[Cipriano Dourado]

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[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]
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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

[1554.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO POR JOSÉ RUY [IV]


 * CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO - PIONEIRA NA CIRURGIA E NO VOTO || JOSÉ RUY *

|| 12 DE DEZEMBRO || 18.30 H || BIBLIOTECA HISTÓRICA DA ORDEM DOS MÉDICOS ||

Com a presença de José Ruy, a obra será apresentada pelo Dr. Jaime Teixeira Mendes, presidente do Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos.








  
[José Ruy || Carolina Beatriz Ângelo - Pioneira na cirurgia e no voto || Âncora Editora, 2016]

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

[1540.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO POR JOSÉ RUY [III]


 * CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO - PIONEIRA NA CIRURGIA E NO VOTO || POR JOSÉ RUY *

|| 5 DE NOVEMBRO || 16 H || FÓRUM LUÍS DE CAMÕES - BRANDOA ||

Com a presença do Autor, a obra será apresentada pelo Dr. Jaime Teixeira Mendes, presidente do Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos.




[Contracapa || José Ruy, Carolina Beatriz Ângelo - Pioneira na cirurgia e no voto || Âncora Editora, 2016]

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

[1534.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO POR JOSÉ RUY [II]

JOSÉ RUY || CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO - PIONEIRA NA CIRURGIA E NO VOTO *
|| 5 DE NOVEMBRO || 16 H || FÓRUM LUÍS DE CAMÕES || 

Com rigor histórico e factual, José Ruy reconstrói de forma criativa e apelativa o percurso daquela médica em defesa dos direitos das mulheres, da República e do sufrágio feminino, a par da dedicação à profissão e à família, culminando no precoce falecimento em 3 de Outubro de 1911.

Com a devida vénia, eis algumas vinhetas avulsas:




[José Ruy || Carolina Beatriz Ângelo - Pioneira na Cirurgia e no Voto || Âncora Editora, 2016]

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

[1533.] CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO POR JOSÉ RUY [I]

* CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO - PIONEIRA NA CIRURGIA E NO VOTO || POR JOSÉ RUY *

|| 5 DE NOVEMBRO || 16 H || FÓRUM LUÍS DE CAMÕES || 


Concluído há já cinco longos anos, quando do centenário do voto e do seu falecimento, eis que a Âncora Editora, com o apoio da Seção Regional do Sul da Ordem dos Médicos, edita o álbum de Banda Desenhada "Carolina Beatriz Ângelo - Pioneira na Cirurgia e no Voto", da autoria de José Ruy.

Com rigor histórico e factual, reconstrói de forma criativa e apelativa o percurso daquela médica em defesa dos direitos das mulheres, da República e do sufrágio feminino, a par da dedicação à profissão e à família, culminando no precoce falecimento em 3 de Outubro de 1911.

Lê-lo é reflectir sobre a condição feminina na transição da Monarquia para a República, acompanhar os primórdios das lutas pela sua emancipação e pressentir as emoções, angústias, alegrias, vitórias e insucessos de uma médica feminista, pacifista, maçónica, republicana, sufragista e cidadã. Sempre cidadã!

Deste encontro de José Ruy, Mestre José Ruy, com Carolina Beatriz Ângelo resultou um álbum de enorme sensibilidade e afectividade, proporcionando, ainda, uma viagem à Lisboa de há 100 anos.

José Ruy nunca desistiu deste projecto, tal como Carolina batalhou pelo voto, "pois o importante é termos a história, porque de repente pode abrir-se uma porta" [Junho de 1911]. Finalmente, abriu-se!


segunda-feira, 13 de abril de 2015

sexta-feira, 10 de abril de 2015

[0950.] MANUEL PEDROSO MARQUES [I]

* OS EXILADOS - NÃO ESQUECEM NADA MAS FALAM POUCO // MANUEL PEDROSO MARQUES *

- 14 DE ABRIL // 18.30 // EL CORTE INGLÊS // PISO 7 -


O livro será apresentado por Manuel Villaverde Cabral

** A OBRA **

«A literatura sobre o exílio é escassa. Parece que o sentimento de “estrangeneidade” que o olhar do outro causa no exilado, porque não é de lá, não é de lado nenhum, é um estrangeiro, um fugitivo, não inspira a recordação, antes a vã tentativa de esquecimento. Neste livro, fala-se das situações de exilados, deportados, banidos, torturados, refugiados e de comuns emigrantes, em relação a portugueses, brasileiros, espanhóis, do exílio judeu, do galego e de outros, em diferentes épocas e circunstâncias. E também dos exilados portugueses depois do 25 de Abril e da Descolonização.

Dos proverbiais conflitos entre os exilados políticos parte-se para a sua compreensão, chegando a estados psicológicos e opções políticas provenientes de vidas que marcam homens e de ideias que marcam vidas.

No caso de Portugal, salientamos o quadro estratégico e político responsável pelo elevado número de emigrantes, exilados e estrangeirados, ao longo da nossa história. Também o Brasil e os exilados brasileiros em Portugal merecem especial referência.

Não se mitificam sacrifícios nem valentias. Mas denunciam-se os crimes, as contradições e o ridículo de muitos ditadores: viveram transidos de medo!»

*** O AUTOR ***

Manuel Pedroso Marques é coronel do Exército e esteve exilado 12 anos. 

Participou na acção designada por «Movimento de Beja». Julgado à revelia, condenado, esteve quase três anos em asilo político na Embaixada do Brasil. 

Saiu clandestinamente do país; pediu asilo político em França; conseguiu um salvo-conduto para o Brasil, de onde regressou após o 25 de Abril.

Membro da Acção Socialista Portuguesa que deu origem ao actual Partido Socialista.

Em França, trabalhou no Centre de Formation des Journalistes. No Brasil, trabalhou em gestão, em redacção e foi responsável por chancelas editoriais.