[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]

terça-feira, 27 de outubro de 2015

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

[1105.] MUSEU DO ALJUBE - RESISTÊNCIA E LIBERDADE [I]

* MIGUEL TORGA NO ALJUBE *

|| 28 DE OUTUBRO DE 2015 || 18.00 HORAS || MUSEU DO ALJUBE ||

Um dos companheiros de prisão de Miguel Torga [1907-1995] no Aljube foi José Gomes dos Santos [1899-1991], destacado oposicionista de Coimbra, cuja amizade perdurou durante décadas, tendo na sua vasta biblioteca toda a obra daquele escritor autografada e com dedicatória [raríssimo naquele autor].  


[1104.] ELEIÇÕES PARA A ASSEMBLEIA NACIONAL || 1969

* 26 DE OUTUBRO DE 1969 || "ELEIÇÕES" PARA A ASSEMBLEIA NACIONAL *




[1103.] VIRGÍNIA QUARESMA [VI] || BLOGUE BERNARDINO MACHADO

* VIRGÍNIA SOFIA GUERRA QUARESMA *
[1882-1973]

Blogue Bernardino Machado do Dr. Manuel Sá Marques

[1102.] TOMAR [II]

* TOMAR || 1979 *




[Tomar, Abril de 1979]

domingo, 25 de outubro de 2015

[1101.] TOMAR [I]

* TOMAR || 1979 *




[Tomar || Abril de 1979]

[1100.] LIGA REPUBLICANA DAS MULHERES PORTUGUESAS || TEXTO DE MAGALHÃES LIMA

* LIGA REPUBLICANA DAS MULHERES PORTUGUESAS || 1908 *


[Almanaque de O Mundo para 1909]

[João Esteves]

[1099.] REPUBLICANIZAÇÃO DAS MULHERES [I] || 1908

* COMÍCIOS REPUBLICANOS || ELEIÇÕES DE 1908 *

Maria Adelaide Brito, Deolinda de Oliveira e Ilda Serrano, Antonina Góis, Luísa Leitão Ramos, Gertrudes Silva e Conceição Adelina Ferreira secretariam comícios republicanos em, respectivamente, Benavente [23/08], Alcobaça [30/08], Bombarral [06/09], Zambujal [11/10], Sobral de Monte Agraço [25/10] e Aldeia Galega [30/10].

[Almanaque de O Mundo para 1909]

[João Esteves]

sábado, 24 de outubro de 2015

[1098.] ANTONINA GOES [I] || A MULHER E A REPÚBLICA - 09/09/1908

* ANTONINA GOES || 1908 *

"A mulher e a República"

O Mundo || 09/09/1908


Sobrinha de Júlio Tornelli e filha de Augusto Goes, ambos republicanos, secretariou, por convite de Bernardino Machado, o comício realizado no Bombarral em 6 de Setembro de 1908. 

O periódico O Mundo publicou a sua fotografia na 1.ª página do dia 9, acompanhado do seguinte texto:

[O Mundo || 09/09/1908]

[João Esteves]

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

[1097.] GLÓRIA MARREIROS [IV]

* LANÇAMENTO DO LIVRO ALGARVIOS PELO CORAÇÃO, ALGARVIOS POR NASCIMENTO || 30 DE OUTUBRO || 18.00 HORAS || CLUBE ESTEFÂNIA *


[1096.] O PROLETÁRIO [I] || "O FEMINISMO" - 02/06/1898

* FEMINISMO *

"O feminismo"

O Proletário || 02/06/1898

O meu obrigado ao Dr. Manuel Sá Marques que, mais uma vez, teve a amabilidade de dar a conhecer este precioso texto.

[O Proletário|| nº 9 || 02/06/1898]

[João Esteves]
[alterado em 18/12/2022]

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

[1095.] LOURINHÃ [I]

* LOURINHÃ || 1979 *


 [Lourinhã || Janeiro de 1979]

[1094.] MARIA ADELAIDE BRITO [II] || 23/08/1908


BENAVENTE || 23/08/1908


 
[O Mundo || 25/08/1908]

Neta do republicano Anselmo Xavier (Anselmo Augusto da Costa Xavier) [25/08/1850 - 23/05/1915], Adelaide Brito secretariou o comício de propaganda republicana realizado em Benavente em 23 de Agosto de 1908, estando presentes António José de Almeida, Bernardino Machado e Magalhães Lima

Na sequência da participação no comício promovido pela Comissão Municipal Republicana, o jornal O Mundo publicou a sua fotografia na 1.ª página.

No ano seguinte aderiu à Liga Republicana das Mulheres Portuguesas e integrou o núcleo de Benavente, tendo sido eleita Vice-Presidente na reunião de 4 de Outubro de 1909.

[João Esteves]

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

terça-feira, 20 de outubro de 2015

[1092.] III CONGRESSO I REPÚBLICA E REPUBLICANISMO [II]


* 22 DE OUTUBRO DE 2015 || BIBLIOTECA NACIONAL || 14h30 - 15h30 *

 Pilar Salomón, Universidad de Zaragoza: 

Sociabilidad republicana y construcción de la ciudadanía femenina: Anticlericalismo e identidades de género durante la II República española


"Cuando en 1931 se proclamó la II República en España, muchos consideraban que había llegado la hora de hacer realidad las aspiraciones de construir una nación fuerte, moderna y laica, un anhelo común a todos aquellos que compartían la cultura política republicana. Definir el papel de las mujeres en la construcción de la nación republicana se convirtió en motivo de intenso debate desde el principio, y estuvo muy vinculado con el relativo a la concesión del sufragio femenino en la Constitución de 1931. Al igual que había ocurrido en la Francia de la III República, entre los republicanos las resistencias más enconadas a dicha concesión partían de los sectores más anticlericales. Entre otros argumentos blandían imágenes sobre las mujeres como seres sojuzgados por el clero, con cuyo voto quedaría comprometido el futuro de la República. Eran imágenes recreadas por la cultura política republicana desde el siglo XIX, al hilo del conflicto clericalismo / anticlericalismo que experimentó España en la contemporaneidad. Conocemos cómo el rechazo a la política laicista de los gobiernos del primer bienio republicano espoleó la movilización de las católicas, una movilización que se asentó sobre la identidad política que dichas mujeres construyeron a partir de las nociones católicas de género, religión y patriotismo.


Entre las mujeres pro-republicanas, sin embargo, el laicismo apenas activó su movilización política en defensa de la República. Sus partidarias ensalzaban la cultura y la educación como medio para poner a las mujeres en igualdad con los hombres. Consideraban que la República había establecido las bases para avanzar en esa dirección y, en consecuencia, ejercieron las nuevas libertades y derechos que les brindaba el régimen para difundir entre las mujeres la cultura política y cívica republicana, entre cuyos componentes se encontraba el laicismo. En sus esfuerzos por movilizar políticamente a las mujeres se enfrentaron con la oposición de los medios conservadores católicos y tradicionalistas. Pero también se encontraron con resistencias que procedían de la propia cultura política republicana que compartían, basadas −aunque no exclusivamente− en unos estereotipos culturales de género cultivados por el discurso anticlerical que ligaban el laicismo y el progreso con lo masculino mientras asociaban lo femenino a la religión y a la salvaguarda de la tradición.

De forma sucinta, en esta comunicación nos proponemos presentar las ambigüedades y limitaciones del discurso anticlerical de los republicanos y las consecuencias que se derivaron de él para la construcción de identidades de género. Abordaremos también los modos y presupuestos con que las mujeres republicanas salieron al ámbito público y contribuyeron a crear una ciudadanía femenina plena con el impulso de distintas asociaciones republicanas femeninas. Participaron así en el proceso de construcción de la nación republicana mediante su implicación en el ámbito público, más allá de los papeles que normalmente se les atribuían como reproductoras y transmisoras de las tradiciones culturales republicanas a las futuras generaciones."

Fátima Mariano, IHC-FCSH-UNL:

 O voto de Carolina Beatriz Ângelo – Algumas interrogações e outras tantas reflexões

"Em Maio de 1911, Carolina Beatriz Ângelo tornou-se a primeira mulher de um país do Sul da Europa a votar. A lei eleitoral aprovada pelo Governo Provisório da I República não incluía as mulheres na categoria de não eleitores, argumento utilizado pela médica ginecologista, membro da Associação de Propaganda Feminista (APF), para requerer a inscrição do seu nome nos cadernos de recenseamento. Pedido que foi negado e que a levou a recorrer ao tribunal, que lhe deu razão. O seu voto foi amplamente publicitado pela imprensa nacional e em alguns jornais estrangeiros e celebrado pelo movimento sufragista internacional. Contudo, há questões que se colocam sobre a estratégia desenhada pela AFP que culminou no voto de Carolina Beatriz Ângelo. Além desta, também Ana de Castro Osório requereu a inscrição do seu nome nos cadernos eleitorais, um dado nunca explorado pela historiografia portuguesa, e também este pedido foi recusado. No entanto, ao contrário de Carolina Beatriz Ângelo, não intentou qualquer processo em tribunal. Quanto ao Governo Provisório, inconformado com a decisão judicial favorável à médica ginecologista, e numa última tentativa de impedir que uma mulher participasse nas eleições constituintes, requereu um parecer à Procuradoria Geral da República sobre a referida sentença judicial. Estas reflexões e interrogações são, do nosso ponto de vista, contributos importantes para entender não só como o movimento sufragista português desenhou a sua estratégia para alcançar o seu objectivo último – a concessão do direito de voto às mulheres -, mas também os meios que o Governo Provisório, constituído por homens que tinham prometido que o sufrágio feminino seria uma realidade durante a I República, tentou evitar que uma mulher exercesse um direito que um tribunal lhe reconheceu."

[1091.] SESIMBRA [I]

* SESIMBRA || 1977 *


[Sesimbra || Setembro de 1977]

domingo, 18 de outubro de 2015

[1088.] HERMÍNIA DO CARMO BAPTISTA [I] || MÃE DE PEDRO BATISTA ROCHA

* MÃE DE PEDRO ROCHA *

Casada com António José da Rocha.

Mãe de Pedro Batista da Rocha, militante e dirigente, nos anos 30, da Federação das Juventudes Comunistas Portuguesas.

Em 1934, na sequência da primeira detenção do filho pela polícia política, integrou, com Elvira Mendonça, Susana Mendonça dos Santos e outros nomes, uma comissão de mulheres representante das famílias de presos junto do ministro do Interior, protestando contra o tratamento dado aos presos políticos e reivindicando uma amnistia. 


[Pedro Rocha, Escrito com paixão, Caminho, 1991]

Segundo Pedro Rocha, era quase sexagenária e "agia exclusivamente por solidariedade com os camaradas do seu filho".

[João Esteves]

[1087.] PEDRAS D'EL REI || SETEMBRO DE 1984

* PEDRAS D'EL REI || 1984 *


[Pedras d'El Rei || Setembro de 1984]

sábado, 17 de outubro de 2015