[Cipriano Dourado]

[Cipriano Dourado]
[Plantadora de Arroz, 1954] [Cipriano Dourado (1921-1981)]

sexta-feira, 20 de março de 2020

[2313.] A MAÇONARIA NO ALTO ALENTEJO (1821 - 1936) [I] || ANTÓNIO VENTURA

* A MAÇONARIA NO ALTO ALENTEJO (1821 - 1936) *

ANTÓNIO VENTURA

Caleidoscópio || 2019

[António Ventura || A Maçonaria no Alto Alentejo (1821-1936) || Caleidoscópio || 2019]

A Maçonaria no Alto Alentejo (1821 - 1936), da autoria de António Ventura, corresponde a uma nova edição do livro A Maçonaria no Distrito de Portalegre, saído em 2007, «mas com substanciais alterações e acréscimos» [p. 7].

Tem por balizas temporais o ano de 1821, quando, presumivelmente, foi fundada a primeira loja maçónica - a Emancipação - em Elvas, e 1936, ano a seguir à proibição da Maçonaria pela Ditadura através da lei 1901, de 21 de Maio de 1935, publicada no Diário do Governo, por existirem «provas documentais de actividade de actividade maçónica na cidade de Portalegre em 1936».

De forma a ultrapassar o facto de, «na sua maior parte, os maçons eram pessoas comuns que não ficaram na História, estando por isso mesmo ausentes das enciclopédias e dos dicionários biográficos» [p. 8], António Ventura realizou uma pesquisa exaustiva nos livros de matrículas do G.O.L.U. (Grande Oriente Lusitano Unido), em documentação avulsa e no seu Boletim Oficial,  colmatando-a e completando-a com documentos de outros arquivos - públicos e privados, nacionais e locais - e de instituições diversas, consulta de monografias locais e recurso à imprensa periódica.

Procurou-se, com este diversificado cruzamento de dados, «reconstituir a história das Lojas, dos Triângulos e dos membros respectivos», só constando «apenas os que pudemos comprovar que o foram» [p. 8]. Para além do levantamento das Oficinas de várias Obediências existentes na região - Loja e Triângulos - e dos seus membros, acrescentou-se os naturais da região que integraram estruturas maçónicas fora do distrito, havendo a preocupação, quase sempre concretizada, de associar a cada nome o seu rosto.

Para além de ser mais um livro de consulta incontornável para quem queira conhecer a intervenção cívica e maçónica de assalariados, caixeiros, comerciantes, empregados, ferroviários, funcionários públicos, industriais, militares, professores do ensino primário ou tipógrafos naturais do distrito de Portalegre, contém, simultaneamente, nomes associados à resistência à Ditadura Militar e ao combate ao Estado Novo, referenciando-se aqui, por ordem alfabética, alguns destes.

António Casanova [pp. 324-325]
[Portalegre, 31/08/1891 - Lisboa, 28/10/1965]
Comerciante. Preso, para averiguações, em 14 de Abril de 1938, levado para o Aljube e libertado no dia 24.

António Casimiro da Costa [pp. 303-304]
[Gavião, 03/07/1897 - Lisboa, 07/04/1986]
Militar e engenheiro. Em 1935, esteve envolvido, juntamente com o tenente coronel Ribeiro de Carvalho, num movimento revolucionário contra a Ditadura, sendo preso em 4 de Setembro e levado para uma prisão militar. Por decisão do Conselho de Ministros, foi enviado para Angra do Heroísmo, embarcando em 18 de Dezembro. Libertado em 28 de Maio de 1936, por ter sido abrangido por uma amnistia.

António Fernandes da Costa Ferro [p. 203]
[Comenda, concelho de Gavião, 08/12/1899 - Portalegre,  26/12/1964]
Licenciado em direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Republicano e oposicionista à Ditadura. Aderiu ao Partido Republicano Português em Janeiro de 1928. Em 31 de Janeiro de 1930, discursou, em Évora, na sessão evocativa da revolução republicana de 1891, tendo sido «multado em 6000 escudos, acusado de proferir frases subversivas». Preso, pela primeira vez, em 25 de Abril de 1931 quando distribuía, em Portalegre, o panfleto "Ao Exército e à Nação", sendo libertado em 16 de Maio. Novamente preso em 11 de Março de 1933, «acusado de envolvimento numa conspiração organizada por elementos republicanos portugueses exilados em Espanha com ramificações no Alto Alentejo e região de Abrantes, e de ser o chefe revolucionário civil em Portalegre». Preso, pela terceira vez, em 30 de Setembro de 1938, também em Portalegre. Deu entrada no Aljube em 8 de Outubro e foi libertado em 15 de Novembro. Foi Vogal da Comissão Distrital do MUD, integrou, em 1949, a campanha presidencial de Norton de Matos e, em 1958, fez parte da Comissão de Candidatura de Humberto Delgado.

Armando Octávio da Silva Alvarrão [p. 156]
[Portalegre, 20/11/1900 - Lisboa, 15/01/1950]
Funcionário da Câmara Municipal de Fronteira. Republicano, membro do PRP e oposicionista ao Estado Novo. Aderiu, em 1945, ao MUD e presidiu à respectiva Comissão Concelhia de Fronteira. Em 1947, dirigiu em Portalegre, no antigo edifício da Fábrica Real, a sessão evocativa do 5 de Outubro de 1910.

Augusto António da Assunção Camoesas [p. 150]
[Elvas, ? - Elvas, 07/04/1956] 
Comerciante. Republicano. Integrou, em 1949, a Comissão Concelhia de Elvas da candidatura presidencial de Norton de Matos.

Cândido Fernandes Plácido de Oliveira [pp. 297-300]
[Fronteira, 24/09/1896 - Estocolmo, 23/06/1958]
Empregado dos CTT, jornalista, treinador e seleccionador. Aquando da Segunda Guerra, Integrou a rede clandestina Pax, mais conhecida por Rede Shell, criada pelos serviços secretos ingleses em Portugal. Preso em 1 de Março de 1942, passou por Caxias e foi enviado para o Tarrafal em 20 de Junho, de onde só regressaria em 1 de Janeiro de 1944, passando por Caxias e Aljube até ser libertado em 27 de Maio. Em 1946, esteve associado à "Revolta da Mealhada".

Carlos Clímaco Baptista [pp. 127-129]
[Abrantes, 25/10/1894 - Coimbra,  31/08/1971] 
Médico municipal em Avis, onde, em 1935, foi alvo de um processo disciplinar e despedido por «suspeito de actividades subversivas». Subscreveu, em 1945, as listas do Movimento de Unidade Democrática - MUD. Pai de Rui Clímaco

Casimiro Alberto Mourato [pp. 217-218]
[Portalegre, 11/09/1894 - Lisboa, 17/01/1982] 
Professor e jornalista. Republicano, militante do PRP, manteve intensa actividade política. Foi um dos oradores da sessão comemorativa do 31 de Janeiro realizada em Évora em 1930, «pelo que foi multado».

Eduardo Augusto Cordeiro da Cruz Nunes [p. 271]
[Elvas, 18/08/1877 - Lisboa, 23/06/1948] 
Militar de carreira. Em Janeiro de 1919, durante a revolta monárquica, participou no ataque a Monsanto. Esteve envolvido na revolta de 7 de Fevereiro de 1927 contra a Ditadura Militar. Além da redução de 50% do vencimento foi, sucessivamente, deportado para a Guiné, Angola e Madeira, com residência fixa no Funchal. Na sequência da revolta da Madeira, em Abril de 1931, foi demitido do Exército e deportado para Cabo Verde. Reintegrado, em 10 de Maio de 1936, na situação de reforma. Em 25 de Outubro de 1976, foi reintegrado a título póstumo com o posto de Major.

Florindo Eugénio Madeira [pp. 328-330]
[Portalegre, 03/03/1906 - Estremoz, 24/03/1957] 
Advogado. Quando aluno da Faculdade de Direito de Lisboa, envolveu-se, entre 1928 e 1930, nas lutas estudantis contra a Ditadura Militar. Aderiu, em 1945, ao MUD e participou, em 1949 e 1951, nas candidaturas presidenciais de Norton de Matos e de Quintão Meireles.

Gil Cornélio Gonçalves [pp. 277-278]
[Elvas, 16/09/1893 - Lisboa, 16/11/1966]
Militar. Republicano, em 14 de Maio de 1915, quando era sargento na Trafaria, participou na revolução contra a ditadura de Pimenta de Castro, sublevando a guarnição de uma bateria. Devido às suas ligações ao Partido Republicano / Democrático, esteve preso 332 dias durante o Sidonismo. Em 10 de Dezembro de 1917, com a tomada do poder por Sidónio Pais, foi preso e levado para a Casa de Reclusão da 1.a Divisão do Exército, onde ficou até 24 do mesmo mês. Passou, então, para o Presídio Militar de Santarém, onde permaneceu até ao dia 21 de Janeiro de 1918. Libertado, foi novamente detido durante 21 dias, ficando no Governo Civil e no Castelo de São Jorge. Voltou a ser preso em 6 de Setembro, acusado de fazer parte de um comité revolucionário da margem Sul do Tejo. Levado para o Governo Civil e Penitenciária de Lisboa, foi transferido, em 6 de Outubro, para o Presídio Militar de Santarém, de onde foi libertado em 10 de Janeiro de 1919, aquando da revolta ocorrida na cidade. Fracassada esta, voltou a ser preso, saindo em liberdade com a derrota monárquica em Monsanto. Em Abril de 1931, participou activamente na revolta da Madeira contra a Ditadura, sendo demitido do Exército e deportado para Cabo Verde. Abrangido pela amnistia de 5 de Dezembro de 1932, regressou a Lisboa, onde trabalhou como empregado comercial. Continuou a sua luta contra a Ditadura e, em 24 de Dezembro de 1933, foi preso por ligações ao General Sousa Dias e outros militares revolucionários. Libertado em 12 de Maio de 1934, voltou a ser detido em 16 de Abril de 1938, levado para o Aljube e libertado em 11 de Maio. Reintegrado, em 1939, como oficial miliciano na situação de licenciado, voltou a ser preso em 25 de Março de 1940 e libertado em 13 de Junho, acusado de ser agente de ligação num movimento revolucionário em preparação. Detido, no Porto, em 27 de Fevereiro de 1942 e transferido para o Aljube de Lisboa em 31 de Julho. Embarcou para o Campo de Concentração do Tarrafal em 5 de Agosto de 1942, permanecendo aí até 1 de Janeiro de 1944. De regresso a Portugal, foi internado no Hospital Júlio de Matos, seguiu, em 7 de Janeiro, para Caxias e, em 23 de Maio, passou para Peniche. Saiu em liberdade condicional em 29 de Maio de 1944.

Jerónimo Augusto Facha [p. 335]
[Portalegre, 30/10/1889 - Portalegre, 21/02/1947]
Industrial e comerciante. Preso em 9 de Março de 1933 e libertado no dia 22, acusado de estar envolvido numa conspiração organizada por elementos republicanos portugueses exilados em Espanha com ramificações no Alto Alentejo e região de Abrantes. Aderiu, em 1945, ao MUD.

João Alfredo Pombo [p. 217]
[Portalegre,  04/10/1893 - Portalegre, 12/02/1871]
Comerciante e industrial. Republicano, aderiu, em 1945, ao MUD.

João da Encarnação Abelha [pp. 281-282]
[Elvas, 25/03/1890 - Lisboa, 13/07/1890]. 
Militar, participou em actividades contra a Ditadura Militar. Na sequência das revoltas de Fevereiro de 1927, foi preso e deportado para Angola (Vila Luso, Bié), de onde só regressou em Janeiro de 1935.

João de Brito [pp. 194-196]
[Portalegre, 20/04/1890 - Lisboa, 20/12/1954]
Industrial, proprietário e tesoureiro da Caixa Económica Portuguesa. Republicano portalegrense próximo de Afonso Costa. Preso, em 18 de Outubro de 1918, pelos sidonistas e mantido no Forte de São Julião da Barra durante 101 dias. Após o 28 de Maio de 1926, presidiu à Comissão Municipal de Portalegre do Partido Republicano Português, sendo preso na cidade em 31 de Janeiro de 1930, na sequência das comemorações do 31 de Janeiro de 1891.

João José da Conceição Camoesas [pp. 144 - 145]
[Elvas, 13/03/1887 - New Bedford, 12/11/1951] 
Republicano. Preso, durante algumas semanas, no castelo de São Jorge aquando do Sidonismo. Após o 28 de Maio de 1926, combateu a Ditadura, foi preso e deportado para Angola. Emigrou para os Estados Unidos da América. Apoiou, em 1949, a candidatura presidencial de Norton de Matos, subscrevendo uma mensagem em nome do Comité Luso-Americano pró-Democracia.

Joaquim Felizardo Taborda Velez Caroço [pp. 333-334]
[Portalegre, 19/03/1898 - Lisboa, 03/04/1980] 
Militar e republicano. Integrou o Corpo Expedicionário Português. Participou no movimento revolucionário de 20 de Julho de 1928 contra a Ditadura Militar. Preso no dia 21 e demitido do Exército em 21 de Agosto. Deportado para Angola, com residência fixa em Malanje, terá fugido em Setembro de 1930. Em 1931, estava em Paris e, em 1932, em Espanha. De regresso a Portugal, trabalhou como topógrafo. Preso em 23 de Julho de 1938, no Porto, levado para o Aljube de Lisboa em 25 de Abril de 1939 e libertado em 30 de Junho. Participou, em 1973, no III Congresso da Oposição Democrática realizado em Aveiro.

Jorge Frederico Velez Caroço [pp. 174-176]
[Portalegre, 08/09/1870 - Portalegre, 22/03/1966]
Militar. Republicano e oposicionista à Ditadura. Em 1911, foi eleito Deputado às Constituintes pelo círculo de Portalegre. Manteve-se como deputado até 1915 e foi Governador-Civil daquela cidade entre 1913-1915, embora com uma interrupção. Opôs-se, sem sucesso, à revolta chefiada por Sidónio Pais em Dezembro de 1917. Em 1919, foi eleito Senador por Portalegre e reeleito em 1921 e 1922. Governador da Guiné entre 1921 e Outubro de 1926, quando foi demitido pela Ditadura Militar. Opôs-se a esta, colaborando com o General Sousa Dias e, por isso, foi preso e deportado, em 1927, para Ponta Delgada e Benguela. Novamente preso em 17 de Julho de 1938, sendo libertado no dia 25. Aderiu, em 1945, ao MUD, presidindo à Comissão Distrital de Portalegre. Em 1949, presidiu à Comissão Distrital da candidatura presidencial de Norton de Matos. Colaborou nos jornais República e Diário de Lisboa.

José António Costa [p. 214]
[Alandroal, 14/11/1881 - Portalegre, 06/09/1957]
Agricultor, proprietário e comerciante. Republicano ainda antes de Outubro de 1910, esteve preso durante o Sidonismo. Vogal, em 1945, da Comissão Distrital de Portalegre do MUD.

José Jácome de Santana e Silva [pp. 148-149]
[Elvas, 11/07/1889 - Elvas, 13/01/1945]
Militar. Integrou o Corpo Expedicionário Português, embarcando para França em 26 de Maio de 1917. Preso pela Polícia Internacional e de Informações no Forte da Graça, em Elvas, em Setembro de 1928, «sob suspeita de ligação aos conspiradores republicanos».

José Manuel de Serpa Viana [p. 156]
[Golegã, 01/03/1900 - ?]
Integrou o quadro de funcionários da Junta Autónoma das Estradas, chefiando a 4.ª secção da conservação das estradas em Fronteira. Preso pela PSP de Portalegre em 11 de Março de 1933 e libertado no dia 20, «acusado de envolvimento numa conspiração organizada por elementos republicanos portugueses exilados em Espanha com ramificações no Alto Alentejo e região de Abrantes».

José Maria Marques Godinho [pp. 319-321]
[Galveias - Ponte de Sor, 14/12/1881 - Trafaria, 24/12/1947]
Militar. Integrou o Corpo Expedicionário Português. Esteve, em 10 de Abril de 1947, envolvido na tentativa de golpe contra Salazar. Compulsivamente reformado, foi preso pela PIDE em 21 de Julho e entregue à jurisdição militar. Faleceu em 24 de Dezembro, na Trafaria, na Casa de Reclusão do Governo Militar de Lisboa.

Julião Florentino Topa [p. 254]
[Campo Maior, 09/01/1899 - Olhão, 17/04/1891]
Guarda-livros, comerciante de calçado e industrial de tipografia em Olhão, terra onde se fixou em 1919. Republicano e opositor ao Estado Novo, integrou as comissões locais do MUD e das candidaturas presidenciais de Norton de Matos e de Humberto Delgado. Em 1969, integrou a Comissão Democrática Eleitoral de Faro, usando da palavra na sessão de 14 de Outubro realizada no Cineteatro de Olhão.

Júlio César Cassola [pp. 186-187]
[Portalegre, 21/06/1875 - Portalegre, 14/04/1952]
Professor e inspector-escolar. Livre-pensador e republicano, com intensa intervenção cívica, mesmo após o triunfo da Ditadura Militar. Presidiu, em 1945, à Comissão Concelhia de Portalegre do MUD.

Mário Lopes da Costa Pinto de Castro [pp. 246-247]
[Avis, 08/04/1901 - Lisboa, 11/05/1977] 
Advogado e escritor. Integrou o Directório da Liga da Mocidade Republicana de Portalegre, a Aliança Republicana e Socialista e o Movimento de Renovação Democrática (1933). Esteve ligado ao grupo da Seara Nova. Preso e interrogado em Março de 1930. Vogal da Junta Consultiva do MUD, esteve envolvido na polémica entrega das suas listas às autoridades. Apoiou a candidatura presidencial de Norton de Matos.

Tiago Henrique Morgado [p.187]
[Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, 26/01/1879 - Portalegre, 05/05/1962]
Comerciante. Republicano, aderiu, em 1945, ao MUD.

Vítor Hugo Velez Grilo [p. 248]
[Ervedal, 22/04/1906 - Lisboa, 11/07/1990]
Estudante de Medicina, tendo concluído o curso em 21 de Novembro de 1933, foi delegado ao Senado da Universidade. Militante da FJCP e do Partido Comunista Português desde 1931, integrou a sua direcção e, em 1941, esteve no grupo que se opôs à sua reorganização. Preso em 29 de Março de 1944. Afastado do PCP, partiu para Moçambique onde, em 1951, tentou fundar um partido comunista. Depois do 25 de Abril de 1974, apoiou o movimento FICO, envolvendo-se na revolta branca de Setembro de 1974.

Biografias Femininas

Adelaide de Jesus Damas Brasão Cabete [p. 263]
[Elvas, 25/01/1867 - Lisboa, 19/09/1935]

Francisca Meca Isaac [p. 205]
[Nazaré, 16/09/1870 - Lisboa, 07/04/1951]

Justa Mendes [p. 202]
[Santiago do Cacém, 15/08/1882 - Portalegre, 14/03/1963] 

Maria da Conceição Damas Brasão [p. 293]
[Elvas, 22/12/1873 - Lisboa, 28/02/1943]

Vitória Pais Freire de Andrade Madeira [pp. 322-323]
[Ponte de Sor, 20/01/1883 - Lisboa, 07/11/1930]



[António Ventura || A Maçonaria no Alto Alentejo (1821-1936) || Caleidoscópio || 2019]

[João Esteves]

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