[Cipriano Dourado]

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[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]
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sexta-feira, 22 de março de 2019

[2082.] AMÉLIA ALMEIDA BRANDÃO DE CAL OU AMÉLIA ALMEIDA CAL BRANDÃO [VI] || 1935

* AMÉLIA DE ALMEIDA BRANDÃO DE CAL || CARLOS CAL BRANDÃO *

Resposta da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado ao requerimento de Amélia de Almeida Brandão de Cal ao Ministro do Interior, onde reclamava da situação do seu filho Carlos Cal Brandão [1906 - 1973] que se encontrava há anos deportado: primeiro em Cabo Verde, seguindo depois para Timor.

Em 25 de Maio de 1930, Carlos Cal Brandão foi preso em Coimbra por aí ter presidido a uma sessão no Centro Académico Republicano, «onde foi atacada a actual Situação Militar» e «ter assinado um telegrama de saudação e de protesto aos emigrados políticos». 

Foi, então, condenado a seis meses de prisão, seguiu para Lisboa em 18 de Maio e libertado em 2 de Agosto de 1930.

Voltou a ser preso em Março de 1931, «por andar envolvido em manejos revolucionários, sendo acusado de ter ligações com ex-oficiais do Exército e outros elementos conhecidos como adversários da Situação, tendo sido intermediário da entrega, a que assistiu, de 12 bombas, feitas por um ex-oficial».

Em Junho de 1931, «foi deportado para Cabo Verde, embarcando a bordo do vapor "Pedro Gomes"».

A informação da PVDE, assinada pelo tenente José Catela, seu Secretário-Geral, termina informando que Carlos Cal Brandão não fora abrangido pela amnistia de 5 de Dezembro de 1932.


[2081.] AMÉLIA ALMEIDA BRANDÃO DE CAL OU AMÉLIA ALMEIDA CAL BRANDÃO [V] || 1935

* AMÉLIA ALMEIDA BRANDÃO DE CAL OU AMÉLIA ALMEIDA CAL BRANDÃO *

Assinatura em Requerimento ao Ministro do Interior, datado de Janeiro de 1935

quinta-feira, 21 de março de 2019

[2080.] AMÉLIA ALMEIDA BRANDÃO DE CAL OU AMÉLIA ALMEIDA CAL BRANDÃO [IV] || 1935

* AMÉLIA DE ALMEIDA BRANDÃO DE CAL || CARLOS CAL BRANDÃO *

Requerimento de Amélia de Almeida Brandão de Cal ao Ministro do Interior, datado de Janeiro de 1935, reclamando da situação do seu filho Carlos Cal Brandão [1906 - 1973] que se encontrava há anos deportado: primeiro em Cabo Verde, seguindo depois para Timor.

Preso no Porto em Março de 1931, Carlos Cal Brandão passou para as cadeias de Lisboa e, em Maio desse mesmo ano, integrou o grupo de presos políticos embarcado no navio Pedro Gomes para São Nicolau, Cabo Verde. Meses depois, seguiu para Timor no navio Gil Eanes, só regressando em meados de Fevereiro de 1946, altura em que desembarcou em Lisboa.

O Ministro do Interior enviou o requerimento à Polícia de Vigilância e Defesa do Estado.