* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDXCIX *
02508. Aurélio Dias [1932]
"Nomeai todos os nomes. Lutaram e resistiram." [António Borges Coelho]
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDXCIX *
02508. Aurélio Dias [1932]
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDXCVIII *
02502. José Gomes Ribeiro de Castro [1931]
02503. Francisco Abel Mota Machado [1927]
02504. José Messias Paulo Brito [1928]
02505. Carlos Duarte da Costa [1927, 1932]
02506. Francisco Rocha [1928]
02507. José Caldeira [1920, 1931]
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDXCVII *
02497. Manuel Faria Bichinho [1932]
02498. João de Almada Saldanha e Quadros [1928]
02499. José Alves Pinto [1929]
02500. Leandro Augusto dos Santos Lima [1932]
02501. Evaristo Nunes de Oliveira [1928]
[João Esteves]
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDXCVI *
02492. Domingos Ferreira [1928]
[Domingos Ferreira.
Jornalista. Preso em 5 de janeiro de 1928, em Barcelos, e levado para o Porto. Acusado de acompanhar Artur Afonso Roriz Pereira em várias iniciativas.]
02493. António Cunha [1928]
[António Cunha.
1.º sargento. Preso em 5 de janeiro de 1928, em Barcelos, e levado para o Porto.]
02494. Fernando Pardal [1928, 1929]
[Fernando Pardal.
Castelo Branco, 1901. Editor do jornal O Comércio. Filiação: Leonor Vilela, António Nunes Branco Pardal. Solteiro. Residência: Rua Alexandre Herculano, 40. Preso em 21 de abril de 1928, «por ser o editor dos manifestos contra José Casimiro», e libertado a 23. Preso em 29 de janeiro de 1929, «por suspeita de conspirar contra a atual Situação Política do País», e libertado em 3 de fevereiro de 1929.]
02495. António Godinho Pires [1931]
[António Godinho Pires.
Elvas, 1894. Fator dos Caminhos de Ferro. Filiação: Engrácia Pires, Manuel Pires. Solteiro. Residência: Calhariz de Benfica, 12 - Lisboa. Preso em 6 de fevereiro de 1931, «por ter ligações revolucionárias com João António Certã» e guardar, a seu pedido, «grandes quantidades de bombas» num barracão de que é proprietário. O respetivo processo seguiu para o TME e, em 27 de junho de 1931, foi deportado para Timor. Como não foi abrangido pela amnistia de 5 de dezembro de 1932, embarcou no vapor Moçambique com uma guia de marcha pertencente ao deportado Vicente de Morais. Ficou preso em Lourenço Marques, em virtude de ter embarcado indevidamente. Requereu, em abril de 1934, para regressar à Metrópole.]
02496. Eleutério Dias Pinheiro [1933]
[Eleutério Dias Pinheiro.
Lisboa, 1907. Serralheiro. Filiação: Rosalina Dias Pinheiro. Solteiro. Residência: Alto da Boa - Vista – Tramagal. Preso em 13 de abril de 1933 e enviado de Abrantes para Lisboa, em 22 de abril, por pertencer à Célula N.º 1 do Partido Comunista organizada no Tramagal por Zeferino Seabra Esteves e da qual também faziam parte Manuel Paulo Mineiro e José Rodrigues Pinheiro. Seria o seu Secretário, aliciou, para outra célula, Augusto Lobato e foi convidado a colaborar num movimento revolucionário em preparação, cabendo-lhe, eventualmente, cortar fios telegráficos. O processo foi enviado para o TME em 19 de junho de 1933 e, julgado em 7 de março de 1934, foi condenado a 9 meses de prisão correcional, dada por expiada. Libertado nessa data.]
[João Esteves]
* PRESOS POLÍTICOS 1926-1933: NOTÍCIAS || 0004 *
0005. 7 de janeiro de 1928
PRISÕES
«BARCELOS, 5 – Nesta vila, foram feitas algumas buscas domiciliárias, as quais, ao que consta, não deram resultado. Foram presos os srs. Domingos Ferreira, jornalista, e António Cunha, 1.º sargento, que foram para o Porto.»
* PRESOS POLÍTICOS 1926-1933: NOTÍCIAS || 0003 *
0004. 20 de fevereiro de 1927
Apuramento de responsabilidades
«Terminaram ontem os interrogatórios de todos os indivíduos, civis e militares, que se encontram presos por motivo dos últimos acontecimentos.
O sr. capitão Mouzinho de Albuquerque esteve, ontem, na Penitenciária a ultimar processos relativos aos presos que se encontram naquela cadeia (...).
A fim de ouvir os oficiais da Armada que recolheram à referida cadeia, esteve ali o sr. contra-almirante Macedo e Couto, que se fazia acompanhar do sr. primeiro-tenente Manuel Francisco da Silva. Interrogou todos os oficiais da sua arma que ainda não haviam sido ouvidos, levantando os respectivos autos.
Aliás, por motivo dos acontecimentos ocorridos no Arsenal e no quartel de Marinheiros, esteve também na Penitenciária o capitão de mar e guerra Salazar Moscoso. Este oficial fez, ontem, entrega, no Comando Geral da Armada, do relatório que organizou acerca dos factos passados a bordo da fragata «D. Fernando».
Os do «Infante de Sagres» serão transferidos para outro vapor
O vapor «Infante de Sagres», que, como se sabe, fundeou há dias em Algés, vindo de Leixões com os presos implicados na insurreição do Porto, depois de receber a bordo os marinheiros que tinham recolhido ao forte de Sacavém, levantou ferro, cruzando na costa. Ignora-se qual o destino que àquele barco foi ordenado, mas, ao que parece, não se fará ao ultramar, devendo, por isso, fazer a transferência dos presos que leva a bordo para outro barco. Estes, porém, só seguirão depois de terem terminado os trabalhos de investigação que estão sendo dirigidos pelo sr. coronel Schiappa de Azevedo. Este oficial só depois de apurar suficientemente as responsabilidades de cada um é que fará entrega do seu relatório ao Governo.
Como, porém, já terminaram todos os interrogatórios, é natural que o embarque dos presos que se encontram na Penitenciária, quartel de artilharia 3, Monsanto e S. Julião, se efetue brevemente.
(...)
Como ajudante do delegado do Comando Geral da Armada seguiu a bordo do «Infante de Sagres» o sr. segundo-tenente Coutinho Garrido.
Nas prisões da Escola de Aplicação de Infantaria, em Mafra, deram entrada os civis Augusto Mateus, Manuel António Branco Dores, José Joaquim da Silva Lobato, João Bernardo, Carlos Herculano da Silva Gomes Vilar e José de Oliveira Júnior, acusados de comprometidos nos atentados dinamitistas contra os pontões aos quilómetros 50 (Pero Negro) e 56,500 (Dois Portos), com o fim de obstar ao avanço das forças militares que seguiam para Lisboa.
Na Trafaria
Na Casa de Reclusão da Trafaria, apenas está detido, por motivo dos últimos acontecimentos, o sr. Rafael Pereira, 2.º sargento reformado.
[João Esteves]
* PRESOS POLÍTICOS 1926-1933: NOTÍCIAS || 0002 *
0002. 5 de fevereiro de 1927
Assalto gorado à Casa de Reclusão da Trafaria
«Ontem, de manhã, foram presos na Trafaria cinco indivíduos que ali apareceram numa «camioneta» com o propósito de assaltarem a Casa de Reclusão Militar. Conduzidos para Lisboa, foram interrogados no Governo Militar, recolhendo, depois, a várias esquadras.»
0003. 15 de fevereiro de 1927
Os presos - O «Infante de Sagres» fundeou ontem em S. José de Ribamar
«O vapor «Infante de Sagres» que, como tínhamos informado, levantara ferro do porto de Leixões anteontem à noite, fundeou ontem, por volta das 7 horas, em S. José de Ribamar.
Tentámos ir a bordo pouco depois da sua entrada no Tejo. Baldado empenho, porém. O «Infante de Sagres» está ancorado a cerca de meia milha da terra, e a sua tripulação tem ordem rigorosa para não deixar aproximar qualquer barco. Entre a terra e o «Infante de Sagres», equidistante dum e doutro, encontra-se o cruzador «Carvalho Araújo». Quando a nossa gasolina se aproximou do vapor que conduz os oficiais revoltosos do Norte, uma ordem breve e enérgica de bordo fê-lo parar. E, perante a curiosidade dos presos, que pressurosamente acorreram à amurada de estibordo para saberem de quem se tratava, declinámos a nossa identidade. Mandaram-nos esperar. Entretanto, os oficiais presos, entre os quais descobrimos muitos do Exército e alguns da G. N. R., além de vários paisanos.
Um oficial de Marinha assomou ao alto da escada do portaló, anunciando-nos que o sr. imediato tinha ordem para não receber ninguém a bordo, e convidando-nos, por esse motivo, a afastarmo-nos.
Foi o que fizemos, dando a volta ao navio, cujo «deck», em ambos os bordos, estava cheio de presos. Depois de nos afastarmos, o «Infante de Sagres» lá continuou no seu isolamento, parecendo estar de quarentena perante a sentinela à vista do «Carvalho Araújo».
Na praia de Algés, apareceram muitos curiosos e, possivelmente, pessoas das famílias dos presos, que tiveram de se contentar com ver o «Infante de Sagres» de longe.
Alguns representantes da Empresa Nacional de Navegação, à qual pertence o «Infante de Sagres», e que experimentaram ir a bordo, tiveram a mesma resposta obtida pelo redator do Século.
Todo este rigor é devido ao facto de terem ainda que embarcar, no «Infante de Sagres», os presos militares do movimento de Lisboa, e que, com os do Porto, irão residir em vários pontos das nossas colónias onde serão julgados. Ao que nos disseram no Ministério da Guerra, o embarque dos presos far-se-á logo que, pelo Ministério das Colónias, sejam indicados os pontos para onde devem ser conduzidos. Após o embarque, o «Infante de Sagres» sairá imediatamente do Tejo.»
[João Esteves]
* PRESOS POLÍTICOS 1926-1933: NOTÍCIAS || 0001 *
0001. 15 de janeiro de 1927
Em S. Julião da Barra e na Trafaria estão presos vários políticos em evidência nos partidos
«Numa nota oficiosa fornecida pelo Governo, e que inserimos ontem, consta terem-se realizadas prisões determinadas pela démarche dos Diretórios de alguns dos partidos a que vimos fazendo referência. Segundo as nossas informações, os presos militares que se encontram na torre de S. Julião da Barra são os srs. major Vitorino Guimarães, do P. R. P.; tenente-coronel Tavares de Carvalho, major Cortez dos Santos e coronel Aníbal Ramos de Miranda, da Esquerda Democrática; general Sá Cardoso e tenente-coronel Hélder Ribeiro, da Ação Republicana.
No forte da Trafaria encontram-se presos, entre outros, os srs. António Maria da Silva, do P. R. P., e dr. Lopes de Oliveira, do Partido Radical.
O sr. major Tamagnini Barbosa, do Partido Nacionalista, que estava preso em S. Julião da Barra, foi posto em liberdade ontem, ao fim da tarde, tendo recolhido a sua casa pelas 21 horas.
Por ordem do Governo, têm sido procurados para serem detidos os srs. Daniel Rodrigues, do P. R. P.; dr. José Domingues dos Santos, da Esquerda Democrática; e dr. Álvaro de Castro, chefe da Ação Republicana, os quais, ao que parece, saíram de Lisboa.
Consta terem-se realizado ainda muitas mais prisões de políticos de relativo destaque.
O Governo, que resolveu deportar todos os presos para S. Tomé, fretou o vapor S. Miguel, da Empresa Insulana de Navegação, a fim de os transportar para aquela nossa colónia.
O S. Miguel deve sair em breves horas com carta de prego.»
[João Esteves]
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDXCV *
02485. Aarão Soeiro Moreira de Lacerda [1931]
02486. Manuel de Sousa Dias [1931]
02487. Ricardo Vieira de Amorim [1931]
02488. Armando de Oliveira Soares de Albergaria [1931]
02489. António de Barros [1931]
02490. Manuel de Oliveira Júnior [1931]
02491. Sérgio Pinheiro de Aguiar [1931]
[João Esteves]
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDXCIV *
02484. Horácio Brandão Garcia [1928]
[Horácio Brandão Garcia.
Vila Nova de Famalicão, 01/03/1891. Empregado da Caixa Geral de Depósitos. Filiação: Maria Brandão Garcia, Henrique Garcia Pereira Martins. Participou no movimento revolucionário de 3 de fevereiro de 1927. Preso em 05/01/1928. Enviado para Peniche em 15/10/1934, de onde foi libertado em 06/12/1934. Faleceu em 14/02/1978, em Rio Tinto.]
[João Esteves]
* JOSÉ MANUEL ROQUE *
[28/08/1925 - 26706/1999]
No centenário do nascimento de José Manuel Roque, a filha, Vitalina da Conceição Pavia Roque Pires Sofio, escreveu esta relevante nota biográficas deste resistente antifascista.
«Nasceu a 28 de agosto de 1925, no Monte do Zambujeiro, Montemor-o-Novo, filho de Joaquim Vicente Roque e de Otília da Conceição.
Conhecido por Zé Roque, Zé do Moinho ou Zé da Tília (para distinguir por a mãe se chamar Otília e as outras duas irmãs dela também terem filhos Zé, António, Chico, Manel…).
Em criança não foi à escola, começou a trabalhar muito novo, a guardar porcos e depois nos outros trabalhos do campo. Cresceram 5 irmãos, 4 homens e uma mulher (duas irmãs morreram muito pequenas).
Trabalhou nas herdades à volta de casa, Regadia, Gamela, Água Todo o Ano, Rio Mourinho…, Torre… na linha da Mina e em tempo de maior crise, na estrada.
O seu pai tinha vindo do Algarve (Loulé), e era proprietário de uma parcela do Monte do Zambujeiro, onde viviam, o que permitiria ter mais alguns recursos; durante alguns anos os pais tiveram a venda do Moinho da Ana.
No trabalho, no contacto com os outros trabalhadores, em ranchos com muita gente, foi tomando consciência da situação de exploração e de injustiça em que os trabalhadores rurais viviam, e cedo foi cativado e se juntou a alguns trabalhadores já organizados no Partido Comunista e começou a participar nas lutas que organizavam, clandestinamente, naturalmente, por melhores condições de trabalho.
Esteve preso em Caxias (depois de passar pelo Aljube) de junho a novembro de 1947 (por aliciamento às greves rurais).
Voltou a ser preso em setembro de 1949, para averiguações, foi julgado em julho de 1950 e condenado a uma pena de 2 anos de prisão maior celular e na suspensão de todos os direitos políticos por 15 anos. Libertado em 1952, continuando com medidas de segurança, foi punido com uma pena de repreensão pública por manifestações de indisciplina; restituído à liberdade definitiva em outubro de 1956.
Saído da prisão, não tinha vontade de voltar a trabalhar para os lavradores e eles também não lhe queriam dar trabalho; na prisão aprendeu e aperfeiçoou a leitura e a escrita, estudou com o apoio de outros presos.
Começou um pequeno negócio, com a ajuda do irmão Manuel que já tinha feito o mesmo percurso de vida, de bicicleta a pedal, comprando em Montemor (mais tarde em Évora e Lisboa) e vendendo pelos montes.
Casou com Maria Cristina Pavia em outubro de 54, aumentou o negócio, a quantidade de produtos e a área de ação, tirou a carta de condução, em Évora, depois de ter feito o exame da terceira classe, comprou um carro verde (do tempo da guerra) que pegava a manivela (Monte do “Ricome” e Monte Novo).
Trabalharam de dia e de noite, montes, aldeias, mercados, feiras.
Tudo devidamente planeado, quando fui para a escola, nasceu a minha irmã (Otília Pavia Roque) e mudámos para Montemor (com uma pequena diferença de um ano nos planos), para a “Loja do Povo”.
Muito, muito clandestinamente, foram sempre apoiando as famílias dos presos políticos e o PCP e acompanhando a situação política. Tínhamos um rádio, ouvíamos a Rádio Portugal Livre e a Rádio Moscovo. Houve uma participação ativa nas campanhas de Norton de Matos, de Humberto Delgado e nas de 1969 e 1973.
Em 1973 entraram na sociedade da Casa dos Compadres, com uma loja grande e muito moderna, onde o 25 de Abril os encontrou.
Porque era necessário reforçar o número de pessoas disponíveis para organizar e dinamizar a luta, eles responderam ao desafio, deixaram a loja e foram para funcionários do PCP, durante vários anos, a tempo inteiro, levando os recursos que tinham…
Com o desgaste da saúde, voltaram a casa…
O Zé Roque foi um dos criadores e responsáveis da Comissão de Moradores do Largo dos Paços do Concelho, sempre presente no Secretariado das Associações do Concelho de Montemor, nas comemorações do 25 de abril e da Festa das Colheitas.
Durante anos dinamizou as Comissões de Base de Saúde.
Foi sócio fundador e dinamizador da Associação de Artesãos do Concelho, a Ciranda.
Na URAP, foi um dos organizadores da construção do Monumento aos Resistentes Antifascistas do Alentejo inaugurado no dia 1 de junho de 1996.
Foi artesão, agricultor e pescador.
Teve dois netos, o João e a Joana, que acima de tudo, agradecem o privilégio de brincar e conviver com um Homem que só lhes deu os melhores exemplos dia após dia.
Na manhã de 26 de junho de 1999, com 74 anos, depois de ter voltado da Feira de S. João, pela meia-noite e sem nenhum aviso, sentiu-se mal e morreu para nossa grande dor e tristeza.
Vitalina da Conceição Pavia Roque Pires Sofio
28/08/2025»
NOTA: um enorme agradecimento à neta de José Manuel Roque, Joana Sofio, o envio deste contributo para a história da resistência antifascista e a disponibilidade para o partilhar publicamente através deste blogue.
Num tempo em que muitos se calaram, houve quem resistisse e fosse perseguido e preso!
[João Esteves]
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDXCIII *
02483. Jerónimo Neves Ribeiro [1929]
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDXCII *
02482. Jaime Augusto Lopes Silva Leite [1928, 1933]
[Jaime Augusto Lopes Silva Leite || F. 28/06/1928 || PT-TT-PVDE-Policias-Anteriores-3-NT-8903]
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDXCI *
02481. Joaquim Caetano [1929]
[Joaquim Caetano || ANTT || PT-TT-PVDE-Policias-Anteriores-3-NT-8903]
[João Esteves]
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDXC *
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDLXXXIX *
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDLXXXVIII *
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDLXXXVII *
02477. João de Brito [1928]
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDLXXXVI *
* PRESOS POR MOTIVOS POLÍTICOS: DA DITADURA MILITAR AO INÍCIO DO ESTADO NOVO || CDLXXXV *