[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]
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terça-feira, 6 de dezembro de 2022

[3088.] FRANCISCA DE ASSIS MARTINS WOOD || CLÁUDIA PAZOS ALONSO - 2020

 * FRANCISCA WOOD *

[1802 - 1900]

Cláudia Pazos Alonso

Anticlericalismo e feminismo na imprensa oitocentista: os artigos de fundo de Francisca de Assis Martins Wood

Edições Afrontamento || 2022



quarta-feira, 4 de março de 2020

[2299.] ILSE LOSA || À FLOR DO TEMPO (CRÓNICAS) - 1997

* ILSE LOSA || À FLOR DO TEMPO (CRÓNICAS) *

Edições Afrontamento ||1997

Posfácio: Américo Oliveira Santos





[Ilse Losa || À Flor do Tempo || 1997]

domingo, 1 de março de 2020

[2297.] ILSE LOSA || CORRESPONDÊNCIA 1948 - 1999

* ILSE LOSA: ESTREITANDO LAÇOS. CORRESPONDÊNCIA COM OS PARES LUSÓFONOS (1948- 1999) *

Organizadora: Karina Marques

Capa: Retrato de Ilse Losa por Júlio Pomar

Edições Afrontamento || Março de 2018

«398 cartas, cartões e documentos anexos, escritos em português, cobrindo um período de mais de meio século (1948 - 1999)» || «74 intelectuais constituem o conjunto dos seus correspondentes principais» [in Apresentação, Karina Marques]



[Ilse Losa: estreitando laços. correspondência com os pares lusófonos (194-1999) || Edições Afrontamento || 2018]

terça-feira, 9 de abril de 2019

[2098.] SUSANA MARTINS [I] || EXILADOS PORTUGUESES EM ARGEL

* SUSANA MARTINS *

EXILADOS PORTUGUESES EM ARGEL. A FPLN DAS ORIGENS À RUPTURA COM HUMBERTO DELGADO





[Susana Martins || Exilados portugueses em Argel - A FPLN das origens à ruptura com Humberto Delgado || Edições Afrontamento || 2018]

segunda-feira, 25 de abril de 2016

[1449.] SÉRGIO VALENTE [II] || UM FOTÓGRAFO NA REVOLUÇÃO

* SÉRGIO VALENTE || UM FOTÓGRAFO NA REVOLUÇÃO *

|| O PORTO NA REVOLUÇÃO || 1974-1982 || 


Passados 42 anos sobre o 25 de Abril, quando os acontecimentos vividos se vão esbatendo ou são, por vezes, reformulados sob um registo folclórico e bacoco, urge preservar a memória dos protagonistas e revisitar as fotografias de Sérgio Valente em Um fotógrafo na revolução [Edições Afrontamento, 2015] que, num coerente e impressivo trabalho fotográfico, expõe rostos do Porto, muitos deles anónimos e outros de conhecidos resistentes antifascistas, que saíram à rua naquela data e viveram intensamente os meses e anos subsequentes. 

Deste livro, entendido pelo historiador Manuel Loff como "um trabalho de recuperação da dignidade", constam centenas de fotografias que abarcam a contestação à Ditadura a partir de 1969, o tempo da revolução e termina, significativamente, com os sangrentos acontecimentos, hoje quase esquecidos, do 1.º de Maio de 1982 no Porto e os funerais dos dois jovens da CGTP assassinados.

Ativista, militante, cidadão e fotógrafo, Sérgio Valente chegou a ser agredido à bastonada pela polícia repressiva no próprio dia 25 de Abril, data em que também recebeu a tão desejada notícia da sua admissão como Repórter Fotográfico no Diário de Lisboa, nunca concretizada por ter optado por ficar na sua cidade junto dos seus que há muito lutavam e aspiravam por aquele dia.

Com Prefácio de Manuel Loff e texto introdutório e notas de Rui Pereira, este livro dá continuidade à obra Sérgio Valente - Um fotógrafo na oposição, constituindo ambos um importantíssimo contributo para resgatar rostos, nomes e episódios de intencionais esquecimentos.



[Sérgio Valente. Um fotógrafo na revolução || Edições Afrontamento || 2015]

domingo, 24 de abril de 2016

[1448.] SÉRGIO VALENTE [I] || UM FOTÓGRAFO NA OPOSIÇÃO

* SÉRGIO VALENTE || UM FOTÓGRAFO NA OPOSIÇÃO *

|| RESISTÊNCIA E ANTIFASCISTAS NO/DO PORTO || 1964-1974 ||


Na véspera de mais um 25 de Abril, valerá a pena revisitar as fotografias de Sérgio Valente que recuperam memórias de um país sob uma Ditadura de 48 anos e que dão a conhecer rostos, muitos rostos, e iniciativas de quem, corajosa e empenhadamente, a combateu até 1974.

Por este livro perpassam algumas das principais redes de sociabilidade da Oposição na cidade do Porto entre, principalmente, 1964 e 1974, e o papel que Sérgio Valente, por três vezes preso (1969, 1971 e 1973), teve, enquanto ativista comunista e fotógrafo, no engrossar da corrente pela Liberdade.

Com Prefácio de Germano Silva e textos de Manuel Loff e de Hélder Marques, este mais centrado no percurso familiar, social, profissional e político de Sérgio Valente, as fotografias aqui inseridas são um precioso contributo para a identificação e o reconhecimento de quem assumiu a luta contra o Fascismo como uma prioridade, com os riscos inerentes, evitando perpetuar o seu esquecimento, tão de agrado de certa construção oficial da história, da imprensa e dalguma historiografia dominante.

Como é dito na obra, Sérgio Valente registou, resistiu e sobreviveu para contar anos de luta e de resistência quando, muitos outros, preferiram ser cúmplices: por convição, omissão ou bem-estar pessoal.



[Porto || Edições Afrontamento || Abril de 2010]