[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]
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quarta-feira, 22 de maio de 2019

[2140.] MULHERES E ELEIÇÕES [I] ||

* MULHERES E ELEIÇÕES *

Coordenação: ANA PAULA PIRES | FÁTIMA MARIANO | IVO VEIGA

Edições Almedina || 2019






 [Edições Almedina || Abril de 2019]

terça-feira, 3 de abril de 2018

[1784.] A NEW HISTORY OF IBERIAN FEMINISMS [I]

* A NEW HISTORY OF IBERIAN FEMINISMS || COORDENAÇÃO: SILVIA BERMÚDEZ E ROBERTA JOHNSON || UNIVERSITY OF TORONTO PRESS - 2018 *

Um trabalho de síntese inédito e estimulante, dirigido por Silvia Bermúdez e Roberta Johnson, com a colaboração de dezenas de investigadoras, entre as quais as portuguesas Ana Paula Ferreira, Fátima Mariano e Vanda Anastácio.







[University of Toronto Press || 2018]

domingo, 13 de novembro de 2016

[1544.] MULHERES, CIDADANIA E DIREITO DE VOTO [II] || IHC - FCSH/UNL


* CONGRESSO INTERNACIONAL || 21-22 DE NOVEMBRO || ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA *

|| INSTITUTO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA - FCSH/UNL ||

|| COMISSÃO ORGANIZADORA: Ana Cabrera || Ana Paula Pires || Eunice Relvas || Fátima Mariano || Ivo Veiga ||

|| PROGRAMA ||

MULHERES, CIDADANIA E DIREITO DE VOTO
WOMEN, CITIZENSHIP AND VOTING RIGHTS     

International Conference

21 e 22 de Novembro de 2016  |  21 and 22 of November 2016
Assembleia da República  |  Assembly of the Republic


PROGRAMA | PROGRAMME

21 de Novembro  | 21st November 


9h00 – Registo e recepção  | Registration and participant’s reception 
9h30 – 10h15 – Sessão de abertura  | Opening session 

Conferência | Conference 
10h15 – 11h00 – Sarah Childs (Universidade de Bristol) - Reflections on the Political Representation of Women
Moderação  | Chair: Marina Costa Lobo (ICS-ULisboa)

11h00 – 11h15 – Debate
11h15 – 11h30 – Coffee break

Painel I – Logos, ethos e pathos na representação da liderança e da participação feminina em política
Panel I – Logos, ethos e pathos in the representation of leadership and female participation in politics

Moderação  | Chair: Fátima Mariano (IHC-FCSH/NOVA)

11h30 - Carla Martins (CIEG-ISCSP-ULisboa e Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias) – Participação política feminina: a lei da paridade numa perspectiva longitudinal
11h45 - Ana Cabrera (IHC-FCSH/NOVA) – O Parlamento Europeu e a questão da paridade
12h00 - Carla Baptista (CIC.Digital-FCSH/NOVA) – O jornalismo e o feminismo – questões genéricas de uma relação problemática
12h15 - Teresa Mendes Flores (CIC.Digital-FCSH/NOVA e Universidade Lusófona) – Representações jornalísticas da política no feminino: análise das discussões e da aprovação da Lei da Paridade
12h30 - Maria José Mata (CIC.Digital-FCSH/NOVA e Escola Superior de Comunicação Social) – Construções jornalísticas da personagem de uma líder

12h45 – 13h – Debate

13h – 14h30 – Almoço livre | Free lunch break

Painel II – Abrindo a Caixa de Pandora: Perceções e opiniões das/os portuguesas/es em relação à participação política das mulheres e às medidas de combate às desigualdades de género
Panel II – Opening Pandora’s Box: Perceptions and opinions of the Portuguese in relation to political participation of women and measures to fight gender inequalities 
Moderação  | Chair: Marco Lisi (IPRI-FCSH/NOVA)

14h30 - Rui Vieira Cruz (CICS.NOVA/UMinho e CECS/UMinho) – As mulheres da Presidente: perceções sobre participação das mulheres a política portuguesa
14h45 - Carla Cerqueira (CECS-Universidade do Minho e Universidade Lusófona do Porto) – As sombras de género na política: perceções sobre a cobertura noticiosa e as escolhas profissionais
15h00 - Maria Helena Santos (CIS-IUL) – Descobrindo o icebergue: opiniões sobre a Lei da Paridade e outras medidas de promoção da igualdade de género

15h15 – 15h30 – Debate

Painel III – Poder no feminino 
Panel III – Power in the feminine
Moderação  | Chair: Ana Paula Pires (IHC-FCSH/NOVA)

15h30 - Maria Antónia Pires de Almeida (CIES-ISCTE/IUL) – As mulheres no poder local em Portugal
15h45 - Albertina Jordão (IHC-FCSH/NOVA e APEM) – Tantos lugares e tão poucas mulheres
16h00 - Ana Vargas e Teresa Fonseca (Assembleia da República) – De que falam as mulheres
16h15 – Nicolas Pitsos (INALCO) – Struggling for equal citizenship and voting rights in Greece during the interwar period
16h30 - Maria Gabriela Silva (CIES-ISCTE-IUL) – Do republicanismo ao direito de voto feminino

16h45 – 17h00 – Debate

17h00 – 17h15 – Coffee break
17h15 – 18h30 – Mesa redonda | Round table
Moderação  | Chair: André Freire (ISCTE-IUL)

Participantes  | Participants:
Berta Cabral (PSD)
Dalila Araújo (PS)
Mariana Mortágua (BE)
Rita Rato (PCP)

(Aguardamos a resposta de deputados/as de outros partidos políticos)  | (We are awaiting the response of deputies from other political parties)

22 de Novembro | 22nd November


Conferência | Conference 
10h00 - Ana Espírito-Santo (ISCTE-IUL) – Adopção e implementação da Lei da Paridade em Portugal
Moderação  | Chair: Céu Neves (Diário de Notícias)

10h45 – 11h00 – Debate

11h00 – 11h15 – Coffee break

Painel IV – Movimentos sufragistas
Panel IV – Suffragist movements
Moderação  | Chair: Anne Cova (ICS-ULisboa)

11h15 - João Esteves (Faces de Eva/CICS.NOVA) - O início: a reivindicação do sufrágio feminino na 1.ª República
11h30 - Fátima Mariano (IHC-FCSH/NOVA) – A reivindicação do voto feminino na Península Ibérica : convergências e divergências
11h45 - Manuela Tavares (CIEG-ISCSP/ULisboa) – Feministas e sufragistas – encontros e desencontros

11h45 – 12h00 – Debate

12h00 – 12h45 – Apresentação da obra «Dicionário Crítico de Gênero», organizada por Ana Maria Colling e Losandro Antonio Tedeschi
Apresentação | Presentation: Irene Vaquinhas (FL-UC) e Teresa Joaquim (Uab) (a confirmar)

12h45 – 14h – Almoço livre | Free lunch break

Conferência | Conference 
14h00 - André Freire (ISCTE-IUL) – A representação descritiva do género no parlamento faz diferença nas diferenças políticas? O papel dos partidos políticos (comunicação em co-autoria com Ana Espírito-Santo e Sofia Serra Silva)
Moderação  | Chair: Ivo Veiga (IHC-FCSH/NOVA)

14h45 – 15h – Debate

Painel V – Mulheres, Cidadania e Direitos Humanos – I
Panel V – Women, Citizenship and Human Rights - I
Moderação  | Chair: Jacinto Godinho (FCSH/NOVA)

15h00 - Ana Maria Colling (UFGD) -  O paradoxo entre o voto e a cidadania feminina no Brasil
15h15 - Federica Re (Universidade de Milão) - «Proto-Citizens: Lombard Women during the Italian Unification Process 
15h30 - Cláudia Araújo (FCSH/NOVA) – Karama – Rising for Dignity: o trabalho de uma ONG transnacional na promoção da participação política das mulheres no Médio Oriente
15h45 - Daniela Garces de Oliveira (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) – A presença da mulher católica na política do Estado Novo

16h00 – 16h15 – Debate

16h15 – 16h30 – Coffee break

Painel VI – Mulheres, Cidadania e Direitos Humanos – II
Panel VI – Women, Citizenship and Human Rights - II
Moderação  | Chair: Ana Cabrera (IHC-FCSH/NOVA)

16h30 - Ana Campina (Universidade Portucalense) – Direitos Humanos, Mulheres (vs/e) Homens e as eleições em Portugal: a luta pela igualdade (do Estado Novo à Democracia)
16h45 - Aude Chaterlard (Universidade de Estrasburgo) – Uncovering women's voice in ancient Roman votes
17h00 - Daniel Cardoso (ECATI-ULHT e FCSH/NOVA) – «Não me identifico»: cruzamento de género e orientação sexual na participação cívica online em cidadania íntima de jovens portugueses
17h15 - Estalisnau Franco (ISCTE-IUL) – O impacto da crise económica nas desigualdades de género da participação política na Europa do Sul: uma análise longitudinal (1985-2014)

17h30  – 17h45 – Debate

17h45 - Lançamento do livro «Política no Feminino», de Ana Cabrera, Carla Martins, Carla Baptista, Maria José Mata e Teresa Flores
Apresentação | Presentation: Jorge Lacão, Vice-Presidente da Assembleia da República

sexta-feira, 1 de julho de 2016

[1504.] MULHERES, CIDADANIA E DIREITO DE VOTO [I] || IHC - FCSH/UNL

* CONGRESSO INTERNACIONAL || 21-22 DE NOVEMBRO || ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA *

|| INSTITUTO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA - FCSH/UNL ||

|| COMISSÃO ORGANIZADORA: Ana Cabrera || Ana Paula Pires || Eunice Relvas || Fátima Mariano || Ivo Veiga ||





sexta-feira, 10 de junho de 2016

[1493.] ESCOLA DE VERÃO FACES DE EVA [I] AS MULHERES E A GRANDE GUERRA

ESCOLA DE VERÃO FACES DE EVA *

|| AS MULHERES E A GRANDE GUERRA || FCSH-UNL || AQUI ||

|| 4 A 13 DE JULHO || 

|| dias úteis: 17h00 às 20h00 || dia 4: 17h00 às 21h00 || sábado: 10h00 às 13h00 ||

Docentes: Zilia Osório de Castro, Alexandra Luís, Cristina Duarte, Fátima Mariano, Ilda Soares Abreu, Maria José Remédios, Natividade Monteiro, Rita Mira.


Objetivos:
- Conhecer o movimento de mulheres durante a Grande Guerra.
- Analisar o voluntariado feminino no apoio aos combatentes, prisioneiros e outras vítimas da guerra.
- Reflectir sobre o papel da imprensa feminina e do teatro como suportes ideológicos da propaganda de guerra.
- Conhecer os modelos da educação escolar feminina no tempo da guerra.
- Analisar o fenómeno social da moda na sua relação com a guerra.
- Desconstruir as noções dominantes de ‘Mulher’ e ‘Feminilidade’.
- Proporcionar a atualização científica sobre a participação pública feminina durante a guerra.


Programa

  1. As organizações femininas de apoio aos combatentes: A Cruzada das Mulheres Portuguesas e a Assistência das Portuguesas às Vítimas da Guerra.
  2. A assistência aos feridos e mutilados de guerra.
  3. O apoio das mulheres aos prisioneiros de guerra.
  4. Mulheres e Imprensa em tempo de Guerra.
  5. O teatro na propaganda da I Guerra Mundial.
  6. A educação feminina em tempo de guerra.
  7. A Moda e a Guerra.
  8. Identidades Femininas e noções de feminilidade.
  9. Visita aos locais da Baixa lisboeta associados às mulheres no período da guerra.

Com a beligerância portuguesa na frente europeia, as mulheres mobilizaram-se para apoiar os combatentes e organizaram-se em torno da Cruzada das Mulheres Portuguesas, constituída pelas elites republicanas, e da Assistência das Portuguesas às Vítimas da Guerra, que agregava monárquicas e católicas. A abordagem destas duas associações permitirá conhecer as personalidades que lideraram o processo de participação pública das mulheres no esforço de guerra, as relações com o poder político e os discursos produzidos.
A assistência aos feridos e mutilados de guerra foi o grande objetivo das organizações femininas. A Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha (SPCV) e a Cruzada das Mulheres Portuguesas (CMP) foram as entidades responsáveis pela formação de enfermeiras e por serviços autónomos de saúde. As damas-enfermeiras da SPCV e as enfermeiras militares da CMP tiveram um papel relevante nos hospitais temporários da retaguarda e nos hospitais da Base do Corpo Expedicionário Português, em França.
Cerca de oito mil portugueses foram feitos prisioneiros pelo Exército alemão entre 1914 e 1918, vivendo em campos de concentração onde a comida escasseava, os cuidados médicos eram mínimos e sem dinheiro nem roupa adequada ao clima frio e húmido. Foram meses de grandes privações durante os quais o apoio das organizações femininas foi essencial para que conseguissem suportar melhor o período de cativeiro.
A imprensa foi o principal suporte ideológico do voluntariado feminino ao serviço da guerra. Através do Diário de Notícias, A Lucta, A Vanguarda, A Semeadora e O Mundo, analisaremos as representações das mulheres, ao longo de 1916, com destaque para a cobertura noticiosa do seu envolvimento no esforço de guerra.
Também o teatro foi um dos suportes da propaganda de guerra apoiando, com algumas excepções, o intervencionismo de Portugal na contenda. O teatro de revista, mais próximo das camadas populares, dispunha de um numeroso elenco feminino intérprete de canções e fados que exortavam ao patriotismo e exaltavam o heroísmo dos combatentes, durante e depois do conflito.
Importa também conhecer o estado da educação escolar feminina em tempo de Guerra, fazendo um mapeamento da oferta pública e privada de educação escolar direcionada para "as meninas", quer de nível primário, quer de nível secundário. Questionar-se-á a criação, e tardia implementação, do 1.º Liceu feminino e analisar-se-á, como uma questão de género, os planos de estudos apresentados. Focar-se-á a atenção numa instituição de educação escolar feminina, criada para as filhas de militares, em tempo de Guerra. Analisaremos, por último, a intervenção pública de algumas mulheres, com relevância na educação feminina, sobre a Guerra.
A guerra refletiu-se em todas as vertentes da vida quotidiana e influenciou também a moda. Partindo de uma citação de Gertrude Stein (n.EUA,1874 – f.Paris, 1946), propomos uma análise do fenómeno social da moda na sua relação com a guerra. Stein sugere uma fenomenologia da guerra, através das lentes da moda, e da vida quotidiana. «War makes fashion» vai permitir-nos assim uma viagem no tempo, também presente.
Sendo a identidade feminina uma construção psicossocial, resultando de um processo social de aprendizagem e internalização e não uma identidade inata, é importante compreender quais são as noções dominantes de mulher e de feminilidade nas instituições e práticas sociais durante a época da 1.ª Grande Guerra, em Portugal.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

[1368.] HISTÓRIA DO GÉNERO. GÉNERO NA HISTÓRIA: DA MODERNIDADE À CONTEMPORANEIDADE [I]

* Workshop Internacional * 
|| HISTÓRIA DO GÉNERO. GÉNERO NA HISTÓRIA: DA MODERNIDADE À CONTEMPORANEIDADE.
CONSTRUÇÕES INTERDISCIPLINARES ||

|| Universidade de Évora || Colégio do Espírito Santo || 3 e 4 de Março de 2016 ||

Organização: IHC-CEHFCi-UE
Coordenação Científica: Ana Cristina Martins – Pos-Doc FCT, IHC-CEHFCi-UE

3 de Março 

09h00 - Abertura do Secretariado e distribuição de pastas. 
09h30 - Sessão de abertura – sala 124.
09h45 - Conferência de abertura
Eulalia Pérez Sedeño [Departamento de Ciencia, Tecnología y Sociedad del Instituto de Filosofía del CSIC] - “Visiones innovadoras: reflexiones desde el género sobre la historia de la ciencia”. 
10h30 - Conferências da manhã
Irene Vaquinhas [Departamento de História, Estudos Europeus, Arqueologia e Artes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra] - “As mulheres e o ensino superior: as primeiras estudantes da Universidade de Coimbra” .
11h00/11h15 - Coffee-break.
Fátima Mariano [Instituto de História Contemporânea e de Faces de Eva - Centro de Estudos sobre a Mulher, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa] - “A Grande Guerra no Feminino  – Uma história ainda por escrever em Portugal” .
Irene Flunser Pimentel [Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa] - “Estudar a História das mulheres no passado ditatorial português”. 
12h15 - Debate.
13h00 - Almoço.  
14h00 - Conferências da tarde – sala 124.
Paula Almeida Mendes [Fundação para a Ciência e a Tecnologia / Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória» da Faculdade de Letras da Universidade do Porto] - “Uma questão de género: as «dedicatárias» femininas nos séculos XVI e XVII”. 
Fernanda Henriques [Universidade de Évora] - “Antes da “primeira vaga”. Poulain de la Barre – uma voz cartesiana dissonante”. 
Dália Costa [Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas] - “Construção de Género na sociedade portuguesa contemporânea”. 
Cristina Azevedo Tavares [Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa] - “O contributo da mulher na vida associativa e artística da Sociedade Nacional de Belas-Artes, da fundação à Revolução dos Cravos”. 
16h00/16h15 - Coffee-break.
Patrícia Santos Pedrosa [Departamento de Arquitectura e Urbanismo da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias] - “Feminismos, arquitectura e cidade. A necessidade de repensar práticas”.
Sandra Leandro [Universidade de Évora / Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa] - “A espécie do género: notas de observação artística”. 
Paula Gomes Ribeiro [Departamento de Ciências Musicais. Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa] - “Pensar o Género em Musicologia”.
17h45 - Debate. 

4 de Março 

09h30 - Conferência de abertura – sala 124.
Yolanda Guerrero Navarrete [Universidad Autónoma de Madrid] - “Poder formal e informal de las mujeres de la nobleza castellana bajomedieval a la luz de los nuevos paradigmas interpretativos”. 
10h15 - Conferências da manhã:
Genoveva Oliveira [Curadora independente] - “Curadoria e educação museal - Desconstruir representações hegemónicas do mundo, patriarcais e heteronormativas”. 
10h45 /11h00 - Coffee-break.
Olga Pombo [Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa] - “… une espèce de femme cachée sous des habits d’homme…” 
Ana Cardoso de Matos [Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora] - ‘Mulheres, Ciência e Técnica nas Exposições Universais: mulheres visitantes, mulheres exóticas, a “Fada Electricidade” e outras imagens simbólicas»”. 
Sara Albuquerque [Fundação para a Ciência e a Tecnologia / Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa - Grupo de Investigação 'Ciência, Estudos de História, Filosofia e Cultura Científica’ (CEHFCi da Universidade de Évora)] - “Hannah im Thurn: a artista invisível”. 
12h30 - Debate. 
13h00 - Almoço.
14h00 - Conferências da tarde – sala 131.
Teresa Salomé Mota [Fundação para a Ciência e a Tecnologia / Centro Interuniversitário de História da Ciência e da Tecnologia] - “«Amostras anormais da humanidade». As mulheres no ensino e na prática geológica: o caso de Judite dos Santos Pereira em Portugal” 
Quintino Lopes [Fundação para a Ciência e a Tecnologia / Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa - Grupo de Investigação 'Ciência, Estudos de História, Filosofia e Cultura Científica’ (CEHFCi da Universidade de Évora)] - “A Junta de Educação Nacional (1929-36) no feminino: contributos para um novo panorama na investigação científica em Portugal”.
Luís Pequito Antunes [Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa - Grupo de Investigação 'Ciência, Estudos de História, Filosofia e Cultura Científica’ (CEHFCi da Universidade de Évora)] - “Maria Corinta Ferreira (1922-2003?): percursos de uma mulher cientista em Moçambique, 1949 – 1974”.
Ana Cristina Martins [Fundação para a Ciência e a Tecnologia / Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa - Grupo de Investigação 'Ciência, Estudos de História, Filosofia e Cultura Científica’ (CEHFCi da Universidade de Évora)] - “Mulheres na arqueologia em Portugal: to be, or not to be, that is the question”. 
16h00 - Debate. 
16h45 - Coffee-break. 
17h00 - Balanço final e perspectivas em aberto.

Organização: IHC - CEHFCi - UE
09:00 | Sala 124 do Colégio do Espírito Santo da Universidade de Évora

terça-feira, 20 de outubro de 2015

[1092.] III CONGRESSO I REPÚBLICA E REPUBLICANISMO [II]


* 22 DE OUTUBRO DE 2015 || BIBLIOTECA NACIONAL || 14h30 - 15h30 *

 Pilar Salomón, Universidad de Zaragoza: 

Sociabilidad republicana y construcción de la ciudadanía femenina: Anticlericalismo e identidades de género durante la II República española


"Cuando en 1931 se proclamó la II República en España, muchos consideraban que había llegado la hora de hacer realidad las aspiraciones de construir una nación fuerte, moderna y laica, un anhelo común a todos aquellos que compartían la cultura política republicana. Definir el papel de las mujeres en la construcción de la nación republicana se convirtió en motivo de intenso debate desde el principio, y estuvo muy vinculado con el relativo a la concesión del sufragio femenino en la Constitución de 1931. Al igual que había ocurrido en la Francia de la III República, entre los republicanos las resistencias más enconadas a dicha concesión partían de los sectores más anticlericales. Entre otros argumentos blandían imágenes sobre las mujeres como seres sojuzgados por el clero, con cuyo voto quedaría comprometido el futuro de la República. Eran imágenes recreadas por la cultura política republicana desde el siglo XIX, al hilo del conflicto clericalismo / anticlericalismo que experimentó España en la contemporaneidad. Conocemos cómo el rechazo a la política laicista de los gobiernos del primer bienio republicano espoleó la movilización de las católicas, una movilización que se asentó sobre la identidad política que dichas mujeres construyeron a partir de las nociones católicas de género, religión y patriotismo.


Entre las mujeres pro-republicanas, sin embargo, el laicismo apenas activó su movilización política en defensa de la República. Sus partidarias ensalzaban la cultura y la educación como medio para poner a las mujeres en igualdad con los hombres. Consideraban que la República había establecido las bases para avanzar en esa dirección y, en consecuencia, ejercieron las nuevas libertades y derechos que les brindaba el régimen para difundir entre las mujeres la cultura política y cívica republicana, entre cuyos componentes se encontraba el laicismo. En sus esfuerzos por movilizar políticamente a las mujeres se enfrentaron con la oposición de los medios conservadores católicos y tradicionalistas. Pero también se encontraron con resistencias que procedían de la propia cultura política republicana que compartían, basadas −aunque no exclusivamente− en unos estereotipos culturales de género cultivados por el discurso anticlerical que ligaban el laicismo y el progreso con lo masculino mientras asociaban lo femenino a la religión y a la salvaguarda de la tradición.

De forma sucinta, en esta comunicación nos proponemos presentar las ambigüedades y limitaciones del discurso anticlerical de los republicanos y las consecuencias que se derivaron de él para la construcción de identidades de género. Abordaremos también los modos y presupuestos con que las mujeres republicanas salieron al ámbito público y contribuyeron a crear una ciudadanía femenina plena con el impulso de distintas asociaciones republicanas femeninas. Participaron así en el proceso de construcción de la nación republicana mediante su implicación en el ámbito público, más allá de los papeles que normalmente se les atribuían como reproductoras y transmisoras de las tradiciones culturales republicanas a las futuras generaciones."

Fátima Mariano, IHC-FCSH-UNL:

 O voto de Carolina Beatriz Ângelo – Algumas interrogações e outras tantas reflexões

"Em Maio de 1911, Carolina Beatriz Ângelo tornou-se a primeira mulher de um país do Sul da Europa a votar. A lei eleitoral aprovada pelo Governo Provisório da I República não incluía as mulheres na categoria de não eleitores, argumento utilizado pela médica ginecologista, membro da Associação de Propaganda Feminista (APF), para requerer a inscrição do seu nome nos cadernos de recenseamento. Pedido que foi negado e que a levou a recorrer ao tribunal, que lhe deu razão. O seu voto foi amplamente publicitado pela imprensa nacional e em alguns jornais estrangeiros e celebrado pelo movimento sufragista internacional. Contudo, há questões que se colocam sobre a estratégia desenhada pela AFP que culminou no voto de Carolina Beatriz Ângelo. Além desta, também Ana de Castro Osório requereu a inscrição do seu nome nos cadernos eleitorais, um dado nunca explorado pela historiografia portuguesa, e também este pedido foi recusado. No entanto, ao contrário de Carolina Beatriz Ângelo, não intentou qualquer processo em tribunal. Quanto ao Governo Provisório, inconformado com a decisão judicial favorável à médica ginecologista, e numa última tentativa de impedir que uma mulher participasse nas eleições constituintes, requereu um parecer à Procuradoria Geral da República sobre a referida sentença judicial. Estas reflexões e interrogações são, do nosso ponto de vista, contributos importantes para entender não só como o movimento sufragista português desenhou a sua estratégia para alcançar o seu objectivo último – a concessão do direito de voto às mulheres -, mas também os meios que o Governo Provisório, constituído por homens que tinham prometido que o sufrágio feminino seria uma realidade durante a I República, tentou evitar que uma mulher exercesse um direito que um tribunal lhe reconheceu."

terça-feira, 17 de março de 2015

sábado, 31 de dezembro de 2011

[0387.] AS MULHERES E A I REPÚBLICA || FÁTIMA MARIANO (2011)

* AS MULHERES E A I REPÚBLICA *

FÁTIMA MARIANO || 2011

[Fátima Mariano || As mulheres e a I República || Caleidoscópio Editora || 2011]