[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]
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domingo, 28 de março de 2021

[2549.] LA PAIX ET LE DÉSARMEMENT PAR LES FEMMES - SECÇÃO PORTUGUESA [IX] || VANGUARDA - 29/12/1906

 * LA PAIX ET LE DÉSARMEMENT PAR LES FEMMES *

SECÇÃO PORTUGUESA || 29/12/1906

Em 29 de Dezembro de 1906, o jornal Vanguarda publica o manifesto “A paz e o desarmamento pelas mulheres”, do Comité Português da associação La Paix et le Désarmement par les Femmes, onde se apela à adesão das interessadas. As inscrições devem ser enviadas para a sede provisória, na Rua de Santo Antão, 193.

 
[Vanguarda || 29/12/1906]

[João Esteves]

[2548.] LA PAIX ET LE DÉSARMEMENT PAR LES FEMMES - SECÇÃO PORTUGUESA [VIII] || VANGUARDA - 15/12/1906

 * LA PAIX ET LE DÉSARMEMENT PAR LES FEMMES *

SECÇÃO PORTUGUESA || 15/12/1906

A Vanguarda reproduz, no texto “O pacifismo em Portugal”, a carta com o convite de Sylvie Flammarion a Madame Lacombe para organizar no país uma delegação da associação La Paix et le Désarmement par les Femmes.

[Vanguarda || 15/12/1906]

[João Esteves]

[2547.] LA PAIX ET LE DÉSARMEMENT PAR LES FEMMES - SECÇÃO PORTUGUESA [VII] || "JORNAL DA MULHER" - 10/12/1906

 * LA PAIX ET LE DÉSARMEMENT PAR LES FEMMES *

SECÇÃO PORTUGUESA || 06/12/1906 - 10/12/1906

Em 6 de Dezembro de 1906, realiza-se em Lisboa, na Rua de Santo Antão,193, 3.º, a primeira reunião do Comité Português da associação La Paix et le Désarmement par les Femmes. A sessão é presidida por Madalena Frondoni Lacombe, discutem-se os Estatutos, de forma a adaptá-los à realidade portuguesa, e elegem-se os corpos gerentes, que ficam constituídos por: Sylvie Camille Flammarion, Presidente fundadora com residência em Paris; Madeleine Frondoni Lacombe (escritora), Vice-Presidente; Virgínia Quaresma (diplomada pelo Curso Superior de Letras), Secretária-Geral; Maria do Carmo Lopes (médica), Tesoureira; Adelaide Cabete (médica), Albertina Paraíso (poetisa e jornalista), Aureliana Teixeira Bastos (poetisa), Carolina Beatriz Ângelo (médica), Cláudia de Campos, Domitila de Carvalho (médica e directora do Liceu Feminino Maria Pia) e Emília Patacho (médica), Vogais.

Delibera-se, por aclamação, que Magalhães Lima seja sócio honorário e Alice Pestana, Carolina Michaëlis de Vasconcelos, Jeanne Paula Nogueira e Olga Morais Sarmento da Silveira, «senhoras que, a par do espírito culto e brilhante com que se têm destacado no nosso meio intelectual, têm prestado ao ideal pacifista relevantes serviços», sócias beneméritas.

"JORNAL DA MULHER" || 10/12/1906

[O Mundo || 10/12/1906]

O “Jornal da Mulher”, de 10 de Dezembro de 1906, relata a primeira reunião do Comité Português da associação La Paix et le Désarmement par les Femmes [“Grupo auxiliar em Portugal da Associação a Paz e o Desarmamento pelas Mulheres”. 

[João Esteves]

sábado, 27 de março de 2021

[2546.] LA PAIX ET LE DÉSARMEMENT PAR LES FEMMES - SECÇÃO PORTUGUESA [VI] || 09/12/1906

 * LA PAIX ET LE DÉSARMEMENT PAR LES FEMMES *

SECÇÃO PORTUGUESA || 13/11/1906 - 09/12/1906

A Vanguarda insere um texto sobre “A propaganda do pacifismo em Portugal”, ilustrado pelas fotografias das senhoras Sylvie Camille Flammarion e Madalena Frondoni Lacombe, onde informa da constituição do núcleo português da associação francesa La Paix et le Désarmement par les Femmes. Historia ainda o processo que levou à sua formação, decidida em Paris em 13 de Novembro de 1906, e divulga os respectivos corpos gerentes.

[Vanguarda || 09/12/1906]

[João Esteves]

[2545.] LA PAIX ET LE DÉSARMEMENT PAR LES FEMMES - SECÇÃO PORTUGUESA [V] || 03/12/1906

 * LA PAIX ET LE DÉSARMEMENT PAR LES FEMMES *

SECÇÃO PORTUGUESA || 03/12/1906

[O Mundo || 03/12/1906]

[João Esteves]

[2543.] AS MULHERES E O SOCIALISMO || VANGUARDA - 14/06/1906

 * "AS MULHERES E O SOCIALISMO" *

VANGUARDA || 14/10/1906

[Vanguarda || 14/10/1906]

[João Esteves]

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

[2487.] FEMINISMO || NELLY ROUSSEL - 18/05/1906

 * FEMINISMO *

NELLY ROUSSEL || 18/05/1906

[Nelly Roussel || 05/01/1878 - 18/12/1922]

No dia em que se realiza na Sociedade de Geografia de Lisboa a sessão solene de apresentação da Secção Feminista da Liga Portuguesa da Paz, o jornal Vanguarda publica, na 1.ª página, a opinião da livre-pensadora, feminista e anarquista francesa Nelly Roussel [1878 - 1922] sobre o que entendia por "Feminismo".

[Vanguarda || 18 de Maio de 1906]

[João Esteves]

[2486.] FEMINISMO || FERNÃO BOTTO MACHADO - 18/05/1906

 * FEMINISMO *

FERNÃO BOTTO MACHADO || 18/05/1906

[Fernão Botto Machado || Álbum Republicano || 1908]

No dia em que se realiza na Sociedade de Geografia de Lisboa a sessão solene de apresentação da Secção Feminista da Liga Portuguesa da Paz, o jornal Vanguarda publica, na 1.ª página, a opinião de Fernão Botto Machado sobre o que entende por "Feminismo".

[Vanguarda || 18 de Maio de 1906]

[João Esteves]

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

[2485.] CONGRESSO FEMINISTA DE COPENHAGUE || "JORNAL DA MULHER" - 25/08/1906

* CONGRESSO FEMINISTA DE COPENHAGUE *

"JORNAL DA MULHER" || 25/08/1906

O “Jornal da Mulher” [O Mundo, p. 4, cols. 1-2] pronuncia-se sobre o Congresso de Copenhague, organizado pela International Woman Suffrage Alliance e presidido por Carrie Chapman-Catt, constatando que os «relatórios oficiais do escritório da Aliança e das Sociedades filiais mostram-nos o progresso que foi feito nos últimos tempos, progresso imenso quando se compara com o que foi possível fazer outrora, mas que deixa ainda o ideal feminista longe do fim que visa alcançar.» Relembra também a passagem por Lisboa de Madame Gabrielle Alphen-Salvador [1856 - 1920]: 

«A Associação internacional do Sufrágio das Mulheres, realizou um congresso em Copenhague, do dia 6 a 11 de Agosto, presidido por Carrie Chapman Catt. // Muitos países se esperava que se fizessem representar neste congresso. A América, a Inglaterra, a Alemanha, a Austrália, o Canadá, a Finlândia, a Holanda, a Hungria, a Itália, a Suíça, a Noruega, a Suécia, a Rússia, etc., enviaram delegados para pedirem em nome de todas as mulheres o direito de voto. // A «Aliança» publicou já um programa provisório que nos permite avaliar a importância das questões que deviam ter sido postas na ordem do dia. // Os relatórios oficiais do escritório da Aliança e das Sociedades filiais mostram-nos o progresso que foi feito nos últimos tempos, progresso imenso quando se compara com o que foi possível fazer outrora, mas que deixa ainda o ideal feminista longe do fim que visa alcançar. // Para conseguir esse «desideratum» é necessário que os esforços de todas as mulheres se liguem na mesma comunhão de princípios. // A Aliança exercerá certamente uma grande influência, porque não é possível que tantas mulheres notáveis, agrupadas para obter um direito que é indiscutivelmente justo, não impressionem em seu favor todos os que não estão irrevogavelmente cegos pelos perniciosos preconceitos do passado. // O movimento feminista de França enviou a Copenhague uma delegação composta de madame Vincent, madame Deflou, madame Maria Martin e madame Bertou.»

 [O Mundo, 25/08/1906, p. 4, cols. 1-2]

[O Mundo || 25/08/1906]

[João Esteves]

[2483.] POLÉMICA MARIA VELEDA / VIRGÍNIA QUARESMA [IV] || 10/08/1906

 * POLÉMICA MARIA VELEDA / VIRGÍNIA QUARESMA, A PROPÓSITO DO "JORNAL DA MULHER" *

MARIA VELEDA || 10/08/1906

Maria Veleda encerra a polémica com Virgínia Quaresma através de uma “Carta aberta” dirigida ao director da Vanguarda

«Carta aberta

Vejo com desprazer que a ex.ma sr.ª D. Virgínia Quaresma se obstina em hostilizar-me. // Entre outras coisas, diz sua excelência, “que não sei discutir”... É possível. Pelo menos, com a sr.ª D. Virgínia Quaresma não sei fazê-lo, porque acho deprimente, para nós ambas, que nos digladiemos com epítetos injuriosos, como aqueles com que sua excelência me tem brindado, e que a eu entendo não dever responder.

Que sei discutir, demonstrei-o, reptando a sr.ª D. Virgínia Quaresma a provar como e quando tivesse eu agredido a Liga Portuguesa da paz. Mas, a sr.ª D. Virgínia, que me apoda de “comodista” entendeu que era mais “cómodo” para si, injuriar-me e não levantar a luva que lhe lancei.

Lamento que as réplicas de sua excelência, sigam sempre, tão de espaço, os meus artigos modestíssimos. No entanto, se a opinião pública quiser julgar uma causa tão frívola, decerto me não condenará – porque em toda esta deplorável questiúncula nunca desci ao doesto, à insídia nem à calúnia.

Se sua excelência esperava que eu continuasse a discutir o ‘Jornal da Mulher’, enganou-se. Em primeiro lugar – repito o que já afirmei noutro artigo – eu nunca pretendi hostilizar aquela secção do ‘Mundo’ nem a sua directora. Fez umas apreciações, que, parece, foram descabidas. Não mudei de opinião; mas, entendo, que não devo insistir, desde que a minha desaprovação levanta tamanha celeuma e provoca tanta inimizade.

Tudo quanto não é útil é inútil; e tudo quanto é inútil deve banir-se. Assim, prefiro retirar-me da arena vencida, mas não convencida. E – vencida – porque não sei combater com armas desiguais – porque não quero nem sei injuriar.

Posto isto, resta-me agradecer a vossa excelência, ex.mo sr. Director da ‘Vanguarda’, a sua generosidade, mais uma vez evidenciada, consentindo nas colunas do seu apreciável jornal, polémicas estranhas à sublime causa por que vossa excelência tão nobremente se devota. É quase um crime de leso-patriotismo, isto de entreter-se alguém, na imprensa, com discussões estéreis e desvaliosas. Disso me penitencio, pedindo a vossa excelência mil desculpas, com a afirmação do meu perdurável reconhecimento.

Com ilimitada consideração – de v. ex.ª

Maria Veleda.» 

[Vanguarda, 10/08/1906]

[Vanguarda || 10/08/1906]

[João Esteves]

[2482.] FEMINISMO || "JORNAL DA MULHER" - 08/08/1906

 * FEMINISMO *

"JORNAL DA MULHER" || 08/08/1906

Texto do “Jornal da Mulher” [O Mundo] sobre “Feminismo - Os direitos da mulher”:

«Feminismo - Os direitos da mulher

Já tivemos ensejo de provar, com dados históricos, num artigo feminista que recentemente publicámos, que o feminismo tem acompanhado, intimamente, todos os grandes impulsos de evolução social, e que nunca se pensa numa reivindicação de direitos democráticos que não se atenda à grave questão dos direitos e interesses da mulher.

O que se infere, portanto, logicamente disto? Que o feminismo, tal como deve ser compreendido e tratado, é um produto natural da civilização, das altas aspirações intelectuais e morais que a humanidade lentamente se esforça por concretizar e que a sua vitalidade, portanto, obedecendo a leis orgânicas, há-de acabar por vir a ser uma verdade evidente para todos os espíritos e uma necessidade eficaz para todos os meios sociais.

A França na nova câmara que organizou há dias, impôs-se uma grande obra democrática e social e, imediatamente, como parte integrante no seu programa, assim concisamente expresso nesta divisa, se alvitrou o lugar importante que nele devia ter a defesa dos direitos da mulher.

Foram os próprios deputados do actual governo que vieram para a imprensa sustentá-la.

Mostraram, energicamente, o direito que lhe assiste em dispor o seu salário, de forma que não continue a dizer-se, hoje, como Stuart Mill o proclamou cheio de indignação: “O casamento é presentemente a única escravatura reconhecida pela lei”. Discutiram, com entusiasmo, a sua situação económica e social, provando o direito e a necessidade que tem em se indicar e angariar meios de subsistência, em condições similares às do homem.

Declaram que é uma honra para a república democrática francesa interessar-se e defender os problemas feministas, como merecem.

E o “Grupo parlamentar de defesa dos direitos da mulher” termina por dizer: “Seremos felizes se não se puder continuar a dizer que os homens fazem as leis unicamente para si. Em democracia é preciso que se façam para todos, sobretudo, para vós, minhas senhoras, que há tanto tempo estais a obedecer e a sofrer”.

São estas as palavras proferidas pelos membros dum governo que se diz democrático, liberal e justo. Poderíamos agora perguntar, oportunamente, em nome da liberdade, da democracia e da justiça que o novo governo português traça, em caracteres berrantes, nos seus cartazes de recomendação, se já alguma vez pensou em estudar e defender a grave e desgraçada situação da mulher portuguesa?

Não pensou nem se tem lembrado dela no seu programa e o motivo é simples: - não pode contar com o seu concurso para os actos eleitorais e, portanto, seria supérfluo o trabalho de a deslumbrar com um engodo...». 

[O Mundo, 08/08/1906]

[O Mundo || 08/08/1906]

[João Esteves]

domingo, 31 de janeiro de 2021

[2474.] MARIA OLGA DE MORAIS SARMENTO DA SILVEIRA [IV] || 22/06/1906

 * MARIA OLGA DE MORAIS SARMENTO DA SILVEIRA *

[Maria Olga de Morais Sarmento da Silveira]

O jornal Vanguarda de 22 de Junho de 1906 dá destaque de 1.ª página à edição da conferência de Olga de Morais Sarmento, intitulada o Problema Feminista, proferida no dia 18 de Maio de 1906, aquando da sessão solene de apresentação da Secção Feminista da Liga Portuguesa da Paz. 

[Vanguarda || 22 de Junho de 1906]

[João Esteves]

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

[1178.] CENTRO ESCOLAR FERNÃO BOTTO MACHADO [I] || 20/07/1906

* INAUGURAÇÃO DO CENTRO ESCOLAR FERNÃO BOTTO MACHADO || 20/07/1906 *

Margarida Lima Pereira e Maria Veleda declaram a sua adesão à inauguração do Centro Escolar Fernão Botto Machado, cuja festa decorre em 20 de Julho de 1906 na sede do Centro Eleitoral Democrático de Lisboa, sita no Largo de S. Carlos, 4, 2º.

[Vanguarda || 21 de Julho de 1906]

[João Esteves]

sábado, 7 de novembro de 2015

[1156.] FEMINISMO EM FRANÇA [I] || 18/06/1906

* FEMINISMO EM FRANÇA *

A Vanguarda, de 18 de Junho de 1906, insere na primeira página um texto sobre “O feminismo em França” e compara o que se passa naquele país com Portugal: «Com desalento e triste experiência diremos que ainda hoje tudo o que se propuser na sociedade portuguesa para levantar o nível intelectual e moral da mulher não passa duma utopia escandalosa e ridícula na opinião geral.».

[Vanguarda || 18 de Junho de 1906]

[João Esteves]

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

[1147.] FEMINISMO || 1906

* FEMINISMO || 1906 *

É na imprensa que, a partir de 1906, se encontra com regularidade um vasto manancial de reflexões sobre o feminismo, nomeadamente sobre o que se reivindicava para as mulheres portuguesas, pronunciando-se, entre outras, Albertina Paraíso, Ana de Castro Osório, Lucinda Tavares, Maria Veleda e Virgínia Quaresma

Os textos dedicados ao feminismo pelo “Jornal da Mulher”, secção do periódico O Mundo iniciada em 25 de Junho de 1906 e da responsabilidade de Albertina Paraíso, são imprescindíveis para compreender o que se passava nesse campo nos últimos anos da Monarquia. 

Os vocábulos "feminista" e "feminismo" surgiram com frequência na imprensa republicana dos anos de 1906, 1907 e 1908, quer em artigos assinados por mulheres, quer em textos e secções da responsabilidade dos redactores. 

A temática feminista passou a fazer parte do conteúdo de diários como O Mundo e Vanguarda e são mais as apreciações positivas do que os comentários depreciativos. 

Por exemplo, a Vanguarda, diário republicano independente, inclui, em 1906, a secção “Galeria feminista”, criada depois da apresentação pública da Secção Feminista da Liga Portuguesa da Paz e dedicada a mulheres que se destacavam pelo empenhamento a favor dos seus direitos. O texto, por vezes desenvolvido, era acompanhado da fotografia da homenageada, recaindo as escolhas em Carmen de Burgos y Seguí (24/05/1906), Lisa Lualdi, portuguesa a viver em Nápoles (06/06/1906), Belén Sárraga de Ferrero (07/06/1906), Avril de Sainte-Croix (27/06/1906).

A generalização do vocábulo feminismo não pode ser dissociado do que se entendia por ele, considerado genericamente como a luta justa pelos direitos da mulher. Existia a consciencialização de que a sua condição tinha de mudar e, durante algum tempo, ela envolve tanto a elite feminina, como líderes do republicanismo, com o trunfo, não desprezável, de que a sua imprensa não hostilizava essa aspiração.

[João Esteves]

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

[1137.] CLÁUDIA DE CAMPOS [I] || 25/05/1906

* CLÁUDIA DE CAMPOS *
[28/01/1859 - 30/12/1916]


A Vanguarda, de 25 de Maio de 1906, destina a “Galeria Feminista” à escritora e feminista Cláudia de Campos, acompanhada de fotografia.

 [Vanguarda, 25 de Maio de 1906]

[João Esteves]

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

[0294.] ANA DE CASTRO OSÓRIO || TEXTO DE CAROLINA PRESADO RODRIGUES - 30/12/1906

* ANA DE CASTRO OSÓRIO *

Em 30 de Dezembro de 1906, Carolina Presado Rodrigues assina, em a Vanguarda, um escrito sobre Ana de Castro Osório, contendo dados biográficos acerca da escritora e sua família: “Mulheres portuguesas - D. Ana de Castro Osório”.

[Vanguarda || 30/12/1906]

[João Esteves]

domingo, 5 de dezembro de 2010

[0196.] ALICE MODERNO [III] || "JORNAL DA MULHER" - 05/12/1906

* ALICE MODERNO *

"JORNAL DA MULHER" || 05/12/1906

O “Jornal da Mulher” publica um texto de Alice Moderno, intitulado “Pela infância”, onde alerta para a importância de se ensinar às mães e às crianças a forma correcta de alimentar e cuidar dos bebés, causa da elevada taxa de mortalidade infantil.

[O Mundo || 05/12/1906]

[João Esteves]

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

[0182.] SUFRÁGIO FEMININO || 02/12/1906

* SUFRÁGIO FEMININO *

VANGUARDA || 02/12/1906

A Vanguarda insere um texto sobre “O voto feminino”, motivado pelo plebiscito que o diário madrileno El Heraldo resolveu organizar sobre se a mulher deve ser eleitora.

[Vanguarda || 02/12/1906]

[João Esteves]

[0180.] ALICE MODERNO [I] || 01/12/1906

* ALICE MODERNO *

"JORNAL DA MULHER" || 01/12/1906

O “Jornal da Mulher” é dedicado a “D. Alice Moderno”, que «deve ser considerada uma das convictas e sinceras feministas da nossa terra» e, «apesar de estar longe de nós, pois reside nos Açores, em todas as cruzadas de propaganda feminista que se empreendam no nosso meio, o estímulo da sr.ª D. Alice Moderno vem sempre, generosamente animar-nos nas campanhas, as mais difíceis.» .

[O Mundo || 01/12/1906]

[João Esteves]