[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

[1359.] SEGUNDO CONGRESSO FEMINISTA E DE EDUCAÇÃO [III] || ELINA GUIMARÃES [V]


* 1.ª TESE || ELINA GUIMARÃES || PROTEÇÃO À MULHER TRABALHADORA *





[Alma Feminina || N.º 2 || Março-Abril de 1928]

[1904-1991]

A partir de 1925, quando estudante universitária, Elina Guimarães interveio no Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, para o qual terá sido convidada por Adelaide Cabete, devido à contestação que fez ao livro O Terceiro Sexo, de Júlio Dantas.

Pertenceu aos corpos gerentes, onde desempenhou as funções de Secretária-Geral (1927), Vice-Presidente da Direcção (1928-1931) e Vice-Presidente da Assembleia Geral (1946).

Integrou as Seções de Legislação (1926-1928, 1932-1934), Sufrágio (1928-1931), Jurídica (1938-1946) e de Propaganda (1943-1944) –, surgindo como Presidente dalgumas.

Revelador do seu crescente prestígio é o facto de Deolinda Lopes Vieira ter proposto, na assembleia geral de 8 de Janeiro de 1928, um voto de louvor a Elina Guimarães “pelo brilhante artigo que publicou no jornal O Rebate criticando a actual lei eleitoral que não reconhece o direito de voto à mulher”, e de ter sido, com apenas 24 anos, quem pronunciou o discurso solene de abertura do Segundo Congresso Feminista e de Educação.

Apresentou as teses “A protecção à mulher trabalhadora” e “Da situação da mulher profissional no casamento” e, no mesmo ano, coube-lhe a presidência da Comissão Executiva da subscrição nacional aberta pelo jornal O Rebate a favor das famílias dos presos, deportados e emigrados políticos.

[João Esteves]

[1358.] SEGUNDO CONGRESSO FEMINISTA E DE EDUCAÇÃO [||] || 1928

* II CONGRESSO FEMINISTA E DE EDUCAÇÃO || 1928 *

[Alma Feminina || Nº 1 || Janeiro-Fevereiro de 1928]

[1357.] AS MULHERES NAS CRISES ACADÉMICAS DURANTE A DITADURA [III]

* MUSEU DO ALJUBE || 25 DE FEVEREIRO || 17 HORAS *

|| LIVRO AS MULHERES NAS CRISES ACADÉMICAS DURANTE A DITADURA || 

|| TESTEMUNHOS || CLARA QUEIROZ || DIANA ANDRINGA || ETELVINA DE SÁ || MANUELA GÓIS || MANUELA TAVARES || MARIA AUGUSTA SEIXAS || MARIA EMÍLIA BREDERODE ||

|| COORDENAÇÃO || TERESA SALES ||

|| APRESENTAÇÃO || MARIA ALICE SAMARA ||
[Fevereiro de 1963 || Concentração de Estudantes || Fotografia do Espólio de Graça Cabeçadas]

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

[1356.] SEGUNDO CONGRESSO FEMINISTA E DE EDUCAÇÃO [I] || 1928

* II CONGRESSO FEMINISTA E DE EDUCAÇÃO || 1928 *

O jornal O Rebate, de 24 de Junho de 1928, dá grande destaque à inauguração do Segundo Congresso Feminista e de Educação, publicando na 1.ª página as fotografias de Maria O’Neill, Adelaide Cabete, Aurora Teixeira de Castro, Beatriz Magalhães, Elina Guimarães, Angélica Porto, Sara Beirão e Manuela Palma Carlos.
[O Rebate || 24/06/1928 || Imagem restaurada pelo mestre José Ruy]

«O Segundo Congresso Nacional Feminista e de Educação – Inaugura hoje, solenemente, as suas sessões na Associação dos Lojistas de Lisboa. O ‘Rebate’ saúda o congresso
Hoje, pelas 15 horas, na Associação dos Lojistas de Lisboa, Avenida da Liberdade 21, realiza-se a abertura  solene dos trabalhos do segundo congresso feminista e de educação, da iniciativa do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, prestimosa colectividade feminina que entre nós vem chamando as atenções dos poderes públicos para graves e importantes problemas de interesse para a mulher e para a criança.

A acção valiosa, verdadeiramente benemérita que esta associação de senhoras vem desenvolvendo há uns anos a esta parte, tem jus a que os partidos políticos da República e, muito principalmente, o Partido Republicano Português, atendam nela. O Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas é uma força feminina, devidamente organizada e disciplinada e superiormente dirigida pela médica dr.ª Adelaide Cabete, nossa colaboradora, que no estrangeiro, em vários congressos internacionais, tem sabido erguer brilhantemente o nome de Portugal e é hoje já uma verdadeira relíquia da República, auxiliada por valiosos elementos entre os quais é justo destacar os nomes da dr.ª Elina Guimarães, verdadeiro espírito de elite e que os nossos leitores bem conhecem pela sua colaboração neste jornal, e o de D. Angélica Porto, senhora possuidora dos mais belos dotes de coração. Não é possível esquecer D. Maria O’Neill a poética republicana de sempre, dr.ª Manuela Palma Carlos, aluna muito distinta da Faculdade de Letras, D. Deolinda Lopes Vieira, professora laureada da especialidade infantil, D. Beatriz Magalhães, professora ilustre do ensino primário geral, D. Sara Beirão, brilhante cronista do «Primeiro de Janeiro», D. Júlia Franco, primeira senhora nomeada inspectora escolar, interina, dr.ª Aurora Teixeira de Castro a primeira senhora notária e tantas outras, verdadeiros valores da nossa vida social. 

Pelas teses a discutir nas três sessões de trabalhos e que nós conhecemos, podemos afirmar que o congresso feminista se revestirá de um brilhantismo desusado e será mais uma bela manifestação do alto valor intelectual das suas organizadoras.
Há que atender às reivindicações feministas; a mulher tem de colaborar em todas as manifestações de actividade da vida moderna. Já não são as necessidades particulares deste ou daquele partido político que estão em foco, é o interesse da Nação que o exige. A Inglaterra, Na sua larga visão e tacto diplomático e governativo, acaba de dar o grande exemplo, estabelecendo a igualdade completa dos direitos políticos, para ambos os sexos, o que trará na totalidade uns 3.000.000 de votos de maioria para o sexo feminino.

Nada já hoje detém a marcha das ideias feministas em Portugal e as provas dadas pelas suas dirigentes satisfazem cabalmente.
O Congresso Feminista que hoje inaugura os seus trabalhos bem o demonstra. «O ensino da puericultura nas escolas infantis», «Acção moral do trabalho», «Escola única», «Protecção à mulher trabalhadora», «Coeducação», etc., são teses de um grande valor e interesse pedagógico, de toda a oportunidade e superiormente elaboradas.

Existe entre nós uma elite intelectual feminina, buscando melhorar as condições morais e materiais da mulher e da criança, trabalhando metódica e sistematicamente, sabendo o que quer e para onde vai e que os estadistas da República não devem deixar de aproveitar.
E por isto mesmo e porque assim tem de ser, é nosso dever aconselhar as nossas leitoras a acompanhar bem de perto os trabalhos, inscrevendo-se como congressistas.

«O Rebate», que desde a primeira hora esteve ao lado da comissão organizadora, saúda calorosa e efusivamente o segundo congresso feminista e de educação, o Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas e em especial as iniciadoras, entre as quais conta algumas amigas dedicadas.
*
Chegou ontem a Lisboa, vinda de Madrid, para tomar parte nos trabalhos deste congresso, a ilustre médica oftalmologista Dr.ª Elisa Soriano, acedendo assim ao amável convite do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas. A ilustre médica madrilena que se encontra hospedada no Hotel de Inglaterra, demorar-se-á entre nós até ao próximo dia 28, tencionando visitar Sintra, Estoril e Cascais, regressando a Espanha por via aérea.»
[O Rebate, 24/06/1928]

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

[1355.] JOSÉ AFONSO [IV]

* JOSÉ AFONSO *
|| 02/08/1929 - 23/02/1987 ||

NÃO, NÃO MERECEU NENHUMA CAPA DE JORNAL!

[Irene Flunser Pimentel || Temas e Debates || 2010]

[José António Salvador (1947-2016) || A Regra do Jogo || 1984]

[Viriato Teles || Ulmeiro || 1999]

 [Irene Flunser Pimentel || Temas e Debates || 2010]

[1354.] MEMÓRIAS DA GRANDE MARCHA DOS PROFESSORES [II] || PAULO GUINOTE

* PAULO GUINOTE || MEMÓRIAS DA GRANDE MARCHA DOS PROFESSORES *

|| LANÇAMENTO || 1 DE MARÇO DE 2016 || 19 HORAS || LIVRARIA LEYA BUCHOLZ ||

|| APRESENTAÇÃO: ANTÓNIO NÓVOA ||




[1353.] ANTÓNIO VENTURA [I] || UMA HISTÓRIA DA MAÇONARIA FEMININA EM PORTUGAL (1814-1996) [I]

* ANTÓNIO VENTURA || MAÇONARIA FEMININA EM PORTUGAL *


Uma obra essencial, para não dizer incontornável, para quem estudou ou investiga a intervenção política e cívica das mulheres durante a primeira metade do século XX, encontrando aqui nomes, rostos e percursos de muitas das ativistas da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas, Associação de Propaganda Feminista e Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, nomeadamente as da década de 1920 e que tiveram papel fundamental na concretização dos Congressos Feministas e de Educação.


Um trabalho notável para se perceber as diferentes lojas maçónicas em que as mulheres se integraram, enquadramento histórico, dissidências e reaproximações. 

Um estudo rigoroso e sistematizado que muito contribui para completar o puzzle destas mulheres, muitas nascidas há mais de cem anos, cujo rasto importava redescobrir.


[António Ventura || Temas e Debates - Círculo de Leitores || 2016]

[1352.] A CENSURA NA DITADURA MILITAR E NO ESTADO NOVO (1926-1974) [I]

* MUSEU BERNARDINO MACHADO || VILA NOVA DE FAMALICÃO *


|| CICLO DE CONFERÊNCIAS || 2016 ||

|| 26 DE FEVEREIRO DE 2016 || CÉSAR PRÍNCIPE || 21H30 ||



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

[1351.] MEMÓRIAS DA GRANDE MARCHA DOS PROFESSORES [I] || PAULO GUINOTE

* PAULO GUINOTE || MEMÓRIAS DA GRANDE MARCHA DOS PROFESSORES *

|| LANÇAMENTO || 1 DE MARÇO DE 2016 || 19 HORAS || LIVRARIA LEYA BUCHOLZ ||

|| APRESENTAÇÃO: ANTÓNIO NÓVOA ||

Um tempo e uma manifestação que, para além de representar o enorme mau-estar que se viveu no Ensino e na Educação, com repercussões negativas (catastróficas?) até ao presente, provocou, sem quaisquer dúvidas, um terramoto nas escolhas eleitorais de dezenas de milhares de docentes, sem falar nas suas famílias, e que perdurará, provavelmente de forma irreversível.

Talvez já fosse tempo de os politólogos encartados e seus esteios académicos, apoiantes entusiásticos de quem parecia transbordar ódio sobre os professores, refletirem sobre o que aconteceu e suas reais consequências, deixando de lado o discurso, produzido em fofinhos gabinetes, sobre os docentes enquanto causadores do estado a que isto chegou.

Esta obra, coordenada por Paulo Guinote, pode ser um excelente (re)começo.



Memórias da grande marcha dos professores

O que ficou de um dia que uniu toda uma classe

No dia 8 de Março de 2008 realizou-se em Lisboa aquela que se pode considerar a maior manifestação de uma classe profissional em Portugal em tempos de Democracia. 

Em simultâneo, foi o primeiro grande momento de contestação social dos tempos digitais, em que se ultrapassaram os métodos tradicionais de mobilização e se recorreu a todo um novo conjunto de plataformas de comunicação à distância, desde SMS a redes sociais, da circulação de inúmeros emails a debates na blogosfera. 

Da rotunda do Marquês de Pombal à Praça do Comércio desfilou uma multidão calculada em 100 000 pessoas.

Este livro recupera e ilustra esse dia e tudo o que o envolveu, a partir do testemunho de dezenas de participantes e observadores dessa grande marcha, cruzando o olhar de manifestantes e jornalistas e lembrando muito do que se escreveu e disse na comunicação social, em confronto com o que era escrito e produzido em termos gráficos no que se convencionou designar como blogosfera docente.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

[1350.] AS MULHERES NAS CRISES ACADÉMICAS DURANTE A DITADURA [II]

* APRESENTAÇÃO DO LIVRO AS MULHERES NAS CRISES ACADÉMICAS DURANTE A DITADURA *

|| MUSEU DO ALJUBE || 25 DE FEVEREIRO || 17 HORAS ||

|| COORDENAÇÃO: TERESA SALES ||

|| APRESENTAÇÃO: ALICE SAMARA ||



[1349.] AS MULHERES NAS CRISES ACADÉMICAS DURANTE A DITADURA [I]

* AS MULHERES NAS CRISES ACADÉMICAS DURANTE A DITADURA *
  
[Fevereiro de 1963 || Concentração de Estudantes || Fotografia do Espólio de Graça Cabeçadas]

|| OS ANOS 60 ||

|| COORDENAÇÃO DO PROJETO: TERESA SALES ||

[UMAR || 2015]

[1963 || Maria Augusta Seixas (esq.) e Graça Cabeçadas (dir.)]

TESTEMUNHOS

CLARA QUEIROZ
DIANA ANDRINGA
ETELVINA DE SÁ
MANUELA GÓIS
MANUELA TAVARES
MARIA AUGUSTA SEIXAS
MARIA EMÍLIA BREDERODE


[UMAR || 2015]

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

[1348.] TEM CUIDADO MEU AMOR. CARTAS DA PRISÃO DE VIRGÍNIA MOURA E ANTÓNIO LOBÃO VITAL [I]

* VIRGÍNIA MOURA || ANTÓNIO LOBÃO VITAL *

[Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto || 2015]

Há vidas que ousaram resistir, resistir uma vida inteira, acarretar com as consequências, manter intacta a coerência e a dignidade, enfrentar cada dia com a mesma tenacidade e esperança, envolver os outros, aqueles que também souberam caminhar do mesmo lado e lado a lado. 

Entre essas vidas estão, seguramente, Virgínia Faria de Moura (1915-1998) - presa por dezasseis vezes, nove vezes processada, três vezes condenada, inúmeras vezes agredida, espancada e torturada, tendo-lhe a PIDE, num episódio pouco conhecido e referido, queimado os peitos - e António Lobão Vital (1911-1978), o seu companheiro de sempre, ambos militantes do Partido Comunista.


E se há vidas que perduram no tempo, há também livros que as sabem dignificar, como é o caso da excelente e cuidada edição, pela Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, de Tem cuidado meu amor. Cartas de prisão de Virgínia Moura e António Lobão Vital, com organização, apresentação e notas de Manuela Espírito Santo.

O livro, comovente pelo que revela de uma vida una de luta sem descrença no futuro, é muito mais do que a publicação de 47 cartas escritas entre 12 de Dezembro de 1951 e 27 de Agosto de 1957, o que só por si seria mais do que relevante. 


Por ele perpassam tempos duríssimos de uma Ditadura que parecia não ter fim, as vivências - prisionais, mas não só – de dois que são só um, os amigos, os companheiros, as causas, as lutas, tudo cuidadosamente referenciado na apresentação de Manuela Espírito Santo e nas notas que sucedem a cada epístola, sendo que António Lobão Vital escreve no endereço “Virgínia Moura, presa política em…” e no remetente “preso político em…” [p. 26].

Não é só Virgínia Moura, nascida há cem anos quando da edição do livro, e Lobão Vital que se reencontram aqui. É toda uma época que é desnudada, tendo por companheiros de viagem, alguns, felizmente, vivos, Albertino Macedo, Alcino Soutinho, Álvaro Cunhal, António Macedo, António Ramos de Almeida, Armando Bacelar, Arménio Losa, Artur Santos Silva (pai), Avelino Cunhal, Celeste Fernandes, César Príncipe (a quem Virgínia doou este acervo), Conceição Bacelar, Damião Marques Moura (tio), Eugenie Cotton, Frédéric Juliot Curie, Georgina Azevedo, Guilherme da Costa Carvalho, Heliodoro Caldeira, Herculana de Carvalho, Humberto Delgado, Ilse Losa, Joaquim Loza, Joaquim Ribeiro, José Morgado, José Rodrigues, José Vital de Matos (pai de Lobão Vital), Lino Lima, Manuel de Azevedo, Manuela Juncal, Maria da Conceição Marques Moura (prima de Virgínia e a primeira mulher a licenciar-se em engenharia pela FEUP), Maria de Faria Moura (tia), Maria Helena Novais, Maria José Ribeiro, Maria Margarida (esposa de Ruy Luís Gomes), Mário Cal Brandão, Norton de Matos, Orlando Juncal, Óscar Lopes, Osvaldo Santos Silva, Papiniano Carlos, Rocha Martins, Rosa Moura (mãe de Virgínia), Ruy Luís Gomes, Rui Ramos Loza, Salomé Vasconcelos, Teixeira de Pascoais, e muitas e muitos mais…

Sinal dos tempos, não valerá a pena procurá-lo na maioria das livrarias… mas sim encomendá-lo diretamente à Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.

[João Esteves]

domingo, 14 de fevereiro de 2016

[1347.] CONSELHO NACIONAL DAS MULHERES PORTUGUESAS [XXXII] || COIMBRA [VI] || FIGUEIRA DA FOZ [II]

* CNMP || COIMBRA || FIGUEIRA DA FOZ || 1946 *

|| CARTA DE MARIA LAMAS, DATADA DE 21 DE AGOSTO, A MARIA DA NATIVIDADE PINHEIRO CORREIA, INFORMANDO-A DA POSSÍVEL DESLOCAÇÃO A COIMBRA E À FIGUEIRA DA FOZ ||
[AP/JE || Cópia cedida por Natividade Correia em Fevereiro de 1998]

sábado, 13 de fevereiro de 2016

[1346.] MUSEU DO ALJUBE - RESISTÊNCIA E LIBERDADE [IV]

* VIDAS PRISIONÁVEIS *

* CONVERSAS CONDUZIDAS POR ANA ARANHA || 17 DE FEVEREIRO DE 2016 || 16 HORAS *

|| JOSÉ PEDRO SOARES || ALFREDO MATOS ||



|| JOSÉ PEDRO SOARES ||

Militante comunista, José Pedro Soares foi preso a 1 de Julho de 1971, com 21 anos, e tornou-se num dos presos políticos mais barbaramente torturado, quer através de espancamentos sucessivos, quer mediante recurso prolongado à tortura do sono.

O seu caso, amplamente divulgado e denunciado antes de 25 de Abril de 1974, nomeadamente pela Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, devia servir para questionar a construção de uma pretensa "Primavera Marcelista", tão do agrado de certa historiografia e de "jornalistas de referência".







[1972]


 [...]

[...]
[Ana Aranha, Carlos Ademar || No limite da dor || Edições Parsifal || 2014]

|| ALFREDO MATOS ||

Sobre Alfredo Rodrigues de Matos, ver fotografia e biografia aqui.