira, 26 de maio de 2022

[2820.] COLÓQUIO INTERNACIONAL "TRABALHO (NO) FEMININO (1850-1926) - HISTÓRIA DOS AÇORES" || 20, 21 E 22 DE JUNHO DE 2022

 TRABALHO (NO) FEMININO (1850-1926) - PERCURSOS E GEOGRAFIAS *

COLÓQUIO INTERNACIONAL

PONTA DELGADA - S. MIGUEL (AÇORES) || 20, 21 e 22 de Junho de 2022


PROGRAMA

20 de junho de 2022

Anfiteatro da UAc

8h30 – Abertura do Secretariado

9h00 – Sessão de Abertura

9h30 – Conferência de Abertura 

Irene Vaquinhas (Universidade de Coimbra) - “Familiar de faroleiro também é profissão”. Mulheres e trabalho em Portugal no século XIX e inícios do século XX: fontes e problemáticas.

10h15 – Coffee-Break

Painel - Trabalho e Empoderamento Feminino

Moderador(a) | Moderator: Cristina Moscatel

10h30 – Pedro Urbano (IHC - NOVA FCSH/ IN2PAST; CEC- FLUL) - Ao serviço da Rainha: poder informal, agency e micropolítica feminina na monarquia constitucional portuguesa.

10h50 – Adriana Mello Guimarães (IPPortalegre/ CLEPUL) - Jornalismo no feminino: o contributo de Alice Moderno. | online

11h10 – Carmen Marina Vidal Valiña (UEMC) - Las Bibliotecas: un ámbito pionero de trabajo femenino en la España de las tres primeras décadas del Siglo XX. | online

11h30 – Elisa Fauth (CH – ULisboa) - Legislação trabalhista e o trabalho feminino no governo de Getúlio Vargas.

11h50 – Isabel Araújo Branco (CHAM - NOVA/UAc) – A mulher trabalhadora que se torna miliciana: a Guerra de Espanha em textos de María Teresa León. | online

12h10 – Silvia Canalejo Alonso (Universidad de Granada) – Trabajo femenino en Economía Doméstica durante el franquismo. | online

12h30 – Carolina Nascimento (FCSH – UNL) – Da reivindicação à autogestão: uma análise de Oliveira do Caso da Fábrica Sogantal, a partir do Jornal Combate e do Jornal da Sogantal, no contexto do período revolucionário português do século XX.

Debate

13h00 – Interrupção para almoço | Lunch break

Painel - Educação, Emancipação e Feminismo

Moderador(a): Daniela Soares

14h30 – Joana Dias Pereira (IHC – NOVA FCSH) – Working women, Labour and Feminist Movements in the 19th and 20th centuries.

14h50 – Angela Virginia Brito Ximenes (NEDH/UCSAL/CNPq); Vanessa Ribeiro Simon Cavalcanti (NEDH/UCSAL) e Fernanda Lédo Flôres (UFBa) – Mulheres na História: Protagonismos femininos em contexto brasileiro (séculos XIX e XX).

15h10 – Anabela Silveira (Investigadora Independente) - “Independentar pelo trabalho”: um dos eixos do pensamento feminista de Beatriz Pinheiro (Viseu, 1871- Lisboa, 1922). | online

15h30 – Célia Cordeiro (CHAM Açores - NOVA/UAc) – O Manifesto Feminista Português e o Direito das Mulheres ao Exercício de uma Profissão na Europa.

15h50 – Camila Almeida Belarmino (Universidade de S. Paulo) – Arquitetura e amnésia social: em busca das primeiras arquitetas formadas no Brasil. | online

16h10 – Licínio M. Vicente Tomás (CICS.NOVA.UAc) – Filha és, mãe-trabalhadora serás: a trajectória de mulheres nas diferentes gerações face à procura ativa de trabalho remunerado.

Debate

16h45 – Coffee-Break

Painel - Empreendedoras, Empresárias e Cientistas

Moderador(a): N’zinga Oliveira

17h00 – Luíra Freire Monteiro (UEPB – Brasil) – Donas de bens e de gentes: propriedade e empreendedorismo feminino na Capitania da Parahyba (1727-1820). | online

17h20 – Gonçalo de Vasconcelos e Sousa (EA/UCP; CITAR (EA/UCP) – A Ourivesaria no feminino em Portugal no século XIX.

17h40 – Johanne Arnfred (Lund University) – Female ownership of artisan workshops in Southern Sweden, 1840-1880.

18h00 – Valéria Andrade (UFCG) – Josefina Álvares de Azevedo (1851-1913), Jornalista: de Empresária a Empreendedora Social. | online

18h20 – Bruna Valério (CHAM Açores – NOVA/UAc) – “Por preços módicos" - mulheres, trabalho e publicidade nos Açores de 1850 a 1926.

18h40 – Teresa Perdigão (IELT – UNL) e Norberta Amorim (CITCEM/FL-UPorto) – A Primeira geração de rendeiras da ilha do Pico Uma indústria sustentada no feminino.

Debate

21 de junho de 2022

Anfiteatro da UAc (a designar) 

Painel – Operárias, camponesas e artesãs

Moderador(a): Filipa Lowndes Vicente

9h30 – Tamara González López (Universidad de Coruña) – Carregar enjeitados: a profissionalização duma necessidade social (Galicia - siglo XIX). | online

9h50 – Ana Alcântara (IHC - NOVA FCSH / ESE/IPS) – Mulheres no território. O trabalho fabril feminino na Lisboa do final do século XIX. | online

10h10 – Teresa María Ortega López (Universidad de Granada) – La “cuestión agraria”, una “cuestión de género”. Trabajo, imágenes y representaciones de las mujeres del campo en España 1890-1936.

10h30 - Maria Izilda Matos (PUC - S. Paulo) – Mulheres imigrantes portuguesas: presença e ocultamento (São Paulo/Br., sécs. XIX e XX). | online

10h50 – Coffee-Break

11h10 – Paulo Marques Alves (ISCTE-IUL / IHC - NOVA FCSH) – Sindicalismo, sexismo, separatismo: o caso das operárias conserveiras de Setúbal no dealbar do século XX. | online

11h30 – Ana Cristina Sousa; Cecília Cardoso e Diana Felícia (CITCEM – FL-UPorto) - “O outro lado do espelho”: O papel das mulheres nos trabalhos de ourivesaria, marcenaria e fundição de ferro em Gondomar.

11h50 – Catarina Veiga dos Santos (HTC/CFE FCSH-UNL) – A Fábrica no feminino: As mulheres operárias na cidade de Lisboa (1910-1976). | online

12h10 – Cristina Somolinos Molina (Universidad de Alcalá – CHAM – NOVA/UAc) - “La ‘mujer nueva’ ha hablado”: diálogos entre Luisa Carnés y Alexandra Kollontai en Tea rooms. Mujeres obreras (1934). | online

12h30 – Susana Pacheco (Arqueóloga Independente) – Why do we need a gender archaeology when studying factories? | online

Debate

13h00 – Interrupção para almoço | Lunch break

Painel - Operárias, camponesas e artesãs (cont.)

Moderador(a): Bruna Valério

14h30 – Laura Cabezas Veja (Universidad de Granada) – Trabajo femenino en los poblados de colonización del franquismo. | online

14h50 – Frederica Claro de Armada (UMAR) – Mulheres Mineiras e Contrabandistas em Tempos de Guerra.

15h10 – María Mercedes Chinea Oliva (Universidad de La Laguna) - “Demando a …”. Análisis de las reivindicaciones laborales de las mujeres rurales a través de los expedientes de la Junta de Conciliación Local de Adeje (Sur de Tenerife), 1960-1966. | online

15h30 – Daniela Soares e N’zinga Oliveira (CICS.NOVA e CHAM Açores -NOVA/UAc) – Vidas em casa alheia: mulheres do trabalho doméstico.

Debate

16h00 – Coffee-Break

Painel - Mulheres na Saúde e no Ensino

Moderador(a): Ana Cristina Gil

16h20 – Joana M. Couto (CHAM Açores – NOVA/UAc) – Parteiras na ilha de São Miguel no último quartel do século XIX.

16h40 – Clarisse Ismério (Urcamp) – Professoras: o ofício da docência como impulsionador do protagonismo feminino no Rio Grande do Sul Republicano. | online

17h00 – Susana Serpa Silva (CHAM Açores – NOVA/UAc) – Mulheres na Medicina: o exemplo da micaelense Joana de Freitas Pereira (1880-1966).

17h20 – Geneviève de Viveiros (Western University-Canada) – Women in academia during the Belle Époque: Hilda Baynes (1884-1959). | online

17h40 – Susana Santos (Cies.ISCTE-IUL) – Mulheres no ensino do Direito – das pioneiras à academia neoliberal. Histórias de ativismo e sororidade.

18h00 – Clézio dos Santos (UFRRJ – Brasil) – Os processos formativos em Geografia no Brasil e a contribuição da Professora e Geógrafa Amélia Americano Domingues de Castro. | online

18h20 – Piedade Lalanda (ESS - UAc) – Mulheres e anjinhos.

Debate

Jantar do Colóquio | Conference Dinner

22 de junho de 2022

Anfiteatro da UAc (a designar)

Painel - Percursos Femininos Singulares

Moderador(a): Leonor Sampaio da Silva

9h30 – Juliana Fontes de Lima e Luan Ferreira da Silva Paz (UEPB – Brasil) – Josefa de Óbidos e sua contribuição para a arte barroca do século XVII. | online

9h50 – João Esteves (Agrupamento de Escolas de São Bruno – Caxias) – Duas feministas açorianas: Alice Moderno e Maria Evelina de Sousa. | online

10h10 – Ana Barradas (Investigadora Independente) – Alice e Evelina, um grande amor.

10h30 – Isabel Drumond Braga (CIDEHUS-Univ. Évora e CH-ULisboa) – Bertha Rosa-Limpo (1894-1981): música, culinária e cosmética em Portugal.

10h50 – Coffee-Break

11h10 – Andreia Santos Silva (FCSH-NOVA) – Regina Santos de Jesus (1904-1969): Mulher artista, militante, professora, condecorada com a ordem do esquecimento. | online

11h30 – Víctor J. Ortega Muñoz e María Dolores Ramos Palomo (Universidad de Málaga) - “Dos periodistas que abrieron caminos en la prensa española en el siglo XX: Magda Donato (1898-1966) y Margarita Landi (1918-2004)”. | online

11h50 – Luan Ferreira da Silva Paz e Mylena Santos de Magalhães (UEPB – Brasil) – Uma Mulher das Letras: Anayde Beiriz e sua Literatura e Feminismo Diante da Revolução de 1930. | online

12h10 – Riccardo Cocchi (UAb) – António Custódio das Neves: Um pretexto para uma reflexão em torno de identidade e género sobre um caso sui generis. | online

Debate

13h00 – Interrupção para almoço | Lunch break

Painel - Mulheres nas Letras e nas Artes

Moderador(a): Susana Serpa Silva

14h30 – Cátia Costa Rodrigues (University of London) – Modelling as Work? The Employment of Women as Artists’ Models, 1850-1870. | online

14h50 – Cristina Moscatel (CHAM Açores – NOVA/UAc) – A presença feminina nas exposições artísticas do século XIX na ilha de São Miguel.

15h10 – Elisa Lessa (CEHUM - UMinho) – Mulheres artistas em Braga nos finais do século XIX e princípios do século XX.

15h30 – António R. Telles Costa (HTC - CEF da NOVA- FCSH) – Pianistas, harpistas e violoncelistas nos sécs. XIX e XX: a aptidão musical feminina da família Luizello. Breves apontamentos biográficos. | online

15h50 – María del Castillo García Romero (Universidad de Sevilha e Universidad de Cádiz) - De las mujeres y su intervención artística. Relaciones, dependencias e intercambios entre la práctica y el coleccionismo (ss. XIX-XX). | online

16h10 – Coffee-Break

16h30 – Miriane Borges Valle (UNESP – Brasil) – Mulheres instrumentistas no Choro paulistano. | online

16h50 – Jaqueline dos Santos Cunha (UFG-Brasil) – O ingresso das mulheres na cena das histórias em quadrinhos no Brasil. | online

17h10 – Leonor Sampaio da Silva (CHAM Açores – NOVA/UAc) – Escrita no feminino: leitoras, escritoras e tradutoras.

17h30 – Ana Cristina Correia Gil (CHAM Açores – NOVA/UAc) – “Madalena Férin: a ilha e a escrita”.

17h50 – Joana Baião (IPB) – Dos Caminhos Pictóricos de Graça Morais: A Mulher, As Mulheres. | online

Debate

18h30 – Conferência de Encerramento 

Patrícia Zakreski (University of Exeter) – Crafting Professionalism: Victorian Women Writers and the Decorative Arts.

[2819.] RESISTÊNCIA NO FEMININO || AS MULHERES E A GUERRA CIVIL ESPANHOLA (1936 - 1939)

 * RESISTÊNCIA NO FEMININO *

2ª SESSÃO || EM TEMPOS DE GUERRA

AS MULHERES E A GUERRA CIVIL ESPANHOLA

(1936 - 1939)

26/05/2022 || 18.00 || Fundação Mário Soares e Maria Barroso

O ciclo de conferências Resistência no Feminino procura resgatar memórias e testemunhos de mulheres que resistiram de diferentes formas à opressão, discriminação e repressão. Trata-se de falar sobre mulheres enquanto sujeitos históricos ativos e intervenientes, criadores de mudança, a quem é fundamental reconhecer e recordar o seu papel na resistência. Para tal, convocamos todos os cidadãos, instituições e a comunidade em geral para a participação num espaço de encontro, que permita a partilha, o debate e a reflexão sobre estas problemáticas, procurando interligar as experiências individuais de cada uma destas mulheres, resistentes, com a própria sociedade. 

A segunda conferência promovida por Resistência no Feminino, no dia 26 de Maio de 2022,  cujo título é “Resistência Feminina em tempos de guerra: as mulheres e a Guerra Civil Espanhola (1936-1939)” tem por objetivo debater a experiência coletiva das mulheres, a sua atividade e o seu papel na resistência antifascista durante a Guerra Civil Espanhola. 

Célebres ou anónimas, heroínas das trincheiras ou simplesmente mulheres que tratavam de sobreviver às duras e trágicas circunstâncias provocadas pelo confronto, o seu papel na resistência tem de ser reconhecido e recordado. Não se pode pensar a Guerra Civil Espanhola, ou qualquer outra guerra, sem ter em consideração a realidade das mulheres e a sua resistência. 

Intervenções:

- “Milicianas, mujeres combatientes. De iconos del antifranquismo a la estigmatización social” - ANA MARTÍNEZ RUS – Universidad Complutense de Madrid.

- “Mulheres fotografadas, mulheres (re)apresentadas. Espanha, 1936-1939” - BEATRIZ DE LAS HERAS – Universidad Carlos III de Madrid

- “O marco de 1936: mulheres na fronteira galaico-portuguesa, entre a repressão e a resistência” - PAULA GODINHO – Universidade Nova de Lisboa.

Comentário de RÚBEN LEITÃO SERÉM – University of Nottingham (UK).

Moderação: Maria Fernanda Rollo, Historiadora, HTC – CFE, NOVA FCSH e Fundação Mário Soares e Maria Barroso.

Para mais informações consulte o site: https://resistencianofeminino.fcsh.unl.pt.

Para proceder à inscrição para assistir ao evento: https://resistencianofeminino.fcsh.unl.pt/inscricoes/

O link da transmissão:  https://videoconf-colibri.zoom.us/j/85473849367.

sábado, 14 de maio de 2022

[2818.] ALICE SAMPAIO || "A DEMOCRACIA E A MULHER PORTUGUESA" - 1969

 * ALICE SAMPAIO *

[18/03/1927 - 14/05/1983]

Texto publicado no Diário de Lisboa de 29 de Setembro de 1969, no âmbito do Suplemento dedicado às eleições para a Assembleia Nacional de Outubro desse ano.

"A democracia e a mulher portuguesa"

[Diário de Lisboa || 29/09/1969]

[João Esteves]

sexta-feira, 13 de maio de 2022

[2817.] MANIFESTO DOS CANDIDATOS INDEPENDENTES PELO CÍRCULO DE AVEIRO || OUTUBRO DE 1957

 "ELEIÇÕES" PARA A ASSEMBLEIA NACIONAL DE 3 DE NOVEMBRO DE 1957 *

Manifesto dos Candidatos Independentes pelo Círculo de Aveiro || Outubro de 1957

No âmbito das "eleições" de 3 de Novembro de 1957 para a Assembleia Nacional, a Oposição constituiu listas em Aveiro, Braga, Lisboa e Porto, tendo só a lista independente de Braga chegado a ir às urnas. 

Aveiro e Porto desistiram não participar no acto eleitoral em vésperas da sua realização e a lista de Lisboa não foi aceite sob o pretexto de ter sido entregue fora do prazo. Faro também elaborou uma lista, mas não a chegou a apresentar.

Assinam este Manifesto os Candidatos efectivos por Aveiro: 

- Alfredo Ângelo Vidal Coelho de Magalhães [1919 - 1988], arquitecto

- Júlio Correia da Rocha Calisto [1897 - 1973], advogado

- Manuel Augusto dos Santos Pato [1918 - 1975], médico

- Manuel Joaquim da Costa Pereira [1911 - 1981], advogado; 

- Manuel Martins das Neves [1919 - 1997], professor e advogado

- Virgílio Pereira da Silva [1888 - 1963], advogado e notário.

[João Esteves]

[2816.] OS DEMOCRATAS DE BRAGA || 1949 - 1970

* OS DEMOCRATAS DE BRAGA *

1949 - 1970

Porto, distribuição da Editorial Inova || 1973


Em 1973, Humberto Soeiro encabeçou a seleção e edição do livro Intervenção Política, recolha de documentos publicados entre 1949 e 1970 "por democratas do distrito de Braga que desenvolveram, nas duras condições da «guerra fria» que caracterizaram a ditadura fascista nas décadas de 50 e 60, uma acção pública sistemática na vida política portuguesa com vista a criar condições necessárias para o estabelecimento de uma democracia nacional e progressista."

Documentos reunidos no livro

1. Política económica do Governo de Salazar / 1949

Relatores: Armando Castro, Lino Lima

2. O Manifesto Eleitoral de 1957 (10/09/1957)

Relatores: Lino Lima, Victor de Sá

3. Aos Portugueses / Manifesto de 1959 (14/01/1959)

Relatores: Lino Lima, Victor de Sá

4. Conferência de Imprensa nas Eleições Legislativas de 1965

Relatores: Santos Simões, Eduardo Ribeiro

5. Um Momento Político. Análise da situação em 5 de Outubro de 1968. Colóquio

Relator do texto apresentado à discussão: Lino Lima

Intervenções: Humberto Soeiro, Santos Simões, Manuel Fernandes, Manuel Cunha, Eduardo Ribeiro, Teófilo Nunes Bento, Aristides Couto, Júlio Sereno, José Correia de Azevedo, José Manuel Barbosa, Pinheiro Braga, Domingos Gomes dos Santos, César Príncipe

6. Unidade Política e Acção Política - Comunicação ao II Congresso Republicano de Aveiro / Maio de 1969

Relator: Lino Lima

7. Nova Cartilha do Povo / Setembro de 1969

Relator: Santos Simões

Conselho de Leitura: Lino Lima, Victor de Sá, Armando Castro

8. O Momento Político / Manifesto Eleitoral- Outubro de 1969

Relator: Lino Lima

9. Política das Relações entre a Igreja Católica e o Estado / Outubro de 1969

Relatores: Joaquim Loureiro, Lino Lima

Assinam os Candidatos da CDE (Lista D): António Marinho Dias, Eduardo Ribeiro Martins, Joaquim António dos Santos Simões, José Araújo Pereira Sampaio, Lino Carvalho de Lima, Maria Margarida Braga Malvar

10. O Problema Ultramarino / Outubro de 1969 (01/10/1969)

Relatores: Lino Lima, Joaquim Loureiro, Humberto Soeiro

11. A Política Cultural / Outubro de 1969

I - Cultura

Relator: Victor de Sá

II - Educação

Relator: Santos Simões

12. A Política da Segurança Social/ Outubro de 1969

Relatores: José Sampaio, Alberto Pedroso

13. A Política da Juventude / Outubro de 1969

Relatores: Margarida Malvar, Lino Lima

14. A Política do Desporto / Outubro de 1969

Relator: Santos Simões

15. A Política  do Turismo / Outubro  de 1969

Relator: Santos Simões

16. A Situação da Mulher Portuguesa / Outubro de 1969

Relatores: Margarida Malvar, Lino Lima

17. A Política da Habitação / Outubro de 1969

Relator: Eduardo Ribeiro

18. O Problema da Agricultura / Outubro de 1969

Relator: Lino Lima

19. As Medidas de Segurança/ Outubro de 1969

Relator: Marinho Dias

20. Aos Jovens do Distrito de Braga / Outubro de 1969

Relatores: José Manuel Mendes, José Manuel Barbosa

21. Telegramas

22. Relatório Sobre a Política Ultramarina e o Discurso do Presidente do Conselho em 27 de Setembro de 1970 (04/10/1970)

Relator: Lino Lima 

Humberto Trindade Soeiro (28/06/1921 - 06/01/1999, licenciado em Ciências  Históricas e Filosóficas [1947] e em Direito [1955] pela Universidade de Coimbra, foi professor do Ensino Primário e do Ensino Secundário Técnico.

Tal como Lino de Carvalho Lima (21/02/1917 - 07/01/1999) e Victor de Sá, entre muitos outros, revelou-se um nome fulcral da oposição à ditadura fascizante do Estado Novo em Braga.

Devido à sua intensa e corajosa atividade política, o regime não permitiu que nas eleições de 1969 o seu nome constasse na lista da CDE (Comissão Democrática Eleitoral) apresentada naquele distrito, sendo substituído por Joaquim António dos Santos Simões. O mesmo sucedeu a Victor de Sá, substituído por José de Araújo Pereira Sampaio que seria, depois do 25 de Abril, governador civil de Braga [1974-1975].

[João Esteves]

[2815.] JOÃO GOMES JÚNIOR || DEPORTADO PARA ANGRA DO HEROÍSMO EM 1936

JOÃO GOMES JÚNIOR  *

[1872 - 1957]

DEPORTADO PARA ANGRA DO HEROÍSMO EM 1936

[João Gomes Júnior || Fotografia prisional tirada em Coimbra, datada de 29/08/1936 || ANTT, Registo Geral de Presos/4058]

João Gomes Júnior é um dos muitos nomes que passa despercebido na historiografia da 1.ª República e na da Oposição à Ditaduras Militar e Estadonovista e, no entanto, foi um denodado republicano, antes da República, e corajoso opositor do regime instaurado em 28 de Maio de 1926, tendo sido perseguido, preso e deportado já sexagenário.

Filho de Guilhermina dos Prazeres e de João Gomes, nasceu em Coimbra, em 9 de Novembro de 1872, e casou com Mariana da Conceição Gomes [10/09/1875 - 1961(?)], tendo o casal tido nove filhos [Carlos Gomes, Jaime, José Gomes dos Santos, Berta, Felismina, Mário Gomes dos Santos, João, Maria Adelaide e uma rapariga falecida ainda bebé].

Industrial, serralheiro de reconhecida arte e comerciante, foi ativista do Partido Republicano de Coimbra - Comissão Paroquial da Freguesia de Santa Cruz, onde era, em 1910, o respectivo Secretário, sendo um dos muitos cidadãos que, em 6 de Outubro, assinou o Auto de Proclamação da República em Coimbra elaborado na sede do Município. 

Aquando do triunfo da Ditadura Militar, enfileirou a oposição ativa republicana e sofreu duras consequências políticas, económicas e familiares. Amigo e correligionário de Bissaya Barreto [1886 - 1974], fez questão de cortar relações e não mais lhe dirigir a palavra na sequência do posterior posicionamento ideológico deste.

Nos anos 30, a partir da mercearia que detinha na Rua da Sofia, colaborou com alguns dos filhos na impressão e difusão do jornal A Verdade, afeto a Afonso Costa, sendo aquele estabelecimento "também frequentado assiduamente por tertúlias de vários «desafetos» ao regime" [Alberto Vilaça]. 

Na sequência desse envolvimento, andou quase três anos fugido à Polícia Política, escondendo-se onde podia na zona da Figueira da Foz, Lares e Coimbra, inclusivamente em estações de comboio, foi condenado, preso e deportado. O armazém, que abastecia a cidade e muitos lugares dos arredores, foi fechado e, "logo após a sua fuga e as dos filhos, seguidas das prisões destes, a esposa ter-se-á visto mesmo forçada, por falta de todos estes apoios, a encerrar a mercearia, convocando os credores" [Alberto Vilaça], causando danos económicos e familiares extremamente gravosos ao quotidiano familiar. 

Um dos filhos, José Gomes dos Santos, esteve diretamente envolvido na fuga de Armando Cortesão, um dos responsáveis pelo órgão republicano, e entregou, por volta de 1935, parte do tipo que se salvara, "escondida talvez nos escaninhos da mercearia de João Gomes Júnior" ao Partido Comunista "que dele pôde assim passar a usufruir" [Alberto Vilaça]. 

Os caracteres tipográficos salvos foram entregues dentro de um saco a António Mano Fernandes [23/01/1911 - 30/01/1938], estudante antifascista conimbricense que faleceu em 30 de Janeiro de 1938, com 27 anos, por falta de assistência médica, tendo sido transferido já moribundo do Forte de Peniche para os Hospitais Universitários de Coimbra.

Por andar fugido, foi julgado à revelia pelo Tribunal Militar Especial do Porto em 6 de Julho de 1934, acusado de ter autorizado, no segundo semestre de 1933, a armazenarem na sua mercearia muitos pacotes com o jornal clandestino A Verdade e que escondessem o tipo da impressão com que foi feito o seu número 5, para além de o ter distribuído na cidade de Coimbra.

Preso em Coimbra em 29 de Agosto de 1936, quando tinha 63 anos de idade, foi transferido para o Aljube em 26 de Setembro e deportado para a Fortaleza de Angra do Heroísmo em 17 de Outubro do mesmo ano, tendo embarcado no dia seguinte no vapor Luanda.

O regresso deu-se em 3 de Novembro de 1937, quando embarcou no navio Carvalho de Araújo, e foi solto a 8, na véspera de completar 65 anos.

No final da década de 1930, Manuel Campos Lima [1916-1996], então diretor do jornal O Diabo, era visita de sua casa quando se deslocava a Coimbra, onde se reunia, entre outros, com José Gomes  dos Santos.

João Gomes Júnior faleceu em Coimbra, na sua residência, com 85 anos de idade.

[João Esteves]

[2814.] OS PRESOS E AS PRISÕES POLÍTICAS EM ANGRA DO HEROÍSMO || URAP - 2022

 OS PRESOS E AS PRISÕES POLÍTICAS EM ANGRA DO HEROÍSMO *

URAP || MAIO DE 2022

Entre 1933 e 1943, 645 presos políticos na Fortaleza de São João Baptista e Castelo de São Sebastião (Castelinho) e, dentro das suas muralhas, em masmorras sórdidas onde a barbárie habitava: Poterna e Calejão.

No dia 9 de Maio, segunda-feira, o lançamento decorrerá no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Angra do Heroísmo, às 19h, e contará com a intervenção de José Pedro Soares, coordenador da União dos Resistentes Antifascistas Portugueses, e de Álamo de Menezes, Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo. A apresentação ficará a cargo do escritor Domingos Lobo

Em 11 de Maio, haverá nova apresentação em Ponta Delgada, às 18h, no Auditório do Hotel Neat Avenida.


[João Esteves]

segunda-feira, 2 de maio de 2022

[2813.] MARIA BARROSO || INSCRIÇÃO NA ASSOCIAÇÃO FEMININA PORTUGUESA PARA A PAZ - 1942

 * MARIA DE JESUS SIMÕES BARROSO *

[1925 - 2015]

NO 97.º ANIVERSÁRIO DO NASCIMENTO DE MARIA BARROSO (02/05/1925 - 07/07/2015)

Boletim de inscrição na AFPP || Julho de 1942

Maria de Jesus Simões Barroso foi uma das numerosas estudantes universitária que aderiu à Associação Feminina Portuguesa para a Paz (AFPP) criada em 1935 e proibida pela Ditadura em 1952.

Tinha 17 anos, era estudante da Faculdade de Letras e também aparece referenciada como actriz.

Criada em 1935, a Associação Feminina Portuguesa para a Paz revelou-se, até 1952, quando foi proibida pelo Estado Novo, uma agremiação que extravasou a ideia inicial de defesa da paz mundial, num momento em que ela estava ameaçada, e conseguiu mobilizar, em Lisboa, no Porto e em Coimbra, muitas centenas de mulheres ligadas à oposição, transformando-se numa relevante agremiação antifascista.

[João Esteves]

[2812.] VIRGÍNIA QUARESMA || ABÍLIO T. DE AGUIAR - 1971

 * VIRGÍNIA QUARESMA *

"A brilhante Virgínia Quaresma" || Abílio T. de Aguiar

O Mundo Português || 29/05/1971


[João Esteves]

[2811.] DIA INTERNACIONAL DA MULHER || 8 DE MARÇO DE 1967 - COMUNICADO DE "UM GRUPO DE MULHERES PORTUGUESAS"

 * DIA INTERNACIONAL DA MULHER || 1967 *

COMUNICADO DE "UM GRUPO DE MULHERES PORUGUESAS"

[Arquivo Distrital do Porto || PT/ADPRT/PSS/VR/20020]

[Arquivo Distrital do Porto || PT/ADPRT/PSS/VR/20020]

sábado, 30 de abril de 2022

[2810.] J. SANTOS SIMÕES || BRAGA, GRITO DE LIBERDADE (1999)

* JOAQUIM SANTOS SIMÕES *

[1923 - 2004]

Braga, Grito de Liberdade - História possível de meio século de resistência

Governo Civil do Distrito de Braga || Abril de 1999

"[...] a homenagem possível a gente determinada e a tentativa de evitar que uma pesada laje de silêncio caia sobre a memória dos que preferiram sofrer de pé a viver de joelhos."



[J. Santos Simões || Governo Civil do Distrito de Braga || 1999]

[João Esteves]