[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]

quarta-feira, 18 de março de 2020

[2309.] PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS - DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO [II] || 1926 - 1933

* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || II *

00004. Abel Caldas Nobre da Veiga [1930, 1935]

[Abel Caldas Nobre de Almeida || ANTT || RGP/1141 || PT-TT-PIDE-E-010-6-1141]

[Abel Caldas Nobre da Veiga.
Santarém, 18/04/1895. Funcionário Público. Filiação: Palmira da Silva Caldas Nobre da Veiga, Cristóvão Botelho Nobre da Veiga. Casado. Residência: Av. Duque de Loulé, 66 - Lisboa. Preso em 06/04/1930, "por estar implicado na distribuição de manifestos clandestinos" e ter conhecimento "do projetado rapto do senhor Ministro das Finanças"; libertado em 28/05/1930. Preso em 29/05/1935, libertado em 18/12/1935, passou por uma esquadra, pelo Aljube e pela enfermaria do Aljube. Envolvido com António Júlio Ferreira de Carvalho, Artur José de Magalhães Martins.]
[alterado em 25/10/2024]

00005. Abel da Silva Brás [1933]

[Abel da Silva Brás.
Vila Nova de Poiares, c. 1897. Ferroviário. Filiação: Ana da Silva Brás. Casado. Residência: Largo Domingos Tendeiro, 9. Preso pela PSP de Lisboa em 19/12/1933, "por ter proferido, na Rua Aliança Operária, as seguintes palavras: 'Abaixo a Ditadura. Rapazes, vamos a eles', tendo-se provado por várias testemunhas que estava muito embriagado nessa ocasião"; libertado em 23-24/12/1933.]
[alterado em 12/12/2021]
[alterado em 24/05/2024]
[alterado em 25/10/2024]

00006. Abel Monteiro Lourenço [1928]

[Abel Monteiro Lourenço.
Tenente de Cavalaria. Preso em 20/07/1928, "por ter tomado parte no movimento revolucionário desse dia". Em 21/08/1928, foi-lhe fixada residência em Almeida. Em 12/07/1935, quando já estaria reformado, continuava com residência fixa em Almeida, embora nessa data estivesse de licença em Coimbra.]


[Abel Monteiro Lourenço || ANTT || PT-TT-MI-GM-4-54-372]
[alterado em 12/12/2021]
[alterado em 25/10/2024]

00007. Abel Pereira de Araújo [1928, 1934]

 [Abel Pereira de Araújo || ANTT || PT-TT-PVDE-Polícias-Anteriores-4-NT-8904 || "Imagem cedida pelo ANTT"]

[Abel Pereira de Araújo.
Lisboa, c. 1891. Pintor. Filiação: Maria Emília Pereira, Francisco Pedro de Araújo. Casado. Residência: Travessa do Calhau, 12 (S. Domingos de Benfica). Preso durante a 1.ª República, em 03/10/1919, "por se manifestar contra o Governo e soltar gritos subversivos". Preso em 07/05/1928, "por ordem superior"; libertado em 19/06/1928. Preso em 19/07/1934, "acusado de ter entendimentos com anarquistas", nomeadamente com Eurico Pinto Mateus e um grupo que formara o Comité da Greve Geral de 18/01/1934; libertado em 03/10/1934. Não consta do RGP.]
[alterado em 12/12/2021]
[alterado em 25/10/2024]

00008. Abelardo Pombar [1927]

[Abelardo Pombar.
2.º Sargento de Infantaria. Residência: Lisboa. Envolvido no movimento revolucionário de 3 de fevereiro de 1927. Em Janeiro de 1929, estava com residência fixa em Angola, na povoação de Golungo Alto. Em Janeiro de 1931, encontrava-se com residência obrigatória nos Açores. O Ministério da Guerra perguntou à Polícia se havia inconveniência em que regressasse ao Continente, tendo sido respondido que podia voltar ao Continente.] 
[alterado em 12/12/2021]
[alterado em 25/10/2024]

[João Esteves]

terça-feira, 17 de março de 2020

[2308.] PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS - DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO [I] || 1926 - 1933

* LISTAGEM, EM CONSTRUÇÃO E INCOMPLETA, DE PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || I * 

00001. Aarão Agnelo de Oliveira [19251929, 1934, 1937]

 [Aarão Agnelo de Oliveira || ANTT || PT-TT-PVDE-Polícias-Anteriores-4-NT-8904 || "Imagem cedida pelo ANTT"]

[Aarão Agnelo de Oliveira.
Póvoa de Lanhoso, 13 de dezembro de 1900. Empregado de comércio / desempregado. Filiação: Maria da Purificação Almeida, Joaquim Evaristo de Oliveira. Solteiro. Residência: Rua Campo de Ourique, 65. Preso, pela primeira vez, durante a 1.ª República, em 14 de junho de 1925, «por desrespeito à GNR»; libertado em 15 de junho de 1925. Preso em 11 de janeiro de 1929, «por ordem superior»; libertado em 23 de janeiro de 1929. Preso na Praça do Comércio em 27 de julho de 1934, «juntamente com outros indivíduos já bem conhecidos desta polícia, por suspeita de que ali estivessem tratando de assuntos revolucionários»; libertado em 14 de agosto de 1934. Preso em 26 de maio de 1937, «para averiguações», recolheu à 1.ª esquadra; libertado em 16 de junho de 1937.]
[alterado em 12/12/2021]
[alterado em 25/10/2024]
[alterado em 25/02/2026]

00002. Abel Augusto Gomes de Abreu [1932, 1937, 1944]

[Abel Augusto Gomes de Abreu || ANTT || RGP/191 || PT-TT-PIDE-E-010-1-191_m0388]

[Abel Augusto Gomes de Abreu.
Santa Isabel - Lisboa, 24/06/1899. Gráfico da Casa da Moeda. Filiação: Maria de Oliveira Gomes, Manuel Maria Gomes de Abreu. Casado. Residência: R. do Sacramento, à Lapa, 74 / R. do Conde, 73. Seria o filiado 150 da Célula 19 do Comité de Zona 1 do Partido Comunista, usando o pseudónimo "Vasconcelos". Envolvido na preparação da jornada de 29/02/1932, com Álvaro Augusto FerreiraAntónio Franco Trindade, Eleutério Lopes Grosso e Jaime da Fonseca e Sousa e, depois, nas comemorações do 1.º Maio, tendo sido preso na Serra de Monsanto em 24/04/1932quando "assistia à demonstração de lançamento de bombas, onde se encontrava recebendo lições para aquele fim". Considerado "um elemento perigosíssimo, duma atividade extraordinária tanto na parte organizadora como na parte revolucionária". O seu processo foi enviado ao TME em 24/02/1933, tendo sido julgado  em 20/10/1934, "acusado de, em 1932, por diversas vezes, ter tomado parte no fabrico, transporte, detenção e uso, para experiência, de bombas explosivas". Seria condenado, para além da prisão preventiva entretanto sofrida, a dez anos de degredo "numa das Colónias". Interpôs  recurso e em novo julgamento, realizado em 03/11/1934, a pena foi alterada para dois anos de prisão correcional, cumprida em parte com a prisão preventiva, e "dois anos de multa, à razão de três escudos diários". Enviado para o Aljube em 04/12/1934 e transferido para a Fortaleza de Peniche em 9, foi libertado em 04/02/1935. Residia, então, na Rua do Conde, 73 - Lisboa. Preso em 05/03/1937, "para averiguações", "por suspeita de manter ligações com os seus antigos colegas da Casa da Moeda, para fins de organização comunista", foi levado para uma esquadra na situação de "incomunicável". Libertado em 02/04/1937, por estar "afastado de todos os assuntos de carácter político-social"Preso em 17/02/1944, deu entrada nas Cadeias Civis Centrais de Lisboa. Julgado pelo TME em 15/03/1944 e absolvido, terá sido libertado no mesmo dia.]

[Abel Gomes de Abreu || ANTT || PT-TT-MI-GM-4-54-491]

[alterado em 12/12/2021]
[alterado em 25/10/2024]
[alterado em 13/04/2025]

00003. Abel Baptista da Silva [1928]

[Abel Baptista da Silva.
1883. Capitão de Infantaria - Batalhão de Caçadores 7. Preso em 20/07/1928, "por ter tomado parte no movimento revolucionário desse dia". Deportado para Angola em 21/08/1928. Em 1931, foi-lhe fixada residência obrigatória em Cabo Verde. Abrangido pela amnistia de 05/12/1932.]
[alterado em 15/05/2023]
[alterado em 25/10/2024]

[João Esteves]


quarta-feira, 11 de março de 2020

[2307.] ESPERANZA MARTÍNEZ [I] || GUERRILLERAS, LA ILUSIÓN DE UNA ESPERANZA - 2010

ESPERANZA MARTÍNEZ *

Guerrilleras, la ilusión de una Esperanza || 2010 


Nascida em 27 de Abril de 1927, Esperanza Martínez é, talvez, a única guerrilheira antifranquista viva.

Jovem adolescente, incorporou-se, em Dezembro de 1949, na guerrilha e foi presa em 25 de Março de 1952. Os 15 anos seguintes, passou-os em diversas prisões. 

Sofreu interrogatórios, violências, torturas.

Tem tido um papel activo em defesa da Memória e dos Direitos de todos aqueles que souberam defender a República Espanhola e que continuam no esquecimento institucional e político.

Fotografia de Capa: Esperanza Martínez aquando da sua prisão e interrogatórios em Valencia - 1952.



segunda-feira, 9 de março de 2020

[2306.] ANÍBAL CÂNDIDO DE VASCONCELOS [I] || PRESO EM 1918, 1922, 1923, 1929, 1930, 1937, 1939, 1949

* ANÍBAL CÂNDIDO DE VASCONCELOS *
[06/01/1887 - 1974]

A intervenção política de Aníbal Cândido de Vasconcelos prolongou-se por mais de 30 anos, entre, pelo menos, 1918 e 1949, data da sua última prisão. Esteve envolvido na luta contra o Sidonismo, foi preso várias vezes durante a 1.ª República (1918, 1922, 1923), militou no Partido Comunista Português nos primórdios da sua fundação, insurgiu-se contra a Ditadura Militar e o Estado Novo e, por isso, voltou a conhecer a prisão (1929, 1930, 1937, 1939, 1949).

[Aníbal Cândido de Vasconcelos ou Aníbal Vasconcelos || Década de 1910 (1918?) || ANTT || Livro de Cadastrados 1 || ca-PT-TT-PVDE-Policias-Anteriores-1-NT-8902]

Filho de Adelaide Glória Mendonça Furtado Meneses Pinto [de Vasconcelos] e de Júlio Emílio da Rocha Vasconcelos, Aníbal Cândido de Vasconcelos nasceu em 6 de Janeiro de 1887, em Leça de Palmeira, Porto.

Em 1918, durante os meses de Julho e Agosto, foi preso pela Polícia Preventiva por três vezes, «por distribuir manifestos contra o Governo» e «conspirar contra o Governo», sendo apontado como um «bolchevista ferrenho»: «faz propaganda bolchevista na Brasileira do Rossio» e reunia-se «com vários socialistas na casa de penhores Santos e C.ª, entre eles Augusto Dias da Silva, ex-Ministro do Trabalho». Também se reuniria frequentemente «com elementos suspeitos, fazendo propaganda bolchevista» [ANTT, Cadastro Político 207].

Na sequência dessas prisões, foi violentamente torturado, tendo Cunha Leal, na Sessão da Câmara de Deputados de 13 de Dezembro de 1918, véspera do assassinato de Sidónio Pais, denunciado o que se passava com alguns presos políticos, referindo-se, entre outros, ao caso específico de Aníbal de Vasconcelos: «O preso Aníbal de Vasconcelos, actualmente em Elvas, veio para o Governo Civil de Lisboa, e foi espancado a cavalo marinho, açulado contra ele um cão e deram-lhe uma coronhada que acertou no cão. Por último, partiram-lhe duas costelas» [Diário da Câmara dos Deputados, Sessão N.º 7, 13 de Dezembro de 1918].

[Aníbal Cândido de Vasconcelos ou Aníbal Vasconcelos || Década de 1910 (1918?) || ANTT || Livro de Cadastrados 1 || ca-PT-TT-PVDE-Policias-Anteriores-1-NT-8902]

Em Dezembro de 1920, integrou, com Alberto das Neves, António Peixe, Araújo Pereira, Campos Lima, Carlos Araújo, Carlos Rates, Eduardo Metzner, João de Castro, Joaquim Cardoso, José Corvo, Júlio de Matos, Manuel Ribeiro, Nascimento Cunha, Raul Baptista, Sebastião Eugénio, Sobral Campos e Vítor Martins, a Comissão Organizadora dos Trabalhos para a Constituição do Partido Comunista [José Pacheco Pereira, "Contribuição para a história do Partido Comunista Português na I República (1921-26)", Análise Social, vol. XVII (67-68), 1981-3.º-4.º, 695-713].

Em 23 de Junho de 1921, acrescentou-se no seu Cadastro Político que «é um velho republicano, tendo sofrido bastante durante o período dezembrista», anotando-se que, «a seguir ao triunfo de Monsanto, filiou-se no partido socialista e fez parte dum complot contra o Dr. José Domingos dos Santos, ex-Ministro do Trabalho» [ANTT, Cadastro Político 207]. Referenciado como vendedor ambulante de tabaco, voltou a ser preso em 1 de Agosto de 1922, «por ter abusado de liberdade de imprensa», e em 3 de Julho de 1923, «por ordem superior».

Segundo Pacheco Pereira, Aníbal de Vasconcelos terá feito parte, entre Março e Maio de 1923,  do Comité Central do Partido Comunista, com António Monteiro, Caetano de Sousa, J. Pires Barreira e José de Sousa.

Na sequência da luta contra a Ditadura Militar, Aníbal de Vasconcelos tomou parte no movimento revolucionário de 20 de Julho de 1928, sendo preso em 4 de Abril de 1929 e libertado em 28 de Maio.

No ano seguinte, o informador Conceição referia, em 8 de Março, que Aníbal Cândido de Vasconcelos fora visto com aqueles que se «fardaram de oficiais para raptarem o Ex.m° Ministro das Finanças,  Dr. Oliveira Salazar, chegando a ir até à entrada da Avenida Duque de Loulé» [Cadastro Político 207]. Por «estar comprometido com Fidelino da Costa no projecto do rapto do Senhor Ministro das Finanças», foi preso em 29 de Março de 1930 e solto em 18 de Abril [Processo 4573].

Em Junho do mesmo ano, o informador Bom referia que Aníbal de Vasconcelos andava vendendo o livro «Dez dias que abalaram o Mundo».

Depois de uns anos de interregno, voltou a ser detido em 22 de Janeiro de 1937, desta vez pela Secção Política e Social da PVDE. Sem profissão, a residir na Rua Carlos Mardel - 111, passou pelos calabouços da 1.ª Esquadra e, no dia seguinte, seguiu para Caxias, sendo libertado em 24 de Março do mesmo ano [Registo Geral de Presos 5773; Processo 74/937].

[Aníbal Cândido de Vasconcelos || 26/04/1939 || ANTT || RGP/5773 || PT-TT-PIDE-E-010-29-5773]

Em 25 de Abril de 1939, quando era cobrador e vivia na Rua Dr. Oliveira Ramos, 11, 2.° esquerdo, foi preso «por andar a propalar boatos tendenciosos, entre eles o de que as tropas italianas que em Espanha combateram ao lado de Franco, estavam concentradas junto da nossa fronteira» [Registo Geral de Presos 5773]. Por ser «conspirador de todos os tempos com largo cadastro», foi deportado para Angra do Heroísmo, onde desembarcou em 23 de Maio. Regressou em 23 de Dezembro e foi libertado no mesmo dia [Processo 480/939].

[Aníbal Cândido de Vasconcelos || 05/09/1949 || ANTT || RGP/5773 || PT-TT-PIDE-E-010-29-5773]

O último contacto com a polícia política deu-se dez anos depois, em 3 de Setembro de 1949. Permaneceu no Aljube até 11 de Novembro, quando regressou à Cadeia Penitenciária de Lisboa [Processo 1115/49]. Era, então, empregado forense e residia na Rua Heróis de Quionga, 52 - 2.° esquerdo.

Aníbal Cândido de Vasconcelos terá falecido em 1974, em Lisboa.

[Aníbal Cândido de Vasconcelos || ANTT || RGP/5773 || PT-TT-PIDE-E-010-29-5773]

Fontes:

ANTT, Cadastro Político 207 [Aníbal de Vasconcelos ou Aníbal Cândido de Vasconcelos / PT-TT-PIDE-E-001-CX06_m0053, m0053a].

ANTT, Registo Geral de Presos 5773 [Aníbal Cândido de Vasconcelos / PT-TT-PIDE-E-010-29-5773].

José Pacheco Pereira, "Contribuição para a história do Partido Comunista Português na I República (1921-26)", Análise Social, vol. XVII (67-68), 1981-3.º-4.º, 695-713.

[João Esteves]

domingo, 8 de março de 2020

sábado, 7 de março de 2020

[2303.] MILITANTES DO PARTIDO COMUNISTA DURANTE A 1.ª REPÚBLICA [II] || 1921 - 1926

* (ALGUNS) MILITANTES DO PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS || 1921 - 1926 *

31. 32.  33. 

34.  35.  36. 

37.  38.  39. 

40.  41.  42. 

44.  45. 

46.  47.  48. 

49.  50.  51. 

52.  53.  54. 

55.  56.  57. 

58.  59. 60. 

31. Joaquim Diamantino
32. Joaquim José Godinho
33. Joaquim Pereira
34. Joaquim Seabra
35. Jorge da Silva Pinheiro
36. José de Sousa Coelho
37. José Madeira Henriques
38. José Maria da Silva
39. José Rodrigues dos Santos
40. José Vítor de Sousa
41. João Batista Pereira
42. João do Nascimento Cunha
43. 
44. Leonardo António da Silva
45. Leopoldo dos Reis Calapez
46. Luís José de Abreu
47. Manuel António Pires
48. Manuel Francisco Pereira
49. Manuel Francisco Plácido
50. Manuel Francisco Roque Júnior
51. Manuel Guilherme de Almeida
52. Manuel Joaquim Pereira
53. Manuel Ribeiro
54. Manuel Tavares
55. Mariano Carvalho Garcia
56. Matias José Sequeira
57. Mário Gonçalves
58. Paulo da Silva
59. Silvino Augusto Ferreira
60. Vanzelino dos Santos Costa

Todas estas fotografias reportam-se somente a nomes que conheceram a prisão, nalguns casos ainda antes da fundação do Partido Comunista, e que constam dos Livros Policiais consultáveis no ANTT. São rostos que há muito mereciam ser associados a nomes; nomes que retomam os seus rostos.  

Fontes:

ANTT, Livro de Cadastrados 1, 3 e 4 [ca-PT-TT-PVDE-Policias-Anteriores-1-NT-8902, ca-PT-TT-PVDE-Policias-Anteriores-3-NT-8903; ca-PT-TT-PVDE-Policias-Anteriores-4-NT-8904].

[João Esteves]