[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

[1311.] MUSEU DO ALJUBE - RESISTÊNCIA E LIBERDADE [III]

* EVOCAÇÃO DE MARIA BARROSO *

|| MUSEU DO ALJUBE || 29 DE JANEIRO DE 2016 ||


[1310.] CRUZADA DAS MULHERES PORTUGUESAS [III] || EXPOSIÇÃO - BNP

* CENTENÁRIO DA CRUZADA DAS MULHERES PORTUGUESAS *

- MOSTRA || BIBLIOTECA NACIONAL || 28/01 - 30/04 -


VER OS NOMES AQUI

[1309.] ANTÓNIO MARIA CARNEIRO FRANCO (PAI) [I] || 1860 - 1923

* ANTÓNIO MARIA CARNEIRO FRANCO *

[04/03/1860 - 03/12/1923]

Natural de Vilar Maior, Concelho de Sabugal.

Casado com Lucinda Augusta Rodrigues [19/05/1866-13/03/1933], natural de Mortágua.

Pai de Ernesto Carneiro Franco [07/11/1886 - 1965], de António Maria Carneiro Franco [22/10/1895-26/05/1946] e de Aníbal Carneiro Franco [20/02/1903 - 08/10/1957], entre outros filhos.

Antigo Fiscal do Selo, foi assassinado em Coimbra, em 3 de Dezembro de 1923, segunda-feira, às cinco horas da tarde.

Tinha 63 anos.

[Gazeta de Coimbra || 04/12/1923]

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

[1308.] MUSEU DO ALJUBE - RESISTÊNCIA E LIBERDADE [II]

* VIVER NA CLANDESTINIDADE *

|| FAUSTINA BARRADAS || MARIANA RAFAEL ||

|| MUSEU DO ALJUBE || 20 DE JANEIRO ||


Sobre a militância de Faustina Barradas [Faustina Maria Condeças Barradas], jovem alentejana que entrou para a clandestinidade aos 16 anos, ver o Público de dezembro de 2012 ou reler as declarações/informações prestadas ao Diário de Notícias em Fevereiro de 2015.


[Fotografia de Faustina Barradas retirada, com a devida vénia, de Terra Ruiva - Jornal do Concelho de Silves || 28/05/2015]

Faustina Barradas é, provavelmente, filha de Faustina Maria Candeias Condeças e de Sebastião Camilo Barradas, presos numa casa de apoio em Outubro de 1965.

Quanto a Mariana Rafael, independentemente do próprio percurso trilhado, ver notas biográficas da mãe, Catarina Ramos Machado Rafael [e aqui] e do pai, Joaquim Serrão Rafael, um casal que viveu 26 anos consecutivos na clandestinidade.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

[1307.] ANTÓNIO NÓVOA [III] || 2003

* ANTÓNIO SAMPAIO DA NÓVOA *

* "LICEUS DE PORTUGAL". HISTÓRIAS. ARQUIVOS. MEMÓRIAS *

LEVANTAMENTO DO PATRIMÓNIO HISTÓRICO E HUMANO DE 35 LICEUS DE PORTUGAL

Legislação
Designações
Localização
Seções
Edifícios
Instalações
Reitores
Professores
Alunos
Associações
Publicações
Festas e Comemorações
Memórias
Fontes e Bibliografia
  

[ASA || 2003]



[ASA Editores || 2003]

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

[1306.] ANTÓNIO NÓVOA [II] || 2003

* ANTÓNIO SAMPAIO DA NÓVOA *

* DICIONÁRIO DE EDUCADORES PORTUGUESES *



[ASA || 2003]

900 BIOGRAFIAS DE

Políticos, Reformadores e Dirigentes
Inteletuais
Reitores e Professores Universitários
Autores de Literatura para a Infância
Educação Popular
Pedagogos
Dirigentes Associativos
Médicos Escolares e Psicopedagogos
Normalistas e Metodólogos
Educação Religiosa
Educadores Sociais
Missionários e Educação Colonial
Diretores e Professores de Colégios Particulares
Reitores e Professores de Liceu
Diretores e Professores do Ensino Técnico
Professores do Ensino Primário e Infantil




[ASA || 2003]

[1305.] ANTÓNIO NÓVOA [I] || 1993

* ANTÓNIO SAMPAIO DA NÓVOA *

* A IMPRENSA DE EDUCAÇÃO E DE ENSINO: REPERTÓRIO ANALÍTICO (SÉCULOS XIX-XX) *

Instrumento de trabalho e de consulta imprescindível para quem estuda os séculos XIX e XX: identificação e escalpelização minuciosa de 530 periódicos 

[Instituto de Inovação Educacional || 1993]


[...]
[...]
[Oeiras, Maio de 1993]

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

[1304.] VIRGÍNIA DA FONSECA [II]

* MARIA VIRGÍNIA TEIXEIRA DE SOUSA ADÃO DA FONSECA *

* DO BLOGUE BERNARDINO MACHADO, DO DR. MANUEL SÁ MARQUES *


[Varões Assinalados || Nº 42 || Maio de 1911]

Escritora e pintora. 

Nasceu em Angra do Heroísmo a 14 de Outubro de 1875. 

Casada com o republicano Faustino da Fonseca. 

Militou na Liga Republicana das Mulheres Portuguesas, tendo o Álbum Republicano, de Outubro de 1908, publicado a sua fotografia, acompanhada de dados biográficos. 

Integrou a comissão de propaganda feminista da Liga e, como tal, subscreveu a mensagem entregue a José Relvas, onde se elogiava o ministro por ter proporcionado a admissão de mulheres em empregos do Estado, e a representação endossada a Teófilo Braga, na qual se pedia o direito de voto para a mulher economicamente independente [03/02/1911]. 

Mulher multifacetada e feminista empenhada, concorreu a exposições do Grémio Artístico (1896 e 1897); dirigiu a revista Moda Ilustrada (1901-1903); ilustrou livros; e traduziu, entre outras, obras de Cervantes, Tolstoi, Kropotkine e Manzoni.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

[1303.] ADELAIDE CABETE [X] || 01/08/1908

 ADELAIDE DE JESUS DAMAS BRAZÃO E CABETE *
[1867 - 1935]

[República || 1 de Agosto de 1908]

Nota biográfica de Adelaide Cabete publicada em A Tribuna Feminina do jornal República.

[República || 1 de Agosto de 1908]

sábado, 9 de janeiro de 2016

[1301.] RICARDO MACHAQUEIRO [V] || A REVOLTA DOS MARINHEIROS - 1936 [I]

* RICARDO AUGUSTO LOURENÇO MACHAQUEIRO *

[09/01/1958 - 04/11/2013]

O Ricardo faria hoje 58 anos. 

Conhecedor, como poucos, da História e de Histórias dos que ousaram resistir durante 48 anos, eis um pequeno apontamento do texto que escreveu para o Expresso sobre a Revolta dos Marinheiros de 1936 e publicado na revista de 16 de Setembro de 1995.



 


[Expresso || 16/09/1995]

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

[1300.] ANDRÉ MENDONÇA DOS SANTOS [I]

* UMA FAMÍLIA NAS PRISÕES POLÍTICAS DO SALAZARISMO: MÃE E TRÊS FILHOS *

Trabalhador marítimo.

Filho de Elvira Mendonça e de António dos Santos, André Mendonça dos Santos nasceu em Lisboa em 21 de Janeiro de 1910.

Tal como a mãe, Elvira Mendonça, e os irmãos Susana Mendonça dos Santos [n. 29/03/1909] e Manuel dos Santos [1914? - 25/10/1947],  operário comunista conhecido pelo “pequeno Dimitrov”, André Mendonça dos Santos também se revelou como oposicionista à Ditadura do Estado Novo.

Preso pela Diretoria de Lisboa em 1 de Agosto de 1942, foi enviado para o Aljube e transferido para Coimbra em 5 do mesmo mês, de onde regressou a 28, recolhendo à 1.ª Esquadra.

Foi transferido para Caxias em 15 de Setembro, sendo libertado quase seis meses depois, em 20 de Janeiro de 1943, na véspera de perfazer 33 anos, por ter sido despronunciado pelo Tribunal Militar Especial,

Novamente detido em 18 de Abril, a pedido do TME, recolheu ao Aljube e foi transferido, dois dias depois, para Caxias.

Julgado pelo TME em 27 de Outubro de 1943, foi absolvido e libertado em 2 de Novembro.

Em tempos sombrios, em que muitos se calaram, pactuaram ou resignaram-se, esta família de origem modesta e operária mereceria, como muitas outras, um estudo mais aprofundado e enquadrado no contexto político e sócio-económico da época.

[João Esteves] 
  

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

[1299.] IRENE BRANCO BÁRTOLO (RUSSELL) [I] || CAMPANHA DE NORTON DE MATOS

* IRENE BRANCO BÁRTOLO RUSSELL *
[1915 - 2001]
Filha de Maria Dulce Branco e de Anselmo Francisco Bártolo [n. 05/03/1877, Ílhavo], nasceu em Lisboa em 8 de Novembro de 1915.

 [Oliver Branco Bártolo || 1935]
[Assinatura || 1978]

Irmã do marinheiro artilheiro Oliver Branco Bártolo [n. 06/03/1909] e casada com Miguel Wager Russell [Santarém, 01/02/1908 - Lisboa, 19/02/1992], ambos enviados para o Campo de Concentração do Tarrafal, o primeiro em Outubro de 1936, depois de preso a 23 de Maio de 1935 por distribuir propaganda contra o regime salazarista, e o segundo em 5 de Junho de 1937, por militar no Partido Comunista Português.

Irene Branco Bártolo foi presa com o noivo em em 14 de Abril de 1937 e só foi libertada em 5 de Junho, tendo permanecido incomunicável todo esse tempo em esquadras da polícia.

[Miguel Wager Russell || 1937]

Devido à deportação daquele para Cabo Verde, sem qualquer julgamento, casou por procuração e só voltou a reencontrá-lo nove anos depois, quando regressou a Lisboa no navio Guiné a 1 de Fevereiro de 1946, com 38 anos. 

Três anos depois, em 1949, interveio ativamente na campanha presidencial de Norton de Matos, tendo falado em 28 de Janeiro, na Voz do Operário, na sessão promovida em  pela sua Comissão Eleitoral Feminina de Apoio. 

Numa sentida intervenção, onde denunciou a situação por si vivida e, infelizmente, comum a muitas outras mulheres cujos namorados e maridos ousaram combater a ditadura: “Agora fundei um novo lar, depois de muitos anos ter sido esposa sem marido. Mas o noivo que me tiraram era um rapaz novo e robusto, o marido que foram obrigados a restituir-me, um homem precocemente envelhecido pelo sofrimento e com a saúde abalada. Minha mãe morreu de desgosto, de desânimo, de privações, que eu e ela tivemos e passar por não termos o amparo dos homens da família. Eu resisti porque era mais nova, mais forte e, principalmente, porque não desanimei”[Às mulheres de Portugal: colectânea dalguns discursos pronunciados para propaganda da candidatura, Lisboa, Serviços Centrais da Candidatura do General Norton de Matos, 1949].

[João Esteves]

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

[1298.] EMA QUINTAS ALVES [I]

* EMA ZAIRA QUINTAS ALVES *
[1915 - 1993]

[Diário de Lisboa || 28/01/1949]

Professora, pedagoga, seareira e consequente oposicionista à ditadura do Estado Novo. 

Filha de António Quintas Alves, nasceu em 12 de Fevereiro de 1915, em Torres Vedras, e faleceu em 1993, com 78 anos. 

Licenciou-se, em 1938, em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa e frequentou na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, no início da década de 40, o Curso de Bibliotecário-Arquivista e o Curso de Ciências Pedagógicas.

Iniciou a carreira docente em Setúbal, no Liceu de Bocage (1938/1939), lecionou na Escola Secundária de Torres Vedras, no Externato Marquesa de Alorna, em Lisboa, e, a partir do ano letivo 1942/1943, na École Française de Lisbonne, atual Lycée Français Charles Lepierre.

Neste Liceu marcou, no final da década de 40, a jovem Luísa Ducla Soares que, em 2010, lembrou que lhe deu "muita força para continuar a escrever" e "foi a pessoa que mais contribuiu para que eu tivesse confiança em mim do ponto de vista da escrita. Nós às vezes esquecemos – eu também esqueci – aquilo que os professores fazem por nós. Alguns fazem barbaridades, é uma verdade, mas há outros que descobrem em nós, melhor do que a própria família, as potencialidades que temos, e que são capazes de apostar numa criança. Isso tem muita importância; julgo que isso me aconteceu e nunca agradeci a quem o fez, a Dra. Ema Quintas Alves, que era aliás uma seareira (colaborava com uma revista literária chamada Seara Nova), uma pessoa notável [...] uma estudiosa e, como digo, uma pessoa muito ligada a diversos temas intelectuais e também à literatura infantil". 

Foi autora da obra pioneira Pequenas bibliotecas: como as organizar modernamente e como utilizá-las (1946), inserida na Biblioteca Cosmos dirigida por Bento de Jesus Caraça, em resultado da sua experiência enquanto bibliotecária da Biblioteca Municipal de Lisboa (1945 e 1946). 


Traduziu, para a mesma colecção, o livro de M. Iline, 100000 porquês: uma viagem à roda da casa (1948) e dirigiu, nos anos 60, a Colecção Cosmos Juvenil. 

A par da intervenção pedagógica e empenhamento de uma vida na criação de condições para a implementação de literatura para a infância e juventude, tendo visitado, em diversos países da Europa, estabelecimentos de ensino, museus pedagógicos e bibliotecas e participado em estágios e colóquios, manteve, desde os tempos de estudante, actividade de oposição ao salazarismo.

[Diário de Lisboa || 28/01/1949]

Assinou, em 1945, as listas para a constituição do Movimento de Unidade Democrática (MUD) [Alberto Vilaça, Para a História Remota do PCP em Coimbra. 1921-1946, Lisboa, Edições Avante!, 1997]; apoiou a candidatura de Norton de Matos a Presidente da República, cabendo-lhe a leitura da mensagem de Isabel Aboim Inglês na sessão realizado na Voz do Operário no dia 29 de Janeiro de 1949; fez parte da Comissão Central do Movimento Nacional Democrático Feminino (MNDF), juntamente com Maria Lamas, Maria Isabel Aboim Inglês, Cesina Bermudes e Manuela Porto; integrou a Comissão Nacional do 3.º Congresso da Oposição Democrática, realizado em Aveiro entre 4 e 8 de Abril de 1973. 

Colaborou nas revistas LaborOs Nossos Filhos, dirigida por Maria Lúcia Vassalo Namorado [Ana Maria Pires Pessoa, A Educação das Mães e das Crianças no Estado Novo: a proposta de Maria Lúcia vassalo Namorado, texto policopiado, Tese de Doutoramento em Ciências de Educação, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, 2005, 2 Vols]; Seara Nova [“Sobre o ensino da língua pátria”, nº 1490, 1969, pp. 413-414, “O ensino da língua no contexto social”, nº 1494, 1970, pp. 128-130]; e Vértice [“As modernas bibliotecas de crianças”, 1953]. 

Na década de 1980, integrou o grupo de docentes do Liceu Francês que lutou contra a extinção da sua Seção Portuguesa. 

Doou a importante biblioteca particular e outra documentação à Biblioteca Municipal de Torres Vedras.

Foi inserida uma pequena biografia em Feminae. Dicionário Contemporâneo [CIG, 2013], encontrando-se o texto mais completo e pormenorizado sobre a vida e obra de Ema Quinta Alves no Portal da Educação da Câmara Municipal de Torres Vedras.

[João Esteves]

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

[1297.] MARIA ALBINA DE MANIQUE E MELO COCHOFEL [I]

* MARIA ALBINA DE MANIQUE E MELO COCHOFEL *

Filha de Maria Eugénia de Manique e Melo Correia e de José Maria de Magalhães Pimentel Cochofel, Maria Albina de Melo Cochofel fez parte do numeroso grupo de mulheres da região centro que, em 1946, subscreveu o documento a solicitar a Maria Lamas, na qualidade de Presidente do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, a formação de uma delegação em Coimbra. 

A nora, Maria da Graça Dória Cochofel, subscreveu o mesmo texto e uma sobrinha, Maria Antónia Torres Freire de Sousa Pinto Cochofel, pertenceu à Delegação do Porto da Associação Feminina Portuguesa para a Paz, onde era a sócia n.º 421. 

Foi casada com Pedro de Sande Mexia Aires de Campos Vieira da Mota, de quem se separou, e mãe de João José Cochofel [João José de Melo Cochofel Aires de Campos].

[João Esteves]

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

domingo, 3 de janeiro de 2016

[1295.] ISABEL DE CASTRO || 1931 - 2005

* ISABEL MARIA BASTOS OSÓRIO DE CASTRO E OLIVEIRA *
[01/08/1931 - 23/11/2005]

[Isabel de Castro || Década de 1960]

[Borba || Dezembro de 2015]


Filha da cantora lírica e escritora Raquel Bastos (Osório de Oliveira) [1903-1984] e do escritor José Osório de Castro e Oliveira [Setúbal, 27/01/1900 - Lisboa, 03/12/1964], Isabel Maria Bastos Osório de Castro e Oliveira nasceu em Lisboa em 1 de Agosto de 1931 e faleceu em Borba em 23 de Novembro de 2005, com 74 anos.

Sobrinha do escritor João Osório de Castro e Oliveira [Setúbal, 17/01/1899 - Alto do Lagoal, 10/11/1970] e neta de Ana de Castro Osório [Mangualde, 18/06/1872 - Lisboa, 23/03/1935] e de Francisco Paulino Gomes de Oliveira [Setúbal, 22/06/1864 - S. Paulo, 13/03/1914].

Foi por via de Isabel de Castro que a Biblioteca Nacional adquiriu em leilão, em 1985, parte importante do Espólio Castro Osório que integra o Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea.

[João Esteves]