[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]
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quinta-feira, 6 de julho de 2023

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

domingo, 29 de janeiro de 2023

sábado, 21 de janeiro de 2023

quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

[3190.] ADELAIDE CABETE || "A TRIBUNA FEMININA - PROTEÇÃO ÀS MULHERES GRÁVIDAS POBRES" - 20/07/1908

 * ADELAIDE CABETE *

"A Tribuna Feminina - Proteção às mulheres grávidas pobres" [Julho de 1900]

A República || 20/07/1908

[A República || 20/07/1908]

[João Esteves]

segunda-feira, 28 de novembro de 2022

[3071.] CONGRESSO NACIONAL DO LIVRE PENSAMENTO || ABRIL DE 1908 - 19/04/1908

 * CONGRESSO NACIONAL DO LIVRE-PENSAMENTO *

Vanguarda || 20/04/1908

[19/04/1908]

Maria Veleda secretaria a sessão inaugural do Congresso Nacional do Livre Pensamento, presidida por Teófilo Braga. O congressista Bartolomeu Constantino «refere-se à educação da mulher, prestando homenagem à obra grandiosa em prol do feminismo, feita por um grupo de mulheres portuguesas, que aspiram à libertação humana dos preconceitos religiosos» [“Congresso Nacional de Livre Pensamento”, O Mundo, 20/4/1908].

Adelaide Cabete secretaria a sessão nocturna. Maria Veleda é indicada para integrar a comissão executiva da Junta Federal e Amélia Levy de Sousa Lobo a comissão de propaganda.

[Vanguarda || 20/04/1908]

[João Esteves]

sábado, 19 de novembro de 2022

[3057.] ESCOLA-OFICINA N.º 1 || 19/03/1908

ESCOLA-OFICINA Nº 1 *

 Vanguarda || 15/03/1908

O jornal Vanguarda, de 15 de Março de 1908, anuncia a realização da sessão solene da Escola no dia 19 de Março, estando prevista a participação de Adelaide CabeteAna de Castro OsórioAna Themudo Costa e Maria Veleda.

[Vanguarda || 15/03/1908]

[João Esteves]

[3055.] I CONGRESSO PEDAGÓGICO DA INSTRUÇÃO PRIMÁRIA E POPULAR || ABRIL DE 1908

 CONGRESSO PEDAGÓGICO DA INSTRUÇÃO PRIMÁRIA E POPULAR * 

"Liga Nacional de Instrução - Congresso"

Vanguarda || 18/02/1908

[Vanguarda || 18/02/1908]

[João Esteves]

sábado, 5 de novembro de 2022

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

sábado, 13 de março de 2021

[2523.] PLEBISCITO ÀS MULHERES PORTUGUESAS [I] || A REPÚBLICA - 08/07/1908

 * PLEBISCITO ÀS MULHERES PORTUGUESAS *

JORNAL A REPÚBLICA || 08/07/1908

Em Julho de 1908, o jornal A República, através da secção “A Tribuna Feminina”, onde colaboravam Adelaide Cabete, Ana de Castro Osório, Maria Clara Correia Alves e Maria Veleda, organizou um "plebiscito" às mulheres republicanas com a finalidade de «apurar qual dos republicanos – deputados ou não deputados, chefes ou não chefes, tem maior número de votos de confiança e simpatia entre nós», devendo as respostas/votos, «indicando o nome do político preferido pelas suas qualidades de carácter, dotes oratórios e orientação filosófica», ser enviadas para uma daquelas feministas.

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[A República || 08/07/1908]

[João Esteves]

terça-feira, 9 de março de 2021

[2520.] MENSAGEM DAS FEMINISTAS REPUBLICANAS A ANTÓNIO JOSÉ DE ALMEIDA || 22/01/1909

 * MENSAGEM DAS FEMINISTAS REPUBLICANAS A ANTÓNIO JOSÉ DE ALMEIDA || 22/01/1909 *

[Museu da Presidência da República || 22/01/1909]

Datado de 22 de Janeiro de 1909 e assinada por Adelaide Cabete, Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo, Maria Clara Correia Alves e Maria Veleda, o Museu da Presidência da República publicou ontem, Dia Internacional da Mulher, um texto dirigido a António José de Almeida enquanto republicano.

Esta mensagem resultou de um plebiscito promovido em Julho de 1908 pela secção “A Tribuna Feminina”, do jornal A República, onde colaboravam Adelaide Cabete, Ana de Castro Osório, Maria Clara Correia Alves e Maria Veleda

[A República || 08/07/1909]

Tinha a finalidade de auscultar a opinião feminina, ao «apurar qual dos republicanos – deputados ou não deputados, chefes ou não chefes, tem maior número de votos de confiança e simpatia entre nós», devendo as respostas/votos, «indicando o nome do político preferido pelas suas qualidades de carácter, dotes oratórios e orientação filosófica», ser enviadas para Adelaide Cabete, Ana de Castro Osório, Maria Clara Correia Alves ou Maria Veleda

Para surpresa das promotoras, a iniciativa redundou num êxito, recebendo-se cartas de todo o país: votaram 834 mulheres e a escolha recaiu sobre António José de Almeida (252 votos), seguido de Afonso Costa (192 votos) e Fernão Botto Machado (124 votos), o que deixou desgostosa Maria Veleda, que «outro nome desejaríamos ver triunfante, porque António José d'Almeida não se interessou ainda bastante pelo ideal feminista, a ponto de granjear por esse motivo o aplauso da mulher portuguesa, havendo outros que têm trabalhado com verdadeiro entusiasmo em prol da nossa libertação», como Botto Machado

O número de votantes prenunciava o grau de consciencialização política das mulheres letradas e não pode ser dissociado da adesão que a Liga Republicana das Mulheres Portugueses registou ao constituir-se em Agosto de 1908. 

O resultado foi apurado numa reunião realizada no consultório de Adelaide Cabete em 9 de Outubro de 1908, tendo-se decidido redigir uma mensagem a António José de Almeida e ir entregá-la pessoalmente. 

[A República || 10/10/1908]

É esta mensagem, assinada pelas cinco principais líderes do feminismo português ainda antes da implantação da República,  que o Museu da Presidência da República publicitou e que aqui se reproduz com a devida vénia.

[João Esteves]

sábado, 20 de fevereiro de 2021

[2503.] BÁRBARA ROSA DE CARVALHO PEREIRA [I] || CONSELHO NACIONAL DAS MULHERES PORTUGUESAS

 * BÁRBARA ROSA DE CARVALHO PEREIRA *

[Rosa Pereira || 1928 || Pormenor de uma fotografia do II Congresso Feminista]

Natural de Tomar, Bárbara Rosa de Carvalho Pereira distinguiu-se por mais de três décadas dedicadas às causas republicana, pacifista, maçónica e feminista.

Aderiu, no primeiro trimestre de 1907, ao Comité Português da associação pacifista francesa La Paix et le Désarmement par les Femmes e tornou-se numa das militantes mais activas do núcleo de Tomar da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas (sócia n.º 223): interveio, em 1910, no plebiscito interno sobre a revisão dos Estatutos, manifestando-se pela eliminação do antigo art.º 11, já que a “Liga deve interessar-se por tudo quanto seja a emancipação da mulher e quebrar todos os preconceitos que a oprimem e sufocam”; contribuiu para subscrições; participou, em 1912, na campanha a favor da aprovação pelo Parlamento duma lei proibitiva da venda de tabaco e bebidas alcoólicas a menores; e, enquanto subscritora da Obra Maternal, apoiou a manutenção da sua directora em 1915.

Posteriormente, estando já a residir em Lisboa, na R. Augusto José Vieira, n.º 11, r/c, aderiu ao Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, onde se manteve em actividade durante mais de 20 anos, até à sua proibição pelas autoridades salazaristas.

Tal como muitas outras activistas, o desempenho de cargos directivos no CNMP coincidiu com a iniciação na Maçonaria.

Rosa Pereira distinguiu-se sobretudo na área financeira e na gestão das quotas das associadas da província: foi eleita Secretária do Interior - Arquivista (1923); Tesoureira Adjunta da Direcção (1927) e Tesoureira da Província (1928, 1929, 1931-1934, 1936-1945); e 1.ª Vogal da Assembleia Geral (1946). Pertenceu à Comissão de Beneficência (1924), onde exerceu a presidência em 1925 e 1926, e à Secção de Finanças (1931-1934).

Colaborou em parceria com Mariana da Assunção da Silva, a outra Tesoureira do Conselho, secretariou a 2.ª Sessão Ordinária do Congresso Abolicionista Português (03/08/1926), integrou a Comissão responsável pela aquisição duma bandeira nacional a ser enviada à Aliança Internacional Feminista, participou na recepção promovida pelo Conselho a Adelaide Cabete quando do seu regresso de África e fez parte da delegação que, em 10 de Fevereiro de 1940, entregou à Assembleia Nacional um requerimento, onde se pedia que as competências da Tutoria da Infância sobre as raparigas fosse alargada dos 16 para os 21 anos, de forma a impedir o registo de toleradas antes desta idade, como estava sucedendo.

Assinou, na revista Alma Feminina, uma carta de homenagem à activista Angélica Lopes Viana Porto.

A par da militância feminista, foi iniciada na Maçonaria em 1922 e integrou a Loja Humanidade do Grande Oriente Lusitano Unido e a Loja Humanidade do Direito Humano, com o nome simbólico de Leonor da Fonseca Pimentel.

Enquanto republicana, e num momento particularmente difícil, aderiu, em Maio de 1928, à campanha promovida pelo jornal O Rebate a favor dos presos, deportados e emigrados políticos.

O seu nome aparece indistintamente como Rosa de Carvalho, Rosa de Carvalho Pereira ou Rosa Pereira e era irmã da activista Maria Emília de Carvalho Gonçalves, tendo ambas idêntico percurso político e associativo.

[v. JE, "Bárbara Rosa de Carvalho Pereira", Dicionário no Feminino (Séculos XIX-XX), Livros Horizonte, 2005, pp. 162-163]

[João Esteves]

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

[2458.] ADELAIDE CABETE || CONGRESSO INTERNACIONAL FEMINISTA DE PARIS - JUNHO DE 1926

 * ADELAIDE CABETE NO CONGRESSO INTERNACIONAL FEMINISTA DE PARIS || JUNHO DE 1926 *

Na reunião da Assembleia Geral do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, realizada em 27 de Dezembro de 1925, Adelaide Cabete foi escolhida para tomar parte, como sua delegada, no Congresso Internacional Feminista de Paris, promovido pela IWSA, a decorrer entre 30 de Maio a 10 de Junho de 1926.

A médica deslocou-se a Paris, juntamente com o sobrinho Arnaldo Brazão, tendo sido entrevistada por Irene de Vasconcelos na capital francesa para o Diário de Lisboa no dia 7, sendo aquela publicada em 12 de Junho de 1926.

[Diário de Lisboa || 12/06/1926]

[Diário de Lisboa || 16/06/1926]

[João Esteves]