[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]

quarta-feira, 18 de junho de 2014

[0668.] IVONE DIAS LOURENÇO [III] || 1937 - 2008

* IVONE CONCEIÇÃO DIAS LOURENÇO *
[03/04/1937 - 24/01/2008]

[in Por teu livre pensamento ||Assírio e Alvim || 2007]

Filha de António Dias Lourenço da Silva [23/03/1915-07/08/2010] e de Casimira da Conceição Silva [08/09/1917-05/01/2009], funcionários clandestinos do Partido Comunista Português.

Irmã de Lígia Lourenço. 

Afilhada de Alves Redol [1911-1969], que lhe deu o nome, nasceu em 3 de abril de 1937, em Vila Franca de Xira, e morreu no dia 24 de janeiro de 2008, com 70 anos de idade. 

Em resultado do ambiente em que vivia, “conheceu vários lares durante a sua infância e foi entregue aos cuidados de amigos da família para beneficiar de direitos tão elementares como a educação” [Por teu livre pensamento, p. 133], tendo, aos sete anos, ido viver com o editor Francisco Lyon de Castro [24/10/1914-11/04/2004]. 

Deixou de viver com os pais, sujeitos às regras da clandestinidade, embora mantivesse contactos esporádicos com eles, passou pela Figueira da Foz e, quando aqueles foram presos em Dezembro de 1949, regressou a Lisboa. 

A consciência política manifestou-se, pela força das circunstâncias, muito cedo.

Em 1946, com nove anos, fez de “filha” da “criada” durante o IV Congresso do Partido Comunista, “sempre a cirandar no jardim da vivenda onde se realizou, para poder avisar lá para dentro de algum movimento anormal no exterior” [Ivone Dias Lourenço, “Ora viva, Liberdade”]. 

Iniciou a actividade política no MUD Juvenil pela mão de Domingos Abrantes, com apenas 15 anos, tornou-se militante do PCP pouco depois, em 1953, e passou à clandestinidade em 1955, “após um rápido contacto com o seu pai, entretanto evadido da prisão do forte de Peniche” [Por teu livre pensamento, p. 134]. 

Começou por apoiar apoiar casas clandestinas.

Foi presa numa casa do Pinhal novo em 23 de novembro de 1957, com 20 anos de idade, e enviada para Caxias, onde foi sujeita a um período de seis meses de isolamento e a sessões de interrogatórios de dois a três dias de duração.

Na prisão, conviveu com Aida Magro, Aida Paulo, Alda Nogueira, Cândida Ventura, Fernanda de Paiva Tomás, Julieta Gandra, Maria Ângela Vidal e Campos, Maria da Piedade Gomes dos Santos, Maria Eugénia Varela Gomes, Maria Luísa Costa Dias e as irmãs Georgette e Sofia Ferreira, mulheres com muita experiência de luta e, algumas, com peso na direcção e militância comunistas. 

Com algumas delas, foi autora de uma das treze cartas incluídas no manifesto enviado clandestinamente da Prisão de Caxias, datado de maio de 1961, e dirigido às “organizações femininas e democráticas do mundo inteiro”, onde se fazia a denúncia das torturas e das condições em que as mulheres antifascistas estavam presas. 

Reveladas pelo jornal Público em 20 e 21 de Novembro de 2004, São José Almeida transcreve, entre outros, o testemunho tocante de Ivone Dias Lourenço, que desde a meninice teve que lidar com a PIDE: 

“Estou presa há três anos e meio, mas foi sob o temor da prisão que aprendi, de pequena, a amar meus pais. Perseguidos políticos, a vida de sacrifícios, sobressaltos e fugas a que foram forçados, bem cedo nos roubaram o convívio uns dos outros. / A infância foi sem pais – foi incompleta. Depois, tinha eu então doze anos, ambos foram presos. No princípio foi a desorientação por não os ter, e um quase instintivo receio pelo que lhes pudesse acontecer. Era grande o amor e grande a dor; vaga a ideia da razão por que assim era. / Mas foi preciso querer saber tanta coisa e ter de deixar a escola; querer trabalhar e não encontrar emprego; querer comer e não ter o quê. [...] A razão dos pais presos ficou clara. E passei a amá-los mais. [...] tenho 24 anos. O resto: o noivado interrompido. O meu noivo... vê-lo não, escrever não: é proibido. Os amigos, estejam perto ou estejam longe, nem sequer podem nomear-se: é proibido. / Ver a mãe por entre vidros e grades, a metro e meio de distância, sorrir sempre e não falar do dinheiro de que precisa, dos carinhos que lhe faltam e a mim também, das saudades e da importância que apertam o coração. “Tudo bem.” “Não custa nada”. Porque ela ficaria triste, e há o guarda entre nós a cada sílaba pronunciada. O meu irmão pequenino [nascido em 1949, da união de Casimira da Conceição Silva com José Augusto da Silva Martins, passou os dois primeiros anos em Caxias, onde a mãe se encontrava presa e teria então onze anos] cresce, cresce, está mais alto do que eu. Não sei se um palmo se meio: a distância não permite medições. [...] / Em verdade, a mim não custa, podeis crer. Mas a mãe que triste veio porque há dias, novamente, não deixaram que entregasse dúzia e meia de laranjas. “Uma dúzia, nem mais uma”, é tudo o que basta a um preso político. A revista de modas e uns poemas de amor também não podem entrar. Vêm os óculos, o segundo par de óculos sucessivamente comprados por receita do médico da cadeia. Nenhum serve. “É só presa, esta mulher”: para quê perder tempo a saber se sofre de miopia ou se o que tem é astigmatismo? Para quê investigar uma doença de garganta se não é caso de morte? Emagrece de mês para mês. Mas que importa? Ainda não está à morte. A camisola tricotada para o meu irmão não pode sair daqui: é proibido. E uma história para crianças, feita por uma companheira sobre um voo com rumo às estrelas, também é proibido. É proibido dizer numa carta para a família que a esperança de voltar para junto dela é uma constante. É proibido dizer-lhes que um nosso companheiro está doente e não é tratado, foi espancado ou está a pão e água no ‘segredo’. É proibido dizer que a razão foi só ter escrito sobre um prato o nome próprio. Não vale a pena esperar pelo Natal e Ano Novo para abraçar a família: mesmo uma vez por ano, é proibido abraçá-la. / Foi proibido dizer que é injusta a proibição e queremos que a levantem: deu dois meses sem visitas – pune-se a cadeia inteira porque, enfim, tem coração. É proibido tentar saber quem foi preso. No carro celular que passou no pátio há pouco, pode ter vindo o meu pai, outros pais, outros irmãos ou maridos – tantos deles perseguidos, perseguidos, perseguidos, só por serem portugueses. Se aqui estão presos também, jamais podem lobrigar-se: é proibido. É proibido cantar, é proibido rir alto. Proibido trabalhar. Preso político: é proibido viver. / Não aceito! Nem que morra na prisão.”

 [“Cartas manifesto de mulheres na prisão de Caxias – I/Ivone Dias Lourenço”, Público, 20/11/2004, p. 13]. 

Permaneceu seis anos e nove meses na prisão de Caxias. 

Foi-lhe concedida a liberdade condicional em 27 de maio de 1964 e solta em 8 de Junho. 

Recusou inicialmente repetir a clandestinidade, por considerar que “devia viver e conhecer gentes diferentes". 

No entanto, reingressou, três meses depois, por acção de Rogério Carvalho, na clandestinidade: tinha 27 anos. 

Colaborou no aparelho técnico do VI Congresso, realizado em Setembro de 1965, em Kiev, saindo e entrando de forma ilegal do país. 

Desenvolveu tarefas de organização ligadas à juventude: primeiro no Porto, em sectores operários; depois em Lisboa, onde viveu em casa da família do funcionário clandestino José Carlos Almeida, preso, no Porto, no dia 21 de abril de 1974; e finalmente no norte, encontrando-se, aquando da revolução de Abril de 1974, numa aldeia piscatória do concelho de Matosinhos. 

Só voltou à vida legal em maio,  reencontrando o pai, “que não via desde os tempos que precederam a sua fuga de Peniche” [Por teu livre pensamento, p. 136].

Tornou-se, desde Setembro desse ano, jornalista do jornal Avante!, órgão oficial do Partido Comunista, onde trabalhou até se reformar em 2003. 

Sócia número 422 do Sindicato dos Jornalistas, pertenceu à União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP). 

Apesar dos quase 55 anos de militância partidária e de ser funcionária do PCP desde os 18 anos, nunca exerceu cargos políticos. 

A vida de Ivone Dias Lourenço é uma das 25 histórias de ex-presos políticos portugueses inserida por Rui Daniel Galiza (texto) e João Pina (fotografia) na obra Por Teu Livre Pensamento.

[João Esteves, "Ivone Conceição Dias Lourenço", in Feminae. Dicionário Contemporâneo, CIG, 2013]

terça-feira, 17 de junho de 2014

[0667.] ILSE LOSA [I] || 1913 - 2006

* ILSE LIEBLICH LOSA * 
[20/03/1913 - 06/01/2006]

[20/03/1913 - 06/01/2006]
Escritora. 

Filha de Josef Lieblich (f. 1930) e de  Hedwig Hirsch (f. 1936), nasceu em Melle-Buer, Osnabrück, e faleceu no Porto a 6 de Janeiro de 2006, com 92 anos de idade. 

Frequentou o liceu em Osnabrück e Hildesheim, um instituto comercial em Hanôver e em 1930, ano do falecimento do pai, partiu para Inglaterra, onde tomou conta de crianças. 

Regressou à Alemanha, mas devido à origem judaica e às perseguições nazis que recaíam sobre si e a família, estando prestes a ser detida em virtude de críticas a Hitler, abandonou-a, situação recriada na obra O mundo em que vivi. 

Em Março de 1934, com vinte e um anos, refugiou-se em Portugal, na cidade do Porto, onde o irmão mais velho, Fritz Lieblich, já residia. 

Casou, no ano seguinte, com o arquitecto Arménio Taveira Losa [1908-1988], adquirindo a nacionalidade portuguesa. Não mais deixou de viver no Porto até morrer. 

Enquanto escritora, recebeu em 1984 o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens pelo conjunto da obra. 

Colaborou em diversos jornais e revistas – Colóquio/Letras, O Comércio do Porto, O Diabo, Diário de Notícias, Gazeta Musical e de Todas as Artes, Jornal de Letras, Jornal de Notícias, Portucale, Público (1990-1992), Seara Nova, Vértice –, sendo-lhe atribuído, em 1998, o Grande Prémio da Crónica pela Associação Portuguesa de Escritores/Câmara Municipal de Beja pela obra À flor do tempo. 

Traduziu para português escritores e autores de língua alemã, como Adolf Himmel, Anna Seghers, Anne Frank, Bertholt Brecht, Erich Kastner e Max Frisch e para alemão  autores nacionais. 

Com Óscar Lopes [02.10.1917-22.03.2013], um dos primeiros estudiosos a chamar a atenção para a relevância da sua primeira obra, organizou uma antologia da moderna lírica portuguesa (Berlim, 1969). 

Para além da sua faceta de escritora, Ilse Losa manteve com o marido relevante participação cívica, enfileirando, a partir dos anos 40, nos movimentos de oposição ao salazarismo. 

Como refere Ana Isabel Marques, tal acarretou vigilância policial regular pela PIDE/DGS, a qual não pôde “deixar de se reflectir na sua actividade literária, uma vez que dificilmente esta estaria imune aos mecanismos de autocensura” [Ana Isabel Marques, As traduções de Ilse Losa no período do Estado Novo: mediação cultural e projecção identitária, Tese de Doutoramento em Línguas e Literaturas Modernas, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2009, p. 4]. 

Finda a II Guerra Mundial, integrou a Delegação do Porto da Associação Feminina Portuguesa para a Paz, com o número de sócia n.º 243, onde foi 1.ª Vogal da Direcção de 1947-1948, presidida por Maria Branca Lemos, e participou em diversas actividades associativas [Lúcia Serralheiro, Mulheres em Grupo Contra a Corrente, Evolua Edições, 2011]. 

Proferiu pequenas palestras dirigidas às sócias, versando sobre “Impressões de uma viagem a Inglaterra”, “Aspectos da vida da Alemanha entre as duas guerras” e “Ornamentação do lar” [Lúcia Serralheiro, p. 121]. 

Também colaborou no Boletim da AFPP com vários textos, nomeadamente “O primeiro passeio”, extracto do romance Eclipse, ainda não editado, e os seus escritos mereceram igualmente menção: Matilde Rosa Araújo publicou uma recensão ao livro O Mundo em que Vivi e foi feita referência à edição, em 1951, do livro de poesias Grades Brancas. 

Nas três décadas seguintes, continuou associada aos grupos oposicionistas da cidade do Porto e destacou-se no âmbito da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos [Ana Isabel Marques, 2009, pp. 76-87]. Fez parte da direcção e subscreveu diversos documentos em defesa das condições dos presos e exigindo a sua libertação [CNSPP, Presos Políticos – Documentos 1970-1971]. 

Salientem-se os dois exaustivos trabalhos académicos que Ana Isabel Marques dedicou a Ilse Losa e que importa serem persperscrutados, não só pelas muitas e inéditas informações contidas e reconstrução biográfica, como por proporcionarem um novo olhar sobre a sua obra, libertando-a da quase exclusiva, e muito redutora, associação à literatura para os mais novos: Paisagens da Memória - Identidade e Alteridade na Escrita de Ilse Losa e As traduções de Ilse Losa no período do Estado Novo: mediação cultural e projecção identitária.  

[J. E., "Ilse Lieblich Losa", Feminae. Dicionário Contemporâneo, Lisboa, CIG, 2013]

[0666.] FRANÇOISE THÉBAUD

- 20 DE JUNHO DE 2014 -


[0665.] ELISABETH ELGÁN

- 20 DE JUNHO DE 2014 / ICS -

domingo, 15 de junho de 2014

[0661.] HELENA LOPES BRAGA [I]

Nasceu em Braga, onde iniciou os estudos musicais.

Licenciada em ciências musicais e mestre em musicologia histórica (bolsa de mérito Luiz Kruz) pela FCSH, UNL, tem desenvolvido investigação em música, género, sexualidades e sociabilidades nos séculos XX e XXI, com especial enfoque em Portugal. 

É vice-presidente da SPIM, Sociedade Portuguesa de Investigação em Música (2013-2016), cofundadora do NEGEM, Núcleo de Estudos em Género e Música, e do SociMus, Grupo de Estudos Avançados em Sociologia da Música, ambos pertencentes ao Centro de Estudos em Sociologia e Estética da Música, FCSH, UNL.

[0660.] FRANCINE BENOÎT

- HELENA LOPES BRAGA / 21.06.2014 -
- CASA DA ACHADA / CENTRO MÁRIO DIONÍSIO -
MULHERES DA OPOSIÇÃO: ELITES CULTURAIS E ARTÍSTICAS EM TORNO DE
FRANCINE BENOÎT | Helena Lopes Braga

"Fala-se frequentemente na oposição de elites enquanto alargado leque heterogéneo de nomes, essencialmente de homens, que se assumiram antifascistas. Mas não houve mulheres nestes círculos ou com eles relacionadas? Quem foram e o que sabemos sobre elas?

Partindo de Francine Benoît (1896-1990), compositora e musicógrafa, enquanto elo de ligação entre mulheres activas na oposição, vamos saber de mulheres ligadas, por exemplo, ao Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, Associação Feminina Portuguesa para a Paz e M.U.D.

Além de Francine Benoît, Irene Lisboa, Arminda Correia, Maria Palmira Tito de Morais, Maria da Graça Amado da Cunha, Maria Letícia Clemente da Silva, Maria Vitória Quintas, são apenas algumas de quem falaremos. Em comum, a ligação às artes, mas também o combate diário pela resistência, pela subsistência até, e, tão ou mais importante, as pequenas histórias de que é feita a vida."

terça-feira, 3 de junho de 2014

[0655.] DICIONÁRIO DE HISTÓRIA DA I REPÚBLICA E DO REPUBLICANISMO [IX] || ELZIRA DANTAS MACHADO [V]

* ELZIRA DANTAS MACHADO *

|| Para o muito estimado amigo e incansável pesquisador Dr. Manuel Sá Marques [http://manuel-bernardinomachado.blogspot.pt/], mais um texto sobre a Avó Elzira ||


[Vol. II, Assembleia da República, 2014]

domingo, 25 de maio de 2014

[0649.] Dicionário de História da I República e do Republicanismo [IV]

- Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas -


[Vol. I, Lisboa, Assembleia da República, 2013]

[0648.] REVISTA FACES DE EVA / N.º 31

- Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher / 31 -

Lançamento 

 Santa Casa da Misericórdia de Lisboa  

Dia 29 de maio (quinta-feira) às 18h00m

Santa Casa da Misericórdia de Lisboa 
Largo Trindade Coelho 
1200-470 Lisboa 

sábado, 24 de maio de 2014

[0647.] Dicionário de História da I República e do Republicanismo [III]

- Congressos Feministas e de Educação -
- 1924 e 1928 -


[Vol. I, Lisboa, Assembleia da República, 2013]

[0646.] FEMINAE [XLIII] - Letra Z

- ENTRADAS -


- LETRA Z -

Zezinha - v. Maria José Ribeiro Gomes de Abreu Vilas Soares
Zita - v. Maria José Ribeiro Gomes de Abreu Vilas Soares
Zita de Portugal - v. Maria José Ribeiro Gomes de Abreu Vilas Soares
Zoé Maria Josephine Caroline Wauthelet Batalha Reis - v. Zoé Wauthelet
0941. Zoé Wauthelet
0942. Zulmira Miranda
0943. Zulmira Ramos

[Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, 2013]

sexta-feira, 23 de maio de 2014

[0645.] FEMINAE [XLII] - Letra V

- ENTRADAS -


- LETRA V -

Valentina de Lucena - Pseudónimo da escritora Maria Amália Vaz de Carvalho.
Venda da Flor - v. Festa da Flor
0928. Vicenta Guerreiro
0929. Violet Mallet Fulford-Williams   
Virgínia Carlota Xavier dos Santos e Silva - v. Virgínia Santos de Avelar
0930. Virgínia Cassia do Sacramento Marques
0931. Virgínia Dias da Silva
0932. Virgínia Falco
Virgínia Farrusca - v. Virgínia Glória dos Santos Farrusca 
0933. Virgínia Glória dos Santos Farrusca
0934. Virgínia Inês de Lima
0935. Virgínia Nery
0936. Virgínia Robertes Rau
0937. Virgínia Santos de Avelar 
0938. Virgínia Soler
Viscondessa da Torre das Donas - v.  Maria Emília de Barros Lima de Azevedo do Rego Barreto
Viscondessa das Nogueiras (1.ª) - v. Matilde Isabel de Sant’Ana e Vasconcelos Moniz de Bettencourt
Viscondessa de Pindela (2.ª) - v. Maria Amália de Sousa Botelho Mourão de Vasconcelos
Viscondessa de Pindela (3.ª) - v. Maria Helena Cardoso de Meneses
Viscondessa de Proença-a-Velha (1.ª) - v. Luísa Augusta da Cunha Castro Meneses Pita
Viscondessa de Proença-a-Velha (2.ª) - v. Maria de Melo Furtado Caldeira Geraldes de Bourbon
0939. Viscondessa de Sistelo
0940. Vitória Pais Freire de Andrade Madeira

[Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, 2013]

[0644.] FEMINAE [XLI] - Letra U

- ENTRADAS -


- LETRA U -

UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta - v. Associações de Mulheres nas décadas de 70 e 80 do século XX
0927. Umbelina Antunes

[Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, 2013]

quinta-feira, 22 de maio de 2014

[0643.] DICIONÁRIO DE HISTÓRIA DA I REPÚBLICA E DO REPUBLICANISMO [II]

* ASSOCIAÇÃO FEMININA DE PROPAGANDA DEMOCRÁTICA *


[Lisboa, Assembleia da República, 2013]

[0642.] DICIONÁRIO DE HISTÓRIA DA I REPÚBLICA E DO REPUBLICANISMO [I]



[0641.] FEMINAE [XL] - Letra T

- ENTRADAS -


- LETRA T -

0917. Telefonistas
Teresa Aço - v. Teresa Aço Taveira
0918. Teresa Aço Taveira
0919. Teresa Campos Piteira
0920. Teresa Dória Monteiro Santa Clara Gomes
Teresa Gomes - v. Maria Teresa Baptista Gomes de Almeida
0921. Teresa Matos Taveira
0922. Teresa Paula de Oliveira Ricou
Teresa Prata - v. Teresa Matos Taveira
0923. Teresa Sales
Teresa Santa Clara Gomes - v. Teresa Dória Monteiro Santa Clara Gomes
0924. Teresa Soares
Teresa Taveira - v. Teresa Aço Taveira
0925. Tomásia Veloso
0926. Toucador (O)

[Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, 2013]

domingo, 18 de maio de 2014

[0640.] FEMINAE [XXXIX] - Letra S

- ENTRADAS -


- LETRA S -

Sabina da Conceição - v. Bonequeiras de Estremoz
Sara - v. Maria José de Almeida Furtado de Mendonça
0897. Sara Coelho
0898. Sara Graça
0899. Sara Medeiros
0900. Sara Rodrigues Lamarão Bramão
0901. Segunda Guerra Mundial: mulheres inglesas residentes em Portugal
0902. Selda Potocka
0903. Serviço Voluntário Feminino
0904. Silvéria Mafra Soler
0905. Sílvia Cardoso Ferreira da Silva
0906. Silvina Augusta de Almeida
0907. Simy Toledano Ezagüy
0908. Sociedade da Cruz Branca de Coimbra
0909. Sofia Cândida Ribeiro de Freitas
0910. Sofia de Carvalho Burnay de Melo Breyner 
0911. Sofia de Mello Breyner Andresen
0912. Sofia de Oliveira
0913. Sofia de Oliveira Ferreira 
0914. Sofia de Sousa
Sofia Gomes - v. Maria Sofia dos Santos Gomes 
0915. Sofia Margarida da Graça Afreixo
Sofia Pomba Guerra - v. Maria Sofia Carrajola Pomba Amaral da Guerra
Sofia Santos - v. Maria Sofia dos Santos Gomes
Soroptimistas Internacional - v. Associações de Mulheres nas décadas de 70 e 80 do século XX
Stella Fiadeiro - v. Maria Stella Bicker Correia Ribeiro Piteira Santos
Stella Piteira Santos - 
v. Maria Stella Bicker Correia Ribeiro Piteira Santos
0916. Susana Mendonça dos Santos

[Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, 2013]

[0639.] FEMINAE [XXXVIII] - Letra R

- ENTRADAS -


- LETRA R -

Raquel Maria - v. Raquel Maria Cabrita dos Santos
0875. Raquel Maria Cabrita dos Santos
0876. Rebecca McCausland Stewart Bucknall
0877. Recolhidas
REDE de Mulheres - v. Associações de Mulheres nas décadas de 70 e 80 do século XX
0878. Regentes Escolares
0879. Rita de Cássia
0880. Rita de Jesus Mendes
0881. Rita de Moraes Sarmento
0882. Rita Martins
0883. Rita Olímpia Dantas Machado
0884. Rogélia Cardó
0885. Rosa Adelaide Marchy da Silva Pinto
Rosa da Silva Pinto - v. Rosa Adelaide Marchy da Silva Pinto
0886. Rosa Damasceno
0887. Rosa de Andrade
0888. Rosa de Oliveira
Rosa Marchy da Silva Pinto - v. Rosa Adelaide Marchy da Silva Pinto
0889. Rosa Pais
0890. Rosa Pereira
0891. Rosa Soares
0892. Rosa Teixeira
0893. Rosa Villiot
Rosalina Canária - v. Rosalina Cassano
0894. Rosalina Cassano
0895. Rosalina Filomena da Cunha e Soares Rebelo 
0896. Rosalina Saial
Rose Villiot - v. Rosa Villiot
Rossana Cassano - v. Rosalina Cassano

[Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, 2013]

[0638.] FEMINAE [XXXVII] - Letra Q

- ENTRADAS -


- LETRA Q -

0873. Quintina do Carmo Sales e Silva
0874. Quitéria Júlia de Sousa

[Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, 2013]